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Dicas

19 de Junho de 2015, 19:55 , por George Freitas - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Comunicação não violenta

21 de Maio de 2019, 15:09, por George Freitas - 0sem comentários ainda

Em tempos de ofensas sendo destiladas em toda parte, a chamada comunicação não violenta nos ensina a buscar nossa humanidade compartilhada, apesar das diferenças, e a aprender a ouvir

Conexão e linguagem
É essa a aposta da chamada comunicação não violenta, uma abordagem para lidar de forma mais compassiva com os relacionamentos humanos, das relações íntimas aos conflitos políticos globais mais complexos. Criada pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg nos anos 1960, a comunicação não violenta nada mais é que uma forma de se comunicar que aumente as chances de conexão entre as pessoas.

Eu sei. Talvez você esteja meio cético ao ler isso. Talvez esteja pensando, ao ver essa expressão, que isso é uma coisa hippie, em que as pessoas se vestem de branco, dão as mãos e pedem por paz, e nada muda, de fato. Talvez ache que é sinônimo de passividade. Mas as formas tradicionais de resposta que temos não são suficientes para dar conta dos conflitos que vivemos. É hora, talvez, de tentar alguma outra coisa.

Aos 9 anos de idade, a família de Rosenberg mudou-se para Detroit, nos Estados Unidos. Pouco tempo depois, eclodiu na cidade um confronto racial, no qual 40 pessoas foram mortas. No olho do furacão, Rosenberg e sua família passaram três dias trancados em casa. Essa e outras experiências levaram o garoto, quando cresceu, a se interessar pelas causas da violência e o que motiva as pessoas a praticá-la.

“Enquanto estudava os fatores que afetam nossa capacidade de nos mantermos compassivos, fiquei impressionado com o papel crucial da linguagem e do uso das palavras”, escreveu Rosenberg em Comunicação Não-Violenta: Técnicas para Aprimorar Relacionamentos Pessoais e Profissionais (Ágora), livro-referência para quem quer se aprofundar no assunto. O psicólogo foi buscar na ahimsa – a não violência – de Gandhi os princípios para uma nova abordagem de comunicação. E Gandhi, como se sabe, não era nada passivo: por meio de protestos não violentos e de desobediência civil, como greves, boi- cotes a produtos ingleses e marchas, ele conseguiu liderar o país rumo à independência.

A comunicação não violenta se baseia na ideia de que, quando falamos, estamos sempre expressando necessidades profundas, compartilhadas pelos outros. Toda pessoa, seja de direita ou esquerda, homem ou mulher, religioso ou ateu, tem necessidade de abrigo, segurança, alimento, amor. Também precisamos de reconhecimento, carinho, aceitação, pertencimento, intimidade, liberdade, entre muitas outras coisas. Não é fácil olhar para alguém que acaba de nos ofender e ver ali uma pessoa como nós, com necessidades semelhantes. Mas, se queremos realmente causar mudanças, precisamos tentar.

O que aconteceria se, em vez
de reagir como fazemos, pudéssemos
fazer diferente? Se, em vez de raiva,
gritos, exercitássemos a escuta,
a empatia e tentássemos entender o outro?

“Respeito significa olhar de novo”, diz o especialista em CNV Dominic Barter, inglês radicado no Rio de Janeiro, ao explicar a origem da palavra. “Re” significa que algo vai acontecer de novo; “spect” significa ver. “Em um primeiro contato com outra pessoa, a primeira coisa que notamos são nossas diferenças”, diz ele. “Notamos como a cor da pele é diferente, as roupas, as opiniões. Para ouvir respeitosamente, precisamos olhar outra vez, com mais cuidado, e procurar não aquilo que nos diferencia, mas o que nos une”, afirma ele, que há décadas ensina e aplica a comunicação não violenta em diversas regiões de conflito do globo, inclusive em presídios brasileiros e nas favelas cariocas.

Observar com neutralidade
“Para além das ideias do certo e errado, existe um campo. Eu me encontrarei com você lá”, escreveu o poeta sufi Rumi. Quando nos damos esse tempo para perceber o outro, podemos ver as coisas com mais clareza, evitando os julgamentos de valor. Segundo a comunicação não violenta, é importante reconhecer a diferença entre observação e avaliação. Isso porque, quando julgamos a ação do outro, a tendência é que ele sinta aquilo como uma crítica. Ora, o ser humano não gosta de ser criticado; em vez de refletir sobre o que dissemos, sua tendência será se defender. E, assim, a comunicação se rompe. As observações ditas ao outro devem ser específicas da situação, se referindo àquele ato e não à pessoa. “É diferente eu dizer ‘Aquele desgraçado acabou com a vida da família inteira’ e falar ‘Ao sair de casa e usar drogas, aquele homem provocou uma reação de tristeza e desesperança, segundo o relato dos familiares’”, exemplifica o psicólogo Frederico Mattos.

Quando colocamos nossos sentimentos
na mesa, deixamos que o outro enxergue
nossa vulnerabilidade. E isso pode
ser transformador, porque deixamos
à mostra nossas emoções verdadeiras

Fácil não é. Muitas vezes, embutimos um julgamento, sem perceber. “Você SEMPRE esquece a luz acesa!” pode parecer uma frase neutra, mas o “sempre” traz uma carga acusadora, que pode não corresponder à verdade. Dizer “Nas últimas quatro vezes em que reparei, você deixou as luzes acesas” é mais objetivo e tem mais chances de não ser recebido como crítica. Depois dessa formulação, é hora de observar as emoções que essa situação causa em você. Tristeza? Raiva? Vergonha? Fazer isso é mais complicado do que parece. Afinal, não fomos treinados a prestar atenção em nossas emoções; pelo contrário, ouvimos a vida toda que elas nos atrapalham. O psicanalista Rollo May afirma que uma pessoa madura é capaz de diferenciar as muitas nuances dos sentimentos. Algumas experiências são fortes e apaixonadas, outras, delicadas e sensíveis, tais quais os trechos de uma sinfonia. Para a maioria das  pessoas, porém, ouvir os próprios sentimentos é como ouvir as notas de um clarim. Não temos vocabulário para expressar o que se passa conosco.

Quando colocamos nossos sentimentos na mesa, nos abrimos para o outro, deixamos que ele enxergue nossa vulnerabilidade. E isso pode ser transformador. Mesmo que o outro não verbalize, podemos tentar perceber, por trás de seus gritos e acusações, as suas verdadeiras emoções. A mãe que critica a filha pode estar apenas se sentindo sozinha. O filho que tira notas baixas pode estar tendo problemas na escola. O tio que pede a volta da ditadura pode estar expressando seu medo da violência. Somos como crianças que, com fome, frio ou sujas, reagem do único jeito que sabem: chorando.

A raiz dos sentimentos
Quando você descobre a emoção que sente quando algo acontece, tem pistas muito valiosas sobre aquilo que a causou. “Onde há fumaça, há fogo”, diz Barter. “Nossas emoções são um sinalizador de nossas necessidades humanas básicas: se elas estão sendo atendidas, nos sentimos bem, gratificados. Se estamos mal, ficamos apreensivos, com raiva”, diz ele.

Aqui também a comunicação não violenta propõe uma mudança na forma de encarar os problemas. Por essa abordagem, as ações dos outros podem ser um estímulo, mas não a causa de nossas frustrações. “As pessoas não são perturbadas pelas coisas, mas pelo modo que as veem”, disse o filósofo grego Epicteto. Digamos que seu namorado desmarque um compromisso de última hora. Se você está ansiosa por encontrá-lo, a sua sensação imediata poderá ser de raiva. Mas, se você teve um dia cansativo, talvez receba a notícia com bastante alívio. Tudo depende, enfim, do que esperamos.

Claro que não é possível deixar de ter expectativas e valores. Isso é o que nos faz únicos afinal. Mas, quando pensamos que cada pessoa tem suas próprias noções de certo e errado, fica mais fácil entender que, no mundo delas, aquilo que nos parece tão abominável e injustificável pode ter sua razão de ser. Uma pessoa extremamente religiosa pode achar que agiu de maneira correta ao expulsar o filho ou a filha gay de casa, por exemplo. Nós não precisamos concordar com isso, mas podemos ao menos entender de onde aquela atitude vem.

Quando percebemos isso, fica mais fácil não ser afetado por essas questões. Ao mesmo tempo, ganhamos força para dizer com todas as letras, de forma não violenta, por que aquele ato nos magoa. Ironicamente, quanto mais não acusadores somos na expressão de nossas necessidades, mais fácil é tê-las atendidas.

Pedir e se posicionar
Entender o ponto de partida do outro não significa ser passivo. Nem, simplesmente, mostrar a outra face, e deixar que a violência ou abuso, se for o caso, persista. Na comunicação não violenta, todos os envolvidos – seja um casal em crise ou líderes de etnias em guerra – colocam suas emoções e necessidades na mesa, e isso tenta ser conciliado. Você pode fazer um pedido, por exemplo. “Filho, fico preocupado quando você sai e não dá notícias. Quero que você se divirta, mas será que você pode mandar uma mensagem para avisar que está bem?”

É importante formular o pedido diretamente, da forma mais clara possível. Prefira dizer o que quer, e não o que não quer. Em seu livro, Rosenberg conta a história de uma mulher que disse ao marido “Gostaria que você passasse menos tempo no trabalho”. Algum tempo depois, ele anunciou a ela que tinha se inscrito em um curso de golfe. Também vale lembrar que o pedido não pode ser uma exigência. Se a pessoa sentir que é uma cobrança, só tem duas alternativas: se submeter ou se rebelar. Nas duas, a pessoa que pede é vista como coercitiva, e isso diminui as chances de o pedido ser atendido. Como diferenciar as coisas? Simples: na reação caso a pessoa decida não nos atender. Se o pedido não for atendido, continua-se a conversa até chegar a uma solução que agrade a todos. “A empatia é a compreensão respeitosa do que os outros estão vivendo”, escreveu Rosenberg. Para isso, é fundamental esvaziar a mente e ouvir com todo o nosso ser. E isso é difícil: requer se despir de ideias preconcebidas, estar plenamente disponível para entender as razões do outro. “A agressividade dos outros se alimenta de um temor de não ser visto, reconhecido, amado, considerado”, diz Mattos. “Ela é um pedido desesperado por atenção.”

Em geral, em vez de escutar, queremos logo dar conselhos, encorajar, contar histórias semelhantes. Antes disso, porém, é importante dar tempo para que a pessoa se expresse, dizendo tudo o que está entalado. E isso pode demorar um tempinho. Não tente apressar: apenas ouça. O foco deve ser sempre na mensagem do outro. Se alguém diz: “De que adianta conversar com você? Você não entende nada!”, não leve para o pessoal, nem se defenda. Pergunte: “Você está infeliz porque gostaria de ser escutado?” Repita para a pessoa o que você acredita ser a emoção ou necessidade dela. Ela poderá então confirmar e se sentir, assim, mais escutada.

A empatia é a compreensão respeitosa
do que os outros estão vivendo.
Para isso, é fundamental esvaziar a
mente e ouvir com todo o nosso ser.
E isso requer se despir de ideias preconcebidas

Passamos a vida toda reagindo a conflitos de maneira não compassiva. Isso não vai mudar de uma hora para outra. A comunicação não violenta é um músculo que precisa de exercício. Tentar analisar sem julgar, perceber nossas emoções e necessidades, tudo isso pode ser treinado. Ao tentar praticá-la, vá no seu tempo. Afinal, à medida que oferecemos empatia aos outros, devemos também fazê-lo por nós mesmos, tendo paciência por nossas ações, nossos processos. Aos poucos, iremos perceber o poder transformador de se comunicar com mais respeito. E aí quem sabe conseguiremos, se não entender de onde vem tanto ódio no mundo, ao menos contribuir para que em nossas relações as coisas possam ser um pouco diferentes.

JEANNE CALLEGARI é escritora e jornalista. Foi edi- tora-assistente de vida simples até 2014. Acre- dita no potencial do diálogo e da escuta.

Fontes:

https://vidasimples.co/conviver/saiba-ter-melhores-conversas/

https://www.youtube.com/watch?v=uxABJFS1_j8



3 dicas para sua empresa se dar bem nas mídias sociais

26 de Junho de 2015, 12:57, por George Freitas - 0sem comentários ainda

Com a popularização das redes sociais, as pessoas ganharam um forte canal de comunicação com as empresas. Segundo Suelen Giacomele, da Pmweb, empresa que desenvolve soluções de marketing, a facilidade na interação pode trazer benefícios e problemas para os empreendedores. Basicamente, a imagem de um negócio nas redes depende da sua capacidade de oferecer produtos e serviços de qualidade, bem como da habilidade em gerenciar crises surgidas online. Se isso der certo, o dono da empresa pode até usar o canal para efetuar vendas.

Se esse é seu objetivo, Suelen listou alguns pontos essenciais para alcançá-lo. Confira:

1. Invista em relacionamento

Assegure-se de que sua marca está ativa nas redes sociais mais utilizadas, como Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn. O que é apresentado ao cliente é o que deve ser entregue, sem distorções. Dito isso, seja um analista: acompanhe ativamente as interações. Estude-as. Assim, você entende quais são os elogios de seus clientes, as críticas e as postagens que mais viralizam. Repita o que deu certo e deixe de lado o que não funciona.

2. Perceba um novo canal de vendas

De acordo com Suelen, é importante promover sua marca e fazer com que seu produto ou serviço chegue ao consumidor.  Com as redes sociais, as empresas podem ser encontradas com um clique. Portanto, planeje estratégias promocionais específicas para suas páginas. Vá atrás dos antigos, atuais e possíveis clientes. Descubra o que os interessa e pense em ações que os atinjam.

3. Social media na prática

Mas sua presença nas redes não consiste apenas em tratar bem os fãs ou criar promoções com certa regularidade. É essencial ser relevante e mobile. Suelen afirma que é importante criar conteúdo com coesão e variedade. Também faça das redes sociais um mecanismo de compra e, ainda mais, um canal de comunicação ativo e real. Planeje-se na ponta do lápis, crie métricas, calcule horas de produção.

Não minta, não mascare verdades. Você faz parte de um banco de informações que alcança centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo. E acredite: se você errar, você será descoberto, de acordo com a especialista. Aproveite compartilhamentos, saiba interpretar o que a interação e os feedbacks sugerem. Não interessa o quão bom o texto do seu texto seja – a imagem, no post, é o que chama mais a atenção de seus seguidores.

 

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/04/3-dicas-para-sua-empresa-se-dar-bem-nas-midias-sociais.html

 



A importância do conteúdo para o planejamento de branding

26 de Junho de 2015, 12:45, por George Freitas - 0sem comentários ainda

Para se entender a importância do conteúdo para o planejamento de branding, é necessário ter o conhecimento dos termos branding ou brand management. São termos importantes que determinam o estudo e o planejamento do posicionamento de uma marca no mercado. É neste momento que empresas trabalham para a criação da personalidade da marca, quais são seus valores, seu público-alvo e as estratégias que deverão ser adotadas para manter uma boa conexão com o esse público.

Vale lembrar que o branding não funciona isolado dentro da empresa, é uma atividade complexa que envolve diversos aspectos que vão desde programação visual até as embalagens, passando pela comunicação corporativa, atendimento ao cliente, publicidade e relações públicas. Essa complexidade é o que determinará a personalidade da empresa, a atitude que ela terá com seu público e qual a percepção que o mercado terá dela.

Por muito tempo, boa parte do investimento das empresas em branding era focado na publicidade e outros canais de comunicação de mão única, mas o crescimento da internet e de canais mais interativos e personalizados, deu um maior poder ao público, criando a necessidade de outro tipo de comunicação. A partir de agora, o público possui os meios para interagir com as marcas e também acompanhar suas ações, diminuindo o poder da mídia de massa, que é mais facilmente controlada. É nesse contexto que o marketing de conteúdo se torna um poderoso aliado ao branding.

É por meio dessa estratégia que empresas conseguem se conectar com o público de uma maneira mais autêntica, criando canais para contar suas histórias, interagir e mostrar a personalidade da sua marca, trazendo mais valor para seus clientes. Com um público cada vez mais informado, eles esperam esse tipo de engajamento e conseguem ver quando o valor real da marca não condiz com a imagem que ela quer passar.

Para finalizar listo aqui quatro dicas essenciais para ter uma estratégia de conteúdo que irá elevar seu branding para outro nível:

  1. Crie um alinhamento autêntico entre os valores de sua marca e o conteúdo gerado por ela;
  2. Conheça bem seu público-alvo e sempre crie conteúdos relevantes, que agreguem valor, para esse público;
  3. Crie conteúdo com frequência, pois somente assim é possível criar uma audiência fiel;
  4. Por fim, sempre foque sua estratégia de marketing de conteúdo em relacionamentos fortes com o público. 

Artigo de Vitor Peçanha, Co-Fundador da Rock Content, startup de Marketing de Conteúdo, que atua com o objetivo de ajudar empresas a gerar negócios por meio da geração de conteúdo estratégico.

 

Fonte: http://www.adnews.com.br/artigos/a-importancia-do-conteudo-para-o-planejamento-de-branding

 

 

 

 



6 ferramentas de Inbound Marketing essenciais para gerar oportunidades de negócio

25 de Junho de 2015, 17:25, por George Freitas - 0sem comentários ainda

Atualmente a concepção de inbound marketing está transformando a maneira com que as empresas se relacionam com seus públicos e, consequente, sua relação de vendas. Segundo a Resultados Digitais, empresa referência o assunto, a melhor definição para este conceito pode ser qualquer tática de marketing que se baseia em conquistar o interesse do consumidor ou cliente por meio de conteúdo relevante e atrativo, ao invés de apenas “empurrar” produtos de massa.

Deixamos para trás a era de um canal unilateral de comunicação e entramos em um momento em que o consumidor deseja se sentir parte da marca que consome. Por isso, a aplicação do inbound marketing é uma das melhores estratégias para empresas que desejam, não só ganhar novos clientes, mas também fidelizar o que já consomem seus produtos. Porém, em tempos de alta tecnologia, dispositivos móveis e mudanças cada vez mais rápidas, pode ficar complicado saber quais meios utilizar para aplicar o inbound em sua empresa.

Pensando nisso, elenco aqui 6 dicas de ferramentas que podem te ajudar:

1- Blog: é a base central do inbound marketing. É nele que se concentra toda a estratégia de conteúdo da empresa. Por meio dessa ferramenta, a marca pode compartilhar conteúdos relevantes como artigos, infográficos, cases de sucesso, entre outros assuntos que chamam a atenção dos internautas e fazem com que eles cheguem até a empresa;

2- Redes sociais: canal de comunicação que permite uma maior interatividade com o público. É por meio dessa ferramenta que o blog terá uma maior visibilidade, além de ser um canal onde é possível captar leads com maior facilidade;

3- Landing pages: são grandes aliadas para promover conteúdos especiais, como e-books. Com essa ferramenta, é possível converter um simples internauta curioso em um potencial cliente;

4- CRM: ferramenta que concentra todas as informações relevantes do seu público em um único lugar. Identifica em qual nível do funil de vendas ele se encontra, além de ter a seu dispor listas de e-mail para potencializar estratégias com e-mail marketing ou follow up a qualquer momento, podendo acompanhar tudo em dispositivos móveis;

5- E-mail: Hoje em dia todo mundo usa o e-mail como um canal de comunicação. É com o e-mail marketing, por exemplo, que a empresa nutre seus leads com conteúdos especializados e direcionados, conduzindo-os pelo funil de vendas até que se tornem clientes efetivos;

6- Monitoramento: Essencial para que a empresa conheça o impacto das suas ações com seu público e possa otimizar cada vez mais suas campanhas para atrair e converter mais leads e mais clientes. Uma das empresas referência no setor é a Scup, ferramenta que coleta conversas realizadas nas redes sociais em tempo real, armazena informações e permite uma análise por meio de uma interface simples e intuitiva.

Em resumo, você pode aliar técnicas de inbound, com a geração de conteúdo e então, trabalhar o lead pelo funil de vendas. Depois de gerar oportunidades por meio dos materiais divulgados, faça contato com as pessoas que mais se interessaram e baixaram seus materiais, incluindo eles no funil de vendas e fazendo o acompanhamento com follow-ups até a conversão da venda.

Gustavo Paulillo - CEO do Agendor, app que ajuda milhares de equipes a organizar e aumentar as vendas diariamente. Com versões gratuitas e pagas, atualmente o Agendor atende a mais de 6 mil clientes e tem nas PME’s e startups o principal público-alvo.

Fonte: http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/marketing/6-ferramentas-de-inbound-marketing-essenciais-para-gerar-oportunidades-de-negocios/101747/?utm_source=MailingList&utm_medium=email&utm_campaign=News+-+03%2F06%2F2015



4 dicas para divulgar sua marca com pouco ou nenhum dinheiro

19 de Junho de 2015, 20:02, por George Freitas - 0sem comentários ainda

 

A comunicação de marca é fundamental para o desenvolvimento de um negócio, não importa o seu tamanho. Atualmente, marcas são mais que um logotipo ou uma identidade visual que remete a um produto, serviço ou organização. Marcas representam visões de mundo, valores e significados que precisam ser gerenciados pelas empresas como ativos intangíveis que diferenciam, atraem e trazem valor adicional.

É preciso reconhecer que a comunicação se torna cada vez mais complexa em função do bombardeio de mensagens a que todos estamos submetidos durante todo o dia. Tendo um smartphone com acesso à Internet, existem tecnologias que permitem criar, editar e divulgar conteúdos com fotos, vídeos e textos instantaneamente.

Isto trouxe possibilidades amplas de comunicação que se abriram para todos, beneficiando indivíduos e também as pequenas e médias empresas, que não dispõem dos orçamentos de comunicação de grandes empresas.

Entretanto, é preciso entender que tecnologias são ferramentas que devem ser escolhidas e utilizadas a partir de uma estratégia de comunicação adequada para a marca. O planejamento desta estratégia deve obedecer alguns passos:

1. Saiba com quem você quer falar


Antes de escolher ferramentas e ações de comunicação, é preciso saber quem é seu público, como ele se comporta e o que espera da sua marca. Procure ações focadas no seu alvo e evite dispersão do investimento.

Por exemplo: uma marca que atua e atende a um público de um determinado bairro pode utilizar ações que privilegiem a variável geográfica. Fechar parcerias com estabelecimentos, veículos e entidades da região e reforçando os laços com a comunidade local.

Em muitas ocasiões, o básico e o que parece mais simples podem funcionar melhor ou serem mais adequados ao que a marca precisa num determinado momento.

2. Seja original e fiel à sua identidade


Saiba quem você é para se diferenciar e comunicar sua mensagem de forma relevante e original. Não tente copiar outras empresas e ser o que não é, inclusive em suas estratégias de divulgação. Não é porque seu concorrente utiliza uma rede social ou um determinado veículo de comunicação que você deve usar também.

Não siga receitas de bolo em comunicação, use o mix de ferramentas disponíveis de acordo com os objetivos e estágio de desenvolvimento de sua marca.

E saiba que tudo comunica: uma embalagem, um contato telefônico ou atendimento pessoal podem falar mais sobre sua marca do que uma campanha publicitária inteira.

3. Use o digital a seu favor


Há quem diga que o que não está na Internet não existe. Como vimos, o digital representa uma revolução que beneficia as pequenas e médias empresas em sua comunicação. É possível utilizar este ambiente para fins diversos, como atendimento, vendas e divulgação da sua marca.

Insira o digital tanto para pensar em estratégias de mídias pagas como banners e links patrocinados, passando pela criação de perfis em redes sociais como Facebook, YouTube, Twitter, LinkedIn e Instagram.

É possível também entender melhor seu consumidor a partir do que ele está falando sobre a marca de forma espontânea e orgânica. Lembre que a comunicação hoje é feita não só pela marca, mas pelas opiniões de anônimos e do boca a boca digital, de forma colaborativa. Comunicação não é só falar, mas, sobretudo escutar e agir.

4. Integre e seja consistente


Por último, a cada ação planejada, pense em como ela se integra ao que já vem sendo construído a partir dos esforços de comunicação anteriores. As mensagens, ações e formatos evoluem, mas devem ter coerência para não confundir e manter a atratividade.

Lembre-se de que mais do que uma visão quantitativa e imediatista, baseada num grande volume de ações, likes e pessoas impactadas, é preciso ter uma visão qualitativa e de longo prazo, baseada na história que a marca quer contar e no relacionamento que está sendo construído com seu público de interesse.

Um ponto de atenção é para a continuidade das ações, principalmente nas redes sociais. É melhor ter poucos canais da marca, mas que sejam sempre atualizados e monitorados, do que ter vários desatualizados e nos quais os consumidores não recebem respostas às suas solicitações.

 
Silvio Koiti Sato é professor do curso de Publicidade e Propaganda da Fundação Alvares Penteado (FAAP).

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/4-dicas-para-divulgar-sua-marca-com-pouco-ou-nenhum-dinheiro