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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Rede Ola.coop.br - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.


 


Campos Neto: “Nosso objetivo é dobrar o cooperativismo no Crédito”

16 de Maio de 2019, 19:19, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 1Um comentário

Brasília, 16/05/2019 – O Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defendeu hoje a ampliação do funding para as Cooperativas de Crédito e uma maior integração tecnológica para fomentar o microcrédito.

“O cooperativismo no Brasil tem desenvolvimento muito heterogêneo entre as regiões. No Sul é mais que 10% do crédito do total, e há regiões onde não existe. Nosso objetivo é dobrar o cooperativismo não apenas no crédito para agricultura, mas também para outras áreas. O comprometimento do Banco Central com o setor é total”,  afirmou, em audiência na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional.

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Sicoob possui 31 das 100 maiores cooperativas de crédito do Brasil

16 de Maio de 2019, 17:06, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Com mais de R$ 5,7 bilhões em ativos totais, a Sicoob Credicitrus permanece como a maior cooperativa de crédito do país.

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) se mantém no ranking das 100 maiores instituições financeiras cooperativas do Brasil de acordo com dados divulgados pelo Portal do Cooperativismo Financeiro, com informações do Banco Central (Bacen).

A rede Sicoob é a quinta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,9 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, aquisição de meios eletrônicos de pagamento e várias outras soluções financeiras.

As 31 maiores cooperativas do Sicoob listadas no ranking totalizaram R$ 42 bilhões em ativos totais em 2018, com crescimento de 20,4% em relação ao ano anterior. Das dez maiores cooperativas brasileiras, quatro são do Sicoob e contabilizam R$ 14,1 bilhões em ativos totais no último exercício, com evolução de 17,5% no comparativo com 2017.

Com mais de R$ 5,7 bilhões em ativos totais, o Sicoob Credicitrus permanece como a maior cooperativa de crédito do país. Já o Sicoob Cocred, a terceira maior do Brasil, apresenta ativos totais na ordem de R$ 3,3 bilhões.

Dentre as cooperativas do Sicoob, cinco subiram consideravelmente de posição no ranking: Sicoob Unicentro Brasileira – 6º no ranking (saltou 10 posições); Sicoob Credi Rural – 30º no ranking (saltou 12 posições); Sicoob Credisul – 32º no ranking (saltou 14 posições), Sicoob Credip – 41º no ranking (saltou 13 posições) e Sicoob Aracoop – 61º no ranking (saltou 37 posições).

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Cooperativas devem liderar transformação da economia, diz líder de aliança global

15 de Maio de 2019, 1:54, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Ariel Guarco, presidente da Aliança Global de Cooperativas, defende protagonismo do setor no processo de digitalização da economia e maior diálogo com forças políticas.

As cooperativas devem ser protagonistas no processo de transformação da economia e ter mais diálogo com os parlamentares, não devendo apenas reagir em momentos de incerteza, afirmou o argentino Ariel Guarco, presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que reúne 315 organizações cooperativas de 110 países.

“A veloz transformação da economia e a digitalização da maioria dos processos de produção, circulação e consumo de bens e serviços nos obriga a ser protagonistas. Se deixarmos que todo esse processo fique em mãos de grandes corporações, não estaremos cumprindo o papel”, disse em entrevista ao Estadão/Broadcast.

Guarco esteve no Brasil para participar da 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que aconteceu de quarta-feira, 8 até 10/05, em Brasília. O evento tratou de desafios do cooperativismo no mundo, como governança e gestão, inovação, comunicação e representação política.

Guarco afirmou, ainda, que é preciso que as cooperativas dialoguem com todas as forças políticas. “Não podemos reagir somente quando querem nos impor mudanças normativas ou mudanças governamentais que nos prejudicam. Temos de ser capazes de falar com todas as forças políticas e incidir sobre elas para gerar contextos amigáveis de desenvolvimento do setor”, diz ele.

Abaixo, trechos da entrevista:

Como enxerga neste momento a representação política do cooperativismo?

Ariel Guarco – É fundamental haver representantes nos sistemas políticos de cada país que entendam e possam defender o cooperativismo. Seguramente é louvável que dirigentes do nosso setor queiram assumir pessoalmente este desafio, mas também é necessário aumentar as redes de parlamentares cooperativistas.

O Brasil é um bom exemplo disso e, na Argentina, buscamos criar algo similar. Não podemos reagir somente quando querem nos impor mudanças normativas ou mudanças governamentais que nos prejudicam. Temos de ser capazes de falar com todas as forças políticas e incidir sobre elas para gerar contextos amigáveis ao desenvolvimento do setor, entendendo que ele favorece o desenvolvimento das comunidades.

Hoje há mais de 1 bilhão de pessoas ligadas ao cooperativismo. Como vê o alinhamento das lideranças da América do Sul ao cooperativismo?

Guarco – Nosso setor deve ser capaz de dialogar com todos os setores democráticos que atuam nos cenários políticos de cada país. Quanto mais os líderes nos conhecem e quanto mais capacidade de diálogo, melhor. É claro que pode haver mudanças abruptas nas linhas de governo, mas elas não deveriam alterar as alianças estratégicas que, como setor, temos de ter com o Estado em seus diferentes níveis.

Sem dúvida há líderes que nos reconhecem e nos dão mais participação que outros, mas em todos os países da América do Sul existem organizações setoriais potentes que podem e devem incidir para melhorar as condições políticas e normativas em favor das cooperativas. Temos que assegurar que os governos, mais do que as lideranças, nos levem em conta para trabalhar em grandes eixos como o desenvolvimento sustentável, a paz, os direitos humanos e os programas econômicos que coloquem no centro o ser humano.

O Brasil tem mais de 300 startups voltadas para o agronegócio. Algumas são apoiadas por cooperativas. Esse movimento é algo que deve ser incentivado no futuro?

Guarco – Sem dúvida. A veloz transformação da economia e a digitalização da maioria dos processos de produção, circulação e consumo de bens e serviços nos obriga a ser protagonistas. Se deixarmos que todo esse processo fique em mãos de grandes corporações, não estaremos cumprindo o papel que temos como empresas democráticas a serviço da comunidade.

Muitos jovens estão investindo impulsionados por essas correntes da economia colaborativa. É preciso trabalhar para distribuir as oportunidades e incorporar a maior parte possível de pessoas para uma lógica cooperativista.

Falando em jovens, um dos principais problemas da agropecuária no planeta é a sucessão rural. Muitos querem deixar a atividade agrícola. Como o cooperativismo pode ajudar a resolver esse problema?

Guarco – É preciso mostrar às novas gerações as vantagens do cooperativismo no agronegócio. As cooperativas podem inovar na produção agrícola sem deixar de lado seus princípios e valores, e atuar de maneira independente. Os jovens são os mais indicados para levar a cabo a incorporação de novas tecnologias no âmbito agropecuário.

Há grandes cooperativas que demonstram sua eficácia no agronegócio e também existem as pequenas fomentando o associativismo em ciclos de produção e consumo mais curtos, próprios da agricultura familiar. Na 5ª Conferência Cooperativa das Américas, realizada em Buenos Aires em outubro do ano passado, um dos três consenso foi a “defesa do planeta”.

Observamos que no mundo cresce o número de pessoas que padecem de fome e que, em muitos países, particularmente do Sul, continua havendo muita desigualdade de acesso a alimentos. As cooperativas são as mais adequadas para promover a democratização do sistema agroalimentar promovendo nas áreas rurais um trabalho decente, a igualdade de gênero e o cuidado com recursos naturais. O cooperativismo também está do outro lado da cadeia, dos consumidores. A articulação entre esses dois elementos – produção e consumo – pode manter o equilíbrio em termos territoriais e demográficos.

Como avalia o papel do cooperativismo em um contexto de avanço da economia colaborativa?

Guarco – É um desafio enorme que estamos assumindo. As novas gerações estão e estarão cada vez mais com o espírito empreendedor dessa nova etapa do capitalismo mundial. Mas uma coisa é fazê-lo de modo individual e outra de forma coletiva. Hoje, de um modo um tanto quanto confuso se denomina de economia colaborativa essas plataformas que dominam a economia global.

No entanto, o controle da maioria das plataformas, assim como dos lucros e os dados gerados por elas, estão concentrados em poucas mãos. As cooperativas são chave para democratizar esse sistema de economias digitais onde tanto produtores como consumidores podem ter o controle.

Qual o papel do cooperativismo no fomento do desenvolvimento sustentável, conforme sugere a Organização das Nações Unidas?

Guarco – Desde a criação da primeira cooperativa da era moderna, em 1844, nossas organizações sempre serviram ao que agora é definido como desenvolvimento sustentável. Trabalho decente, saúde e bem-estar, igualdade de gênero, cuidado com o meio ambiente e compromisso com a paz, para citar apenas algumas das metas estabelecidas pelas Nações Unidas, são sempre pilares do empreendimento cooperativo.

Temos a capacidade de atuar em diferentes setores, na produção rural e industrial, no consumo, na saúde e educação, no habitat e muitos mais. Tudo isso nos torna um movimento muito poderoso quando se trata de abordar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 17), que pede a criação de alianças globais na busca do desenvolvimento sustentável.

Fonte: estadao.com.br

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Indicador de qualidade cadastral frente ao Risco, por Ricardo Coelho

15 de Maio de 2019, 1:29, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Entre uma conexão aérea e outra para atender a um cliente no interior de São Paulo, pude ler um livro que ganhei há algum tempo de um grande amigo. O livro tem em seu título algo que me identifico: A arte de ser insensato, do bilionário Eli Broad, que teve duas de suas empresas listadas entre as 500 maiores dos Estados Unidos (Fortune 500). Esse “insensato” livro conta com elogios de Bill Clinton e Bill Gates na contra capa. Isso, por si só, já seria um bom motivo para referendá-lo.

Entre tantas orientações “insensatas”, grifei no livro a seguinte: Desafio e recompensa constroem a lealdade. Ela tem uma enorme coerência com o que comumente é internalizado por nossos profissionais comerciais, que agem frente a seus desafios buscando recompensas, sem descuidar de construir um elevado grau de lealdade com seus empregadores.

Quão claro é o desafio? Precisamos sinalizar muitíssimo bem a nossos profissionais com que qualidade devem atingir esses desafios, para que possam fazer jus à recompensa, e a nossa lealdade. E um dos temas onde há pouca eficácia em todo o mercado financeiro é o esforço na qualificação de nossos cadastros, em especial daqueles clientes que apresentam posição devedora. Portanto, essa realidade também é um grande desafio para nossos líderes no cooperativismo de crédito.

Cadastro – foco primeiro no risco: Todos os clientes devem manter seus cadastros atualizados anualmente, como reza a Lei 9.613/98 (sobre Lavagem de dinheiro) e a Circular 3.461/09. Mas alguns clientes têm relacionamentos onde não há o risco creditício e, nesse caso, o risco eventual, por exemplo, pode advir de terem cadastros desatualizados, o que pode gerar apontamentos em auditorias. Assim, pela complexidade de mantermos atualizada a totalidade de nossos cadastros, o que é operacionalmente quase impossível, sugerimos focar esforços onde o cadastro desatualizado potencializa o risco efetivo de crédito, haja vista sua baixa qualidade nas informações.

Maior foco de atualização cadastral: Devemos prioritariamente despender esforços para que estejam atualizados os cadastros de clientes que tenham posição tomada conosco, pois é sabido que informação de qualidade é um rico recurso na gestão prudencial da carteira de crédito e/ou na eventualidade de conduzir uma cobrança ou negociação. Contudo, se, por algum motivo, nossa força de trabalho não conseguir manter atualizados os cadastros desses clientes devedores, devemos, então, criar maneiras de monitorar essa realidade para que eles sejam incentivados a corrigir esse descompasso gerencial. E uma das sugestões seria a implementação em cada agência (ou carteira) de um indicador que explicite a qualidade dos cadastros dos clientes tomadores.

Indicador de qualidade cadastral frente ao risco: Terá como denominador a totalidade de clientes com dívida ativa em crédito. E o numerador será a quantidade desses devedores que têm cadastro atualizado. Portanto, excluindo da fórmula todos os devedores com cadastros desatualizados.

Ex: Uma agência possui 2.700 clientes ativos, sendo 1.000 com posições ativas em crédito. Destes 1.000 devedores, apenas 860 estão com o cadastro atualizado.

Dessa forma, 86% é o indicador de qualidade cadastral frente ao risco: (860/1.000) * 100.

Observe que, apesar de terem dívidas ativas, 14% desses clientes devedores restantes estão com o cadastro desatualizado, impondo a Singular um risco acima do contábil e do desejado frente aos preceitos da Governança. O objetivo é, portanto, perseguir os 100% desse índice.

Abaixo apresentamos sugestões e outros pontos de atenção para qualificar sua política de cadastro:

a) Temos necessidade de definir, de forma única, em nosso modelo de negócio, como faremos o melhor uso das facilidades tecnológicas para atualizar nossos cadastros, de tal sorte que isso nos dê, além dos benefícios processuais e de relacionamento, a devida segurança legal e comercial. Assim, para tanto, devemos obter o formal consenso dessas regras por aqueles que venham a nos auditar (Resolução 4.480/16. Abertura e Encerramento de Contas de Depósito por meio eletrônico).

b) Cada unidade de negócio ou Singular poderia adotar critérios necessários para uma primorosa primeira confecção e atualização cadastrais, visando mitigar os riscos e maximizar as oportunidades comerciais. Isso seria um exemplo de como podemos melhorar nossa gestão do cadastro PF frente ao risco. Dessa forma, serão atualizados com primor os cadastros de clientes que solicitarem ou tiverem posições devedoras acima de 5 (cinco) vezes a sua renda declarada (ex.). Os clientes abaixo desse parâmetro poderiam ter seus cadastros atualizados com ajuda da tecnologia, respaldados pela Res. 4.480/16 e pelo entendimento formal da auditoria externa.

c) Cadastros de PJ devem ser feitos da forma convencional, atualizados semestralmente ou diante de uma nova demanda creditícia e, quando possível, precedido de visita. Clientes PJ definidos como MEI (Microempreendedor Individual), que tenham mais de três clientes, apesar do risco potencialmente baixo quanto a uma eventual perda, devem ter cadastros feitos com o mesmo rigor.

d) Cresce de forma exponencial os MEI com uma ou, no máximo, duas fontes pagadoras. Esses cadastros devem ser feitos com total atenção à fonte pagadora, já que, muito provavelmente, sinalizam que seja, efetivamente, um “funcionário” de uma empresa que se beneficia das novas modalidades legais, que visam suavizar a carga e o risco do “empregador”. Assim, se essa fonte pagadora perder liquidez, o efeito na vida desse MEI será o mesmo que se ele fosse um CLT ligado a essa empresa. E, consequentemente, esses riscos requerem mais atenção.

e) Os cadastros de clientes que sejam funcionários formais de qualquer empresa, mesmo que essas não sejam nossos clientes, devem ser monitorados para que, havendo uma queda na classificação nos rating desses CNPJ empregadores (ou mesmo Recuperações Judiciais), possamos agir de forma proativa, mitigando eventuais perdas pela deficiência de liquidez da fonte pagadora. Essa ação requer autorização para acessar essas informações, mas, caso não a tenhamos, a prática indica que é possível, também, obter essas informações por meio do convívio social onde compete nossa equipe.

f) As eventuais aceitações de atualizações de renda pelo extrato de outros bancos, volume de crédito recebido em nossa conta corrente, ou outra forma mais “dinâmica”, inclusive quanto à comprovação de endereço, entre outros, devem estar formalmente normatizados em nossos manuais e pela empresa que nos audita, evitando estressantes descompassos legais. Alegar que o concorrente já pratica tal procedimento não valida legalmente a nossa adesão a essas práticas.

g) As formas de autenticarmos os documentos que recebemos como “cópia do original” devem ser revistas quanto a sua efetiva utilidade frente à modernidade tecnológica e normatização do Banco Central. Contudo, havendo ainda, eventualmente, essa necessidade processual, que essa identificação seja clara, inclusive quanto à data e o profissional que recebeu a cópia.

h) Clientes com menor risco como aplicadores/poupadores, usuários apenas de conta corrente, ou que comprarem alguma solução de nossos parceiros, entre outros, podem, em tese, nesse momento, terem seus cadastros atualizados de forma interativa ao acessarem nossas soluções tecnológicas, confirmando endereço, telefone, renda etc. Tudo isso normatizado e apoiado pela auditoria.

i) Devem ser feitas com prudência a compra de serviços externos que visam lapidar nossos cadastros, usualmente denominados de: “validação”, “enriquecimento”, “higienização”, “mineração” etc., tendo em vista que esses provedores devem garantir a origem lícita desses dados, para que não sejamos corresponsáveis frente à Lei Geral Brasileira de Proteção de Dados.

j) Para a efetiva utilidade do cadastro, devemos analisar se as suas atualizações são feitas com eficácia, em especial quanto à renda/faturamento, participação acionária, patrimônio, condição marital, contatos etc. . Isso, pois, há indícios de sistemas que “facilitam” essa “formal” atualização.

k) Devemos ter sistemas proativos que apontem as diversas peculiaridades de um cadastro, em especial quanto à sua renovação, seguindo, por exemplo, alguns dos temas aqui propostos. Assim, previamente, nossa força de venda receberá sinalizações para suas ações, e conseguiremos construir uma política moderna e coerente de atualização cadastral. Etc..

Reflexões finais: Sugerimos inúmeras reflexões para que tenhamos uma melhor qualidade em nossos cadastros, e isso só será possível com o empenho de nosso pessoal. Assim sendo, recordemos Eli Broad quando nos orienta que o desafio e recompensa constroem a lealdade e contextualiza em seu livro porque nem cogita nada menos do que a melhor entrega de seus comandados.

É tácito que o Risco é algo que nos impõe um grande estresse, e o seu pilar, o cadastro, deve sempre ser repensado para que busquemos sua qualidade total, algo na prática quase impossível. Mas, pelo menos, que nesse primeiro momento, sejamos eficazes na atualização cadastral de nossos devedores.

Tendo isso em vista, o indicador de qualidade cadastral frente ao risco monitora de forma simples esse problema e favorece que atinjamos esse plausível desafio. E, melhorando esse indicador, nossos profissionais serão recompensados pela superação do desafio e obterão a nossa lealdade.

Esses e outras dezenas de temas serão abordados em nosso 6º Workshop de Crédito a ser realizado em Foz do Iguaçu/PR dias 11 e 12/07/2019. Programe-se! Solicite mais informações pelo contato abaixo.

Concordar é secundário. Refletir é urgente.

Ricardo Coelho – Consultoria e Treinamento Comercial para o Cooperativismo de Crédito
www.ricardocoelhoconsult.com.br – 41-3569-0466 – Postado em 13/05/2019

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Turma da Mônica e Sicredi lançam desenhos animados sobre educação financeira

12 de Maio de 2019, 22:55, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Vídeos curtos estão disponíveis no YouTube. Iniciativa faz parte da Semana de Educação Financeira

São Paulo – Uma das iniciativas da Semana de Educação Financeira, que acontece entre os dias 20 e 26 de maio, a Maurício de Sousa Produções criou, em parceria com o banco cooperativo Sicredi, três desenhos animados da Turma da Mônica que falam sobre necessidade de controle da mesada, orçamento familiar e juros em uma linguagem acessível para crianças.

Os temas têm como base as três revistas em quadrinhos dos personagens sobre o tema, lançadas em 2018 e cujo conteúdo foi retirado dos materiais no Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central.

Cada vídeo têm um minuto e meio e todos estão disponíveis no YouTube (https://www.youtube.com/user/sicredioficial/videos) a partir desta segunda-feira.

Em conjunto com os vídeos, os parceiros também lançaram a quarta edição da série de gibis sobre educação financeira, com o título “Formas de Economizar”. A história aborda dicas de psicologia financeira, passando por técnicas de vendas sobre as quais o consumidor deve ficar alerta e também formas efetivas sobre como cortar gastos.

As histórias em quadrinhos são distribuídas em 1.700 agências do Sicredi em todo o País e também em escolas nas quais a Maurício de Sousa Produções tem parcerias.

Nesse ano, mais duas edições dos gibis dos personagens que falam sobre dinheiro serão lançadas. Os tópicos dos títulos serão “Poupança e Investimento”; e “Prevenção e Proteção”.

Fonte: Exame

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Gestão de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
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