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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Rede Ola.coop.br - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.


 


TOP COOPERS: O cooperativismo como agente de transformação social e de equidade financeira

23 de Janeiro de 2020, 19:00, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 1Um comentário

Sistema cooperativo financeiro comemora a evolução do setor em 2019 e se prepara para seguir em expansão aliando novas tecnologias aos seculares princípios que norteiam o cooperativismo.

Dando continuidade a série especial, e exclusiva, de entrevistas com os presidentes das principais cooperativas de crédito do Brasil, o TOP COOPERS – Cooperativas de Crédito, a MundoCoop conversou nessa semana com o diretor-presidente do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e representante do Sicoob, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu.

Uma das maiores instituições financeiras cooperativas do Brasil, o Sicoob reúne mais 4,5 milhões de associados. Com 435 cooperativas singulares, está presente em todos os estados, e em pelo menos 270 municípios é a única instituição financeira.

Marco Aurélio considera que as cooperativas de crédito têm importantes desafios a enfrentar como: a competição no setor financeiro, intensificada pela entrada de novas organizações; atender os objetivos da Agenda BC#, do Banco Central, o que exigiria ampliar a eficiência, modernizar processos e abordagens combinando digital e atendimento personalizado; e investir em tecnologia como fonte de soluções ao cooperativismo de crédito.

E ela, a tecnologia, tem se mostrado mesmo uma grande aliada, figurando cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. A pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que analisa a evolução dos investimentos e tendências em tecnologias utilizadas por instituições financeiras, aponta, por exemplo, que seis em cada dez transações bancárias já são realizadas por meio de aplicativo de celular ou internet banking.

À MundoCoop, o presidente do Bancoob analisa ainda a evolução do setor neste ano, e indica oportunidades e caminhos que o cooperativismo financeiro tem a percorrer.

Confira a entrevista na íntegra!

Que avaliação realiza sobre o setor de cooperativas de crédito em 2019, destacadamente a partir das alterações político-econômicas que estamos vivendo desde o início do ano?

Por mais uma vez o cooperativismo de crédito teve destaque de crescimento. Apesar das incertezas vigentes, o setor mostrou solidez e capacidade de expansão: a evolução do saldo de crédito do Sicoob foi de 11,02% (jan-set/2019) ante 3,19% (jan-set/2019) do Sistema Financeiro Nacional. A consolidação do atual nível da taxa básica de juros apresenta novos desafios às cooperativas, mas que têm sido enfrentados por meio de gestão capacitada, reequilíbrio das linhas de negócios, melhora na eficiência e priorização da estratégia comercial. A evolução das reformas estruturantes foi um dos fatores que aumentou a confiança do setor. Outro destaque foi o lançamento da agenda do Banco Central BC#, que apoia o segmento com ações que visam fomentar seu desenvolvimento em três vertentes estratégicas: fomento e atividade e negócios, aprimoramento da organização sistêmica e aumento da eficiência e aperfeiçoamento e gestão de governança. Ainda na Agenda, o BC aponta o cooperativismo como um dos principais vetores para atingimento de suas metas ao mesmo tempo em que seu presidente lança o desafio de crescimento ao setor. Essas iniciativas demonstram o reconhecimento da autarquia de que o cooperativismo financeiro é um agente transformador e gerador de justiça financeira.

O que podemos esperar do setor de cooperativas de crédito, e em particular do Bancoob e cooperativas Sicoob para o próximo ano? Quais os desafios a vencer?

O primeiro desafio é responder ao cenário competitivo do setor financeiro, recrudescido por novos entrantes como organizações não-financeiras e outras nativas digitais. Outro importante desafio são os objetivos previstos na agenda BC#. Não há dúvidas de que o setor trabalhará arduamente para atingi-los. Contudo, o ritmo atual não é suficiente e serão necessários saltos de eficiência para que isso aconteça. Logo, é imprescindível a ação coordenada dos sistemas cooperativos evitando sobreposições e identificando lacunas de atendimento. Torna-se também necessária a modernização de processos e abordagens, fazendo com que o investimento para ganho de escala seja minimizado. Combinar a eficiência do digital ao atendimento personalizado atual é a chave para o sucesso.

É possível apontar oportunidades abertas para o setor?

O cooperativismo financeiro brasileiro ainda responde por uma pequena parcela de mercado no Brasil quando comparamos com países de economias desenvolvidas pelo mundo. Esse comparativo ilustra a janela de oportunidade existente. O cooperativismo evoluiu seu portfólio e hoje disponibiliza produtos e serviços financeiros com a mesma diversidade que os grandes bancos. Quando a cooperativa formata sua oferta a partir de bons preços com a qualidade e os benefícios naturais do cooperativismo de crédito, a fidelização do associado é alcançada. Outra oportunidade advém do barateamento no acesso a tecnologias existentes, favorecendo aqueles com menos recursos a concorrerem em igualdade de forças. Portanto, é preciso buscar o uso eficiente dos recursos tecnológicos existentes ao ponto de que a escolha dos clientes seja pautada em posicionamento estratégico dos produtos e não por características provenientes do porte da instituição ofertante.

Já convivemos com inteligência artificial, internet das coisas… De que maneira as transformações digitais contribuem e/ou desafiam o cooperativismo de crédito?

A transformação digital atual gera oportunidades para as cooperativas financeiras como comentado. O desafio é saber utilizar essas ferramentas de forma que gere valor ao associado. Esse é um jogo para todo o mercado. É isso que permite que fintechs recém-criadas tornem-se concorrentes de produtos originários de grandes empresas tradicionais. Nesse novo cenário, a tecnologia é a oportunidade; a cultura interna, orientadora de como utilizá-la, é o desafio. As novas tecnologias já fazem parte das soluções desenvolvidas pelo Sicoob com resultados iniciais satisfatórios.

Apesar de grande parte das operações diárias serem feitas a distância, de forma digital, as cooperativas de crédito têm expandido suas agências físicas, não só nos pequenos, mas também em grandes municípios, na contramão dos bancos. Essa tendência deve permanecer? O que a instituição planeja nesse sentido para os próximos anos?

Os bancos vêm de um longo processo de expansão em que não havia um ambiente digital tão maduro quanto o que temos atualmente. Portanto, neste novo cenário, precisaram readequar seu modelo de abrangência buscando o equilíbrio entre digital e físico. O cooperativismo está no meio do seu próprio processo de expansão. Então, ainda há espaço para implantação de pontos de atendimento físicos até que seja atingido esse equilíbrio. Na medida em que o cooperativismo cresce, o ponto de equilíbrio comporta mais espaços físicos e, por isso, devemos ver abrirem muitas agências ainda por um bom tempo.

Por Nara Chiquetti – Redação MundoCoop

Fonte: mundocoop.com.br

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TOP COOPERS: Rumo ao primeiro milhão

23 de Janeiro de 2020, 18:49, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Cooperativas do Sistema Ailos iniciam 2020 com alta expectativa de crescimento, e veem na inovação tecnológica sua grande aliada.

Dando continuidade a série especial, e exclusiva, de entrevistas com os presidentes das principais cooperativas de crédito do Brasil, o TOP COOPERS – Cooperativas de Crédito, a MundoCoop conversou nessa semana com o presidente da Central Ailos, Moacir Krambeck.

Com atuação nos três estados do sul do País, o sistema Ailos soma 13 cooperativas de crédito espalhadas por mais de 70 cidades, e dispõe de cerca de 200 pontos de atendimento para se manter próximo a seus mais de 800 mil associados.

A MundoCoop ouviu a opinião do presidente sobre as perspectivas para o setor em 2020. Segundo Moacir, o objetivo é seguir em crescimento. A meta da instituição é chegar a 1 milhão de associados até o fim do próximo ano. E há mesmo muita gente para o cooperativismo de crédito conquistar. Segundo o Relatório de Cidadania Financeira do Banco Central, ao menos 14% da população brasileira em idade economicamente ativa não tem conta em instituições financeiras.

O presidente revela otimismo em relação ao setor com as baixas taxas de juros, inflação controlada. Krambeck destaca ainda os investimentos constantes em novas tecnologias. Recentemente, a instituição lançou um programa de inovação firmando parcerias com startups, com o objetivo de desenvolver e impulsionar produtos e serviços para oferecer novas experiências digitais aos cooperados.

Confira a entrevista na íntegra!

Que avaliação realiza sobre o setor de cooperativas de crédito em 2019, destacadamente a partir das alterações político-econômicas que estamos vivendo desde o início do ano?

As mudanças na política econômica de modo nenhum, acredito, afetaram as cooperativas até o presente momento. No entanto, no futuro, com certeza farão que elas se redesenhem, tendo em vista a possibilidade do Brasil chegar rapidamente a juros reais iguais a zero, já que poderemos ter no próximo ano a Selic em quatro proventos e a inflação no mesmo nível. Isso deve levar as cooperativas a outro patamar, para continuar a trazer os benefícios aos seus cooperados.

O que podemos esperar do setor de cooperativas de crédito, e em particular do Sistema Ailos para o próximo ano? Quais os desafios a vencer?

O sistema Ailos continuará a crescer com índices elevados, o planejamento estratégico está alinhado com propósito cooperativista e os colaboradores estão comprometidos com os objetivos. Acredito que o sistema Ailos terá avanços significativos, assim como todo o cooperativismo de crédito, tendo em vista as alterações da Lei complementar 130/09 [dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo], que possibilitará crescimento mais sustentável.

É possível apontar oportunidades abertas para o setor?

Acredito que há lugar para todos, especialmente ao cooperativismo, porque tem como foco as pessoas, ou seja, o cooperativismo promove inclusão às classes menos favorecidas para contribuir com a construção de um país – e mundo – mais justo, honesto, digno e transparente.

Já convivemos com inteligência artificial, internet das coisas… De que maneira as transformações digitais contribuem e/ou desafiam o cooperativismo de crédito?

Acredito que, se bem planejada, a utilização da Inteligência Artificial pode contribuir ainda mais para a fidelização dos cooperados. As cooperativas continuarão a expandir sua rede, mesmo com avanço das operações digitais, mas as futuras instalações não serão as mesmas, como a vemos hoje, serão, acredito, pontos de referência, assim como vem ocorrendo nos países mais desenvolvidos, onde a digitalização das operações já existe há muito tempo. Vale registrar que para resistir a todos esses avanços, o cooperativismo de crédito obrigatoriamente deverá se unir em uma única plataforma de prestação de serviço, pois a pressão dos custos exigirá isso.

Apesar de grande parte das operações diárias serem feitas a distância, de forma digital, as cooperativas de crédito têm expandido suas agências físicas, não só nos pequenos, mas também em grandes municípios, indo até na contramão dos bancos. O que o Ailos planeja nesse sentido para os próximos anos?

O cooperativismo tem o propósito de alcance maior do que outras instituições financeiras. Ou seja, de estar onde outros não conseguem estar, pulverizando os serviços para contribuir com a cidadania financeira. E isso não somente nas pequenas cidades, mas também nas periferias das cidades maiores. O cooperativismo é para todos: grandes e pequenos, pessoas que preferem o presencial e também para aqueles que preferem o digital.

Os planos de expansão das cooperativas Ailos são ousados e contemplam a abertura de novos Postos de Atendimento. Em alguns casos, a estrutura muda, ou seja, as unidades são mais enxutas, por conta dos serviços disponíveis através do autoatendimento. Porém, é importante que o cooperado saiba que possui um local e pessoas com quem pode sempre contar!

Vale lembrar também que o cooperativismo tem como missão ser eficiente, eficaz como instituição financeira, e a partir daí proporcionar a felicidade de seus cooperados, espero que jamais se distancie desse propósito.

Por Nara Chiquetti – Redação MundoCoop

Fonte: mundocoop.com.br

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Três artistas criam grafite de 480 metros quadrados que dá vida ao paredão da sede da Central Ailos, em Blumenau (SC)

23 de Janeiro de 2020, 18:47, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 1Um comentário

Pintura retrata a diversidade das pessoas que fazem o cooperativismo acontecer nas 13 cooperativas que integram o Sistema.

Um grafite feito em uma parede com 480 metros quadrados chama a atenção de quem passa pela Rua Humberto de Campos, nas proximidades da Central Ailos, em Blumenau (SC). Uma arte desenvolvida a seis mãos, foi inspirada no sentido da cooperação: as pessoas. Quiko Nuts, Pilaco e Felipe Coff foram os responsáveis por representar através do desenho todos aqueles que fazem o cooperativismo acontecer. A sede da central cooperativa está localizada na Rua General Osório, 1180, Bairro Velha.

Conforme a coordenadora de comunicação interna e endomarketing, Josiane Beatriz Gallassini, o trabalho expressa os princípios cooperativistas. “Optamos pelo grafite, pois é um movimento que se identifica com a comunidade, uma manifestação artística que, assim como o cooperativismo, surgiu de uma minoria”, explica. Outra ideia era a de valorizar os talentos locais. “Foi aí que encontramos o Quiko e lançamos o desafio de que ele não fizesse o trabalho sozinho, mas com a colaboração de outros artistas. Ficamos muito felizes com o resultado final desta ação e o entusiasmo dos profissionais”, complementou.

Segundo os artistas, sem as pessoas não há o cooperativismo. Por isso, eles escolheram três personagens para simbolizar o todo: uma senhora e dois jovens. A primeira simula a experiência, a família que é a base de tudo. Ela está no centro do desenho e possui cores alegres e vibrantes. Já a obra dos jovens remete à construção e o olhar para o futuro, demonstra o novo, onde se quer e se pode chegar. “Os personagens apresentados representam a comunidade como um todo, seus sonhos e formas de ver o mundo”, esclarece Quiko.

Sobre a Central Ailos
Constituída em setembro de 2002, a Central Ailos integra o Sistema Ailos. Através dela, acontecem a centralização e padronização de uma série de serviços administrativos e de apoio à gestão, garantindo um crescimento saudável de suas Cooperativas. O Sistema Ailos conta com mais de 820 mil cooperados, 13 cooperativas, mais de 200 postos de atendimento e R$ 8,8 bilhões em ativos. Com atuação nos três estados do Sul do país, possui mais de 3,6 mil colaboradores. As cooperativas que compõem o Ailos são: Acentra, Acredicoop, Civia, Credcrea, Credelesc, Credicomin, Credifoz, Crevisc, Evolua, Transpocred, Únilos, Viacredi e Viacredi Alto Vale.

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Sicredi financiou mais de 45% das instalações para geração de energia solar no RS em 2019

22 de Janeiro de 2020, 19:19, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Das 13,2 mil novas unidades geradoras de energia fotovoltaica no Estado, 6 mil contaram com liberação de crédito da instituição financeira cooperativa.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram instaladas no Rio Grande do Sul 13,2 mil novas unidades de geração fotovoltaica em 2019, um aumento de 164% em relação ao ano anterior. Desse total, 6 mil contaram com as linhas de crédito oferecidas pelo Sicredi, o que representa mais de 45% das instalações para geração desse tipo de energia.

“O Sicredi está atento às necessidades dos associados e à atual demanda por soluções mais sustentáveis, como a produção de energia limpa e renovável, o que resultou em um crescimento de 220% no número de operações dessa linha de crédito no último ano em relação a 2018”, destaca o vice-presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste, Márcio Port. Em valores financiados pelo Sicredi no RS, 2019 registrou volume de R$ 427 milhões, um aumento de 145% em relação a 2018, quando os financiamentos para aquisição de equipamentos para geração de energia solar atingiram R$ 174 milhões.

Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) indicam que a energia solar produzida no País representa 1,4% do total da matriz elétrica nacional. No ranking brasileiro de potência instalada, o RS ocupa a segunda posição, atrás apenas de Minas Gerais. Além do financiamento de energia fotovoltaica, o Sicredi oferece outras linhas de crédito que também contribuem com o desenvolvimento e a sustentabilidade como, por exemplo, o Pronaf ECO e a linha ABC (Agricultura de Baixo Carbono).

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Cresol remunera cooperados com juros sobre Capital Social

22 de Janeiro de 2020, 13:45, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

No final do último ano as cooperativas filiadas ao Sistema Cresol Baser creditaram aos cooperados R$ 20 milhões de juros ao Capital Social. Seguindo a tendência de crescimento das 22, a Cresol construiu uma relação de confiança com seus cooperados e com foco no relacionamento personalizado ampliou seu portfólio de soluções financeiras que atendem, hoje, todos os públicos.

Mais de 200 mil famílias em dez estados brasileiros foram beneficiadas, proporcionalmente, pela remuneração que somada ao capital social de cada sócio garante mais uma reserva que poderá ser usufruída no futuro.

“O capital social é uma reserva de segurança para o futuro do cooperado, que funciona como uma espécie de previdência com uma remuneração justa para que o recurso seja valorizado anualmente”, disse o superintendente da Cresol Baser, Adriano Michelon.

O cooperativismo se forma a partir de uma associação de pessoas que juntas destinam seus capitais sociais para compor o patrimônio de uma cooperativa para que ela possa operar e crescer. Os juros desse capital são remunerados ano a ano e divididos de forma proporcional entre os sócios. Este é um dos principais diferenciais entre as instituições financeiras cooperativas e os bancos.

O superintendente da Cresol lembra, ainda, que para a cooperativa o capital social representa um fortalecimento do patrimônio líquido, além de transparência na gestão dos recursos. “O capital social é uma fonte de recursos com menor custo, e possibilita que os cooperados obtenham linhas de crédito com prazos maiores de pagamento. Além disso, demonstra a importância do cooperado para a evolução da cooperativa e representa estabilidade financeira e segurança para a instituição”, finaliza Michelon.

Sobre a Cresol
Com mais de 20 anos de história, a Cresol é hoje uma cooperativa consolidada. Com sua sede em Francisco Beltrão, a Central Cresol Baser atua em dez estados brasileiros – Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Rondônia e Amazonas – e atende mais de 200 mil famílias cooperadas em 240 agências de relacionamento.

Hoje o sistema Cresol Baser representa mais de 56% da Confederação que é composta por quatro centrais. Crescendo a cada dia, o Sistema trabalha com foco nas pessoas, considerando a individualidade como algo determinante para ser a instituição financeira capaz de atender as necessidades do cooperado com sensibilidade e eficiência para que todos realizem seus sonhos, propósitos e negócios.

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Gestão de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
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