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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Rede Ola.coop.br - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.


 


BNDES e OCB firmam acordo para fomentar investimentos e aumentar competitividade das cooperativas

21 de Fevereiro de 2020, 9:30, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Objetivo também é aumentar a capilaridade do crédito, principalmente em áreas não bancarizadas.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmou nesta quarta-feira, 12/02, acordo de cooperação com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Com vigência de cinco anos, o acordo busca a divulgação permanente e atualizada das políticas e formas de atuação do BNDES, para promover o acesso das cooperativas às suas linhas, e o intercâmbio de informações, para aprimorar o fomento a investimentos que aumentem a produtividade, sustentabilidade e competitividade das cooperativas.

O acordo foi assinado pelo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e pelo presidente da OCB, Márcio Freitas, em durante evento realizado na sede da instituição no Rio de Janeiro. Para o presidente do BNDES, o cooperativismo se alinha aos caminhos da economia moderna. “As relações passam a ser cada vez mais de cooperação, parceria e colaboração do que uma simples relação entre fornecedor e cliente ou empregador e empregado”, ponderou. “É isso que faz uma economia mais eficiente, uma sociedade mais justa e um país mais desenvolvido”.

Montezano ressaltou ainda que as micro, pequenas e médias empresas são, ao lado da infraestrutura, um dos carros-chefes do BNDES. “Ao abrir o BNDES para mais parcerias e para mais colaboração, a gente tem condições de criar muitas soluções melhorar o Brasil, melhorar a capacitação na última milha e melhorar a irrigação de crédito para o micro e pequeno empresário brasileiro”, declarou.

O banco de fomento vê na parceria com a OCB uma forma de obter capilaridade para estar mais presente em cada região brasileira, abrindo novas oportunidades de negócios e acesso a crédito, com geração de emprego, renda e impacto nas economias locais. O acordo se alinha ao plano trienal do BNDES, cujo mapa estratégico destaca o fomento e estruturação de projetos; o fortalecimento do portfólio de produtos e canais de distribuição; a diversificação das fontes de financiamento; e a melhoria da estrutura, processos e relacionamento com foco nas pessoas.

Pelo acordo, a OCB divulgará as formas de apoio oferecidas pelo BNDES aos cooperados e encaminhará ao banco de fomento ou aos seus agentes financeiros credenciados oportunidades de financiamentos. O BNDES, por sua vez, fornecerá à OCB informações, treinamentos e material de divulgação sobre suas formas de apoio.

As duas instituições desenvolverão ações conjuntas para ampliar o conhecimento dos associados do Sistema OCB sobre a atuação do BNDES e melhorar as formas de acesso aos produtos e canais destinados às cooperativas. Foi elaborado um plano de trabalho, que detalha ações em cinco eixos: orientação e capacitação para acesso a crédito; oficinas, cursos e seminários; comunicação e divulgação de produtos; geração de inteligência institucional; e integração com o processo de apoio financeiro do BNDES. Cada partícipe custeará suas próprias ações, não havendo, portanto, transferência de recursos entre eles.

Fonte: Agência de Notícias e mundocoop.com.br

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TOP COOPERS: Inovação é investimento

21 de Fevereiro de 2020, 9:25, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Dando continuidade a série especial, e exclusiva, de entrevistas com os presidentes das principais cooperativas de crédito do Brasil, o TOP COOPERS – 20, a MundoCoop conversou nessa semana com o diretor-presidente da FNCC (Federação Nacional das Cooperativas de Crédito), Wanderson de Oliveira.

Formada para representar cooperativas associadas, junto aos órgãos governamentais, instituições financeiras e todo o segmento de cooperativismo de crédito, a Federação tem a missão de proporcionar suporte técnico, estratégico e político para que as cooperativas de crédito possam se fortalecer, profissionalizar e praticar os princípios cooperativistas.

A Federação trabalha junto às entidades e órgãos estaduais e federais com o intuito de promover a melhora de condições de vida de seus associados, de forma consistente e estruturada e com uma gestão participativa e transparente.

À MundoCoop, o diretor-presidente da FNCC analisa ainda a evolução do setor de crédito neste ano e indica oportunidades e caminhos que o cooperativismo financeiro tem a percorrer com a evolução constante das tecnologias.

Confira a entrevista na íntegra!

Qual avaliação realiza sobre o setor de cooperativas de crédito em 2019, destacadamente a partir das alterações político-econômicas que vivemos no ano?

O Cooperativismo de Crédito Nacional continuou crescendo em 2019, a exemplo do que ocorreu nos anos anteriores, em operações de crédito, depósitos, número de associados, agências, postos de atendimento.O novo Presidente do Banco Central e sua Diretoria têm demonstrado total apoio ao Cooperativismo de Crédito, incluindo as Cooperativas na Agenda BC#, adotando medidas para melhora da governança, da organização sistêmica, além de permitir que as Cooperativas operem com novos produtos financeiros, como poupança rural, letra financeira, entre outros.O Presidente Roberto Campos também lançou alguns desafios para o Sistema como as Cooperativas chegarem a 20% de participação no SFN em 2022. Portanto a atual Diretoria do BACEN continua a ver as Cooperativas como um importante player do mercado, que com nossa filosofia de ajuda mútua, voltada para as pessoas, leva melhor serviços financeiros a população e com taxas justas. As Cooperativas estimulam maior competição nas regiões onde elas atuam, reduzindo assim os spreads bancários.

O que podemos esperar do setor de cooperativas de crédito, e em particular da FNCC, para 2020? Quais os desafios a vencer?

A expectativa para o Cooperativismo de Crédito é a melhor possível na medida em que a população começa a conhecer melhor as vantagens e diferenciais do Sistema, as Cooperativas melhoram a sua gestão, e o Governo apoia o modelo. Em relação a FNCC, passamos de 16 para 40 Cooperativas Federadas em praticamente um ano, o que demonstra a credibilidade da instituição e aumenta a nossa responsabilidade em oferecer cada vez mais soluções, produtos e serviços para que as Federadas possam atender adequadamente as legislações vigentes, se mantenham competitivas, e ofereçam bons serviços para os seus cooperados. Entendo que em 2020 temos de buscar uma maior padronização dos processos, procedimentos, fornecedores, prestadores de serviço das Federadas, estruturar melhor a área de gerenciamento de riscos e compliance, apoiar as Cooperativas no desenvolvimento de soluções tecnológicas e digitais. Também temos de aumentar os fóruns para discussão de temas estratégicos como: enfrentamento da concorrência, que aumenta a cada dia com novos players no mercado, Selic baixa, maior nível de regulação, necessidade de ganhos de escala.

É possível apontar oportunidades abertas para o setor?

O Cooperativismo de Crédito ainda tem pequena participação no SFN, em torno de 4%, em comparação com países desenvolvidos onde as Cooperativas possuem market share superior a 20%. E essa expansão tem espaço tanto nos centros urbanos como no interior do país, onde em muitos casos os bancos não têm interesse em atuar. Como disse, na medida que o Sistema vai ficando mais conhecido pela população, a tendência é de que as pessoas se associem as Cooperativas, já que os nossos diferenciais são grandes em relação aos bancos e demais instituições financeiras do mercado.

Já convivemos com inteligência artificial, internet das coisas e muitas outras tecnologias. De que maneira as transformações digitais contribuem e/ou desafiam o cooperativismo de crédito?

Um dos grandes desafios é acompanhar a velocidade dessas mudanças, de forma que o Cooperativismo não fique para trás. Isso exige profissionais que vivem o mundo das tecnologias e das inovações digitais, exige também muito investimento. Mas é um caminho sem volta, as novas gerações já esperam e demandam essas soluções digitais, e as demais gerações também começam a migrar para este ambiente. As Cooperativas que não acompanharem essas transformações correm sério risco de perderem mercado, já que a tecnologia também reduz custos, o que é fundamental num negócio que a cada dia as margens diminuem e o ganho de escala é necessário. O importante para o Cooperativismo é não deixar de lado a relação humana que é a nossa essência, entendo que uma coisa não exclui a outra. É fato que de modo geral, a tecnologia melhorou a vida das pessoas em todos os setores, trazendo facilidade, agilidade, autonomia, mas não podemos deixar de lado a relação humana.

Apesar de grande parte das operações diárias serem feitas a distância, de forma digital, as cooperativas de crédito têm expandido suas agências físicas, não só nos pequenos, mas também em grandes municípios, na contramão dos bancos. Essa tendência deve permanecer? Há um planejamento a respeito disso para os próximos anos?

Acredito que nos próximos anos essa expansão de agências físicas continuará acontecendo, já que é uma estratégia de divulgação do Sistema, é uma forma de se mostrar para as pessoas que ainda não conhecem, além de valorizar o contato pessoal, a conversa, o cafezinho, coisas estas que não temos mais nas demais instituições financeiras. As agências estão cada vez mais bonitas, agradáveis e com espaços para os cooperados se reunirem e falarem de projetos, negócios, realizações. Talvez no longo prazo, daqui há alguns anos, esse movimento seja ajustado na medida em que o Sistema se consolida.

Fonte: mundocoop.com.br

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BC quer que cooperativas dobrem número de empréstimos para reduzir juros

19 de Fevereiro de 2020, 17:55, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 1Um comentário

Em entrevista exclusiva ao UOL, o diretor de Fiscalização do BC (Banco Central), Paulo Souza, afirmou que o governo tem como meta estimular o cooperativismo de crédito no país. Para isso, quer aumentar de 9% para 20%, até 2022, a participação de mercado das cooperativas nas linhas de crédito em que são competitivas -entre elas estão crédito pessoal não consignado, crédito rural e capital de giro para empresas. Isso ajuda a aumentar a concorrência com bancos e diminuir os juros para empresas e o consumidor final.

Ele também declarou que o BC vai tomar medidas para que os cooperados aumentem o volume de crédito tomado nas cooperativas. Atualmente, 24% das operações de crédito dos cooperados são feitas nas cooperativas e o restante em bancos tradicionais.

Até 2022, o BC espera que os cooperados concentrem 40% do crédito tomado nas cooperativas. Souza também disse que essas medidas podem levar o total de ativos dessas instituições de R$ 296 bilhões em 2019 para R$ 545 bilhões em 2022.

Atender a quem ganha menos

Além de aumentar o tamanho das cooperativas de crédito no sistema financeiro, o BC quer mudar o perfil de renda dos cooperados e atender mais pessoas com menos renda. Atualmente 65% ganham mais de 10 salários mínimos. A meta do BC é que 50% tenham renda inferior a 10 salários mínimos até 2022.

“O Brasil possui 916 cooperativas de crédito e 10,1 milhões de cooperados. Se as cooperativas fossem uma única instituição financeira, já seriam o sexto maior banco do Brasil. Atualmente, representam 5% dos depósitos de todo o sistema financeiro. Na França, são 60% e, na Holanda, 39%. Há espaço para crescer no Brasil”, disse.

Força para as cooperativas crescerem

Atualmente, as cooperativas de crédito então presentes em 2.600 municípios, mas a participação nas regiões Norte e Nordeste ainda é pequena. A meta é aumentar de 13% para 25% o percentual de municípios atendidos nessas regiões.

Desde 2003 o BC regula as cooperativas de crédito no país e contribuiu com a lei editada em 2009 que cria o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. Enquanto 30 bancos foram socorridos durante a crise financeira, no caso das cooperativas foram apenas seis.

“O sistema cooperativo está mais maduro e o que o BC propõe nessa nova agenda é criar condições melhores para crescer. Para isso, já permitimos que as cooperativas façam captações de letras financeiras, de letras imobiliárias garantidas, de poupança imobiliária e de poupança rural”, afirmou Souza.

Atualização da lei do cooperativismo

Uma proposta de atualização da lei complementar nº 130, que trata da organização das cooperativas de crédito, será apresentada ao Congresso, em atuação conjunta do BC, do Ministério da Economia e da frente parlamentar do cooperativismo de crédito.

Para que os cooperados concentram mais operações dentro do sistema, será permitido que duas ou mais cooperativas do mesmo sistema se unam para atender uma operação de crédito de uma grande empresa.

Como as cooperativas têm limites de exposição aos clientes, assim como bancos tradicionais, nem sempre podiam atender a demanda de uma firma. Com a medida, as cooperativas do mesmo sistema dividirão os empréstimos, desde que respeitadas as normas de exposição aos clientes.

Mais serviços

Para fortalecer a governança dos sistemas de cooperativas de crédito, o projeto deve proibir que presidentes de cooperativas filiadas tenham vagas nos conselhos de centrais ou confederações.

Além disso, a proposta autorizará que as centrais de atendimento prestem serviços de risco de crédito e de auditoria. Antes, cada cooperativa era obrigada a ter esses serviços. “Essa medida vai reduzir custos. Queremos que as cooperativas foquem no melhor atendimento aos cooperados para gerar mais negócios”, disse Souza.

Outra mudança que será apresentada é para que um cooperado possa se manter filiado a uma cooperativa, mesmo que ele mude de cidade. Atualmente, ele só pode ser membro se residir na mesma localidade da cooperativa.

Fonte: uol.com.br

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Sicredi libera maior volume de crédito rural entre instituições privadas no 1º semestre do Plano Safra 2019/20

18 de Fevereiro de 2020, 17:35, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 22 comentários

Montante disponibilizado para associados do campo já ultrapassa R$ 12 bilhões; instituição estima disponibilizar R$ 20,1 bilhões até o final da safra atual.

Conhecido pela forte atuação no agronegócio brasileiro, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e presente em 22 estados e no Distrito Federal, disponibilizou R$ 12 bilhões em mais de 131 mil operações de crédito rural para os associados no primeiro semestre do Plano Safra 2019/20. Trata-se do maior valor liberado entre as instituições privadas que atuaram de julho a dezembro de 2019. Os dados constam no levantamento do Banco Central do Brasil (BC).

Considerando todas as instituições (públicas e privadas) que liberam crédito rural no atual plano safra, o Sicredi foi o segundo maior agente liberador. “Nossa instituição manteve seu tradicional desempenho, fornecendo crédito rural e outras soluções fundamentais para a sustentabilidade do agronegócio. O resultado nos seis primeiros meses do Plano Safra 2019/20 evidencia nosso compromisso de apoiar os associados com produtos e serviços adequados as suas necessidades, contribuindo para o seu crescimento”, destaca Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito do Banco Cooperativo Sicredi.

Para esta safra, a instituição financeira cooperativa estima viabilizar mais de R$ 20,1 bilhões em crédito rural, projetando atingir mais de 220 mil operações. O valor representa um crescimento de 12,3% nos recursos concedidos em relação ao ano-safra anterior, quando foram disponibilizados R$ 17,9 bilhões em 190 mil operações.

Do montante para o ciclo atual, a expectativa é disponibilizar R$ 17,5 bilhões em operações de custeio, comercialização e investimento, além de R$ 2,6 bilhões com recursos direcionados, oriundos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).

Sicredi é destaque no ranking de desembolsos do BNDES

Além do desempenho apresentado no primeiro semestre do Plano Safra 2019/20, o Sicredi também ganhou destaque, em 2019, no ranking de desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem como objetivo identificar o desempenho das instituições financeiras nas operações indiretas, isto é, aquelas em que o BNDES participa indiretamente no repasse de recursos por meio de um agente financeiro credenciado.

Na colocação geral, que leva em conta os desembolsos ao longo do ano de 2019, o Sicredi é o segundo colocado no ranking das Instituições Credenciadas das Operações Indiretas do BNDES, disponibilizando R$ 2,9 bilhões em 30 mil operações. Já nos repasses dos Programas Agrícolas, a instituição figura na 1ª posição entre as que liberaram crédito no âmbito do Inovagro. Nesta linha, o Sicredi aprovou 463 operações, liberando um total de R$ 312,9 milhões.

Nas linhas do Pronaf e do Moderagro, a instituição ocupa a 2º colocação entre as que mais desembolsaram crédito rural no ano passado. No Pronaf, o Sicredi disponibilizou R$ 1,1 bilhão em 19 mil operações, enquanto que no Moderagro foram liberados R$ 174,9 milhões em 569 operações. Já na linha Pronamp, a instituição financeira cooperativa ocupa o 3º lugar, com R$ 149,2 milhões liberados para os agricultores em 953 operações.

Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Cresol e BNDES comemoram parceria de 20 anos em evento voltado ao cooperativismo

18 de Fevereiro de 2020, 11:02, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Relação é celebrada em vídeo e livro entregue ao presidente do BNDES.

As duas décadas da parceria entre Cresol e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social foram celebradas durante o evento “O BNDES e Cooperativismo: uma parceria de propósito”, na quarta-feira (12). A cerimônia foi realizada no auditório Reginaldo Treiger, na sede do Banco, no Rio de Janeiro (RJ).

Promovido pelo BNDES para reforçar a relação com o cooperativismo, o evento contou com a participação da Cresol e de outras instituições financeiras cooperativas. Também estiveram presentes representantes da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

No evento, a Cresol resgatou a história com a entrega simbólica de um troféu e do livro dos 20 anos de parceria para o Presidente do BNDES, Gustavo Montezano. Um vídeo comemorativo foi exibido para os presentes após o ato.

Cledir Magri, Presidente da Cresol Confederação, e Adriano Michelon, Vice-Presidente da Cresol Confederação e Conselheiro do FGCOOP, fizeram parte da comitiva que representou o Sistema Cresol no evento e subiram ao palco. Para Magri, a relação com o BNDES evoluiu ao longo do tempo, permitindo realizar os mais diferentes sonhos dos cooperados.

“A parceria com o BNDES nos dá condição de crescer, sempre com uma gestão transparente e uma relação de confiança. Temos uma parceria de 20 anos com extremo sucesso, com mais de R$ 10 bilhões repassados para os nossos cooperados. Recursos com o carimbo do BNDES que ajudaram a realizar sonhos de milhares de famílias. Em nome do Sistema Cresol, temos o sentimento de gratidão”, disse o Presidente da Cresol Confederação.

Adriano Michelon, Vice-Presidente da Cresol Confederação, relembrou a primeira ida ao BNDES, em 1999. Naquele ano foi firmado o convênio para repasse de Pronaf Investimento e de Microcréditos.

“Em 1999, quando eu estive aqui com dois colegas, não tínhamos dimensão de onde isso poderia chegar. E a forma como fomos recebidos nos comoveu. Essa caminhada de 20 anos sempre carregou esse tratamento carinhoso conosco. O BNDES é uma instituição valiosa, que dá muito orgulho e podemos ver que sempre há espaço para esse crescimento do cooperativismo”, valorizou Michelon.

Gustavo Montezano, Presidente do BNDES, apontou o caminho para o futuro: a cooperação. Para ele, essa previsão está alinhada com a relação entre o Banco e a Cresol, com muita história e espaço para crescimento.
O evento ainda contou com a assinatura de um ato de cooperação entre BNDES e OCB, firmado pelos Presidentes das instituições, Gustavo Montezano e Márcio Freitas.

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Gestão de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
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