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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Rede Ola.coop.br - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.


 


Presidente do Banco Central faz coletiva sobre medidas da instituição para combater efeitos do coronavírus

23 de Março de 2020, 13:15, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

SÃO PAULO – O Banco Central realiza coletiva nesta segunda-feira (23) sobre as medidas de combate aos efeitos do coronavírus na economia brasileira. Veja a coletiva clicando aqui.

Clique aqui e baixe a apresentação utilizada pelo presidente do Bacen.

O presidente do BC destacou que o ambiente precisa de taxa estimulativa, conforme foi ressaltado na própria ata do Comitê de Política Monetária (Copom), mas destacou que que o ambiente estimulativo não é refletido só na Selic, mas sim como nas medidas anunciadas nesta segunda-feira.

Campos Neto apontou que o BC está tranquilo em relação ao que o País atravessa e que tem arsenal para combater crise. O presidente ainda destacou que podem ser anunciadas novas liberações de compulsório.

Vale destacar que o BC anunciou nesta segunda-feira a redução da alíquota do compulsório sobre recursos a prazo de 25% para 17%.

“Temporária, a medida tem o objetivo de aumentar a liquidez do Sistema Financeiro Nacional”, destaca o BC em comunicado.

Segundo a autoridade monetária, a decisão faz parte do conjunto de ações adotadas pelo BC para minimizar os efeitos do coronavírus (Covid-19) sobre a economia brasileira.

“A estimativa é que a mudança resulte numa liberação de R$ 68 bilhões a partir do dia 30 de março. Em 14 de dezembro, caso a economia tenha atravessado a pandemia do Covid-19, a alíquota do compulsório sobre recursos a prazo será recomposta ao patamar anterior de 25%, reforça a instituição.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) ainda autorizou o Banco Central a conceder empréstimos a instituições financeiras garantidos em debêntures adquiridas entre 23 de março e 30 de abril de 2020. Trata-se de uma Linha Temporária Especial de Liquidez (LTEL).

O objetivo da linha é prover liquidez ao mercado secundário de dívida corporativa, fortemente afetado pela recente turbulência verificada nos mercados financeiros internacional e nacional, fruto dos reflexos da propagação do coronavírus.

Além das debêntures, o BC manterá, como garantia adicional, os recolhimentos compulsórios do banco no mesmo montante da operação.

“Com a medida, o BC espera aumentar a liquidez no mercado secundário de dívida privada, minimizando os efeitos da crise sobre o mercado de capitais. A adoção de linhas especiais de liquidez lastreadas em títulos de dívida privada vem sendo um instrumento amplamente usado pelos principais BCs do mundo em reposta à crise provocada pela propagação do Coronavírus (Covid-19), dentro de seus arcabouços e competência”, destaca em comunicado a autoridade monetária.

Além disso, para reforçar a capacidade de resposta ao regular funcionamento do Sistema Financeiro Nacional, o CMN aprovou a Resolução nº 4.785, que autoriza a captação Depósito a Prazo com Garantia Especial do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

“Conhecido no mercado como DPGE1, essa modalidade de depósito a prazo é garantida pelo FGC até o limite de R$ 20 milhões por titular e foi um instrumento utilizado com sucesso para da liquidez ao mercado no momento de stress provocado pelos efeitos da crise mundial de 2008 no Brasil”, destaca o BC.

O DPGE deve ter valor mínimo de emissão de R$ 1 milhão, e prever prazo mínimo de doze meses e máximo de vinte e quatro meses, sendo vedado o resgate antecipado.

As instituições estão autorizadas a captar em DEPG1 o valor equivalente ao seu patrimônio líquido, limitado a R$ 2 bilhões por conglomerado, e as emissões poderão ocorrer até o início de 2022.

“Para fazer jus à garantia especial, as instituições devem recolher ao FGC contribuição mensal equivalente a 0,03% do saldo captado. Caso a instituição emitente ofereça contragarantias ao FGC na captação, operação conhecida como DPGE2, a contribuição especial é reduzida para 0,02%”, destaca a instituição.

A resolução também modifica a metodologia de cálculo da contribuição adicional das instituições associadas ao FGC, criada no ano passado, de forma a excluir as captações pulverizadas (até R$ 5 mil) do saldo sujeito à contribuição adicional, e prorroga a data de início da sua incidência para julho de 2021.

Fonte: Infomoney

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Covid-19: Suspensão do atendimento presencial nas agências do Sicoob ES

23 de Março de 2020, 13:00, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Os atendimentos presenciais nas agências do Sicoob ES serão suspensos a partir desta segunda-feira (23), com previsão de retorno no dia 6 de abril próximo. A medida segue orientação do Governo do Estado.

Para preservar a saúde dos cooperados e dos profissionais, a instituição financeira cooperativa recomenda a realização das operações por meio de canais digitais, como o aplicativo Sicoob e o Internet Banking.

Estas ferramentas viabilizam a realização de operações como pagamentos, consultas de saldos e extratos, transferências, investimentos, débito automático, empréstimos (simulação e contratação), extrato das faturas de cartões e recarga de celular.

Serviços internos

Internamente, serão mantidos alguns serviços e o atendimento de casos específicos, como o adiamento de prazos e a liberação de crédito emergencial para pessoas e empresas prejudicadas pela pandemia. Esse suporte será realizado das 12 às 15 horas.

O diretor-executivo do Sicoob ES, Nailson Dalla Bernadina, destaca que os associados podem entrar em contato com a cooperativa por meio do chat, no aplicativo.

Prevenção

As orientações indicadas pelo Ministério da Saúde foram adotadas pelos colaboradores, como higienizar constantemente as mãos com água e sabão, usar álcool em gel, evitar aglomerações, manter os ambientes ventilados e não compartilhar objetos pessoais.

Os funcionários que fazem parte do grupo de risco já tinham sido orientados e liberados para permanecer em casa. Além destes, outros colaboradores estão atuando em sistema de home office desde o início desta semana.

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COVID 19: Por que o cooperativismo (principalmente o financeiro) se torna relevante em tempos de adversidade?, por Giovana Pedroso

23 de Março de 2020, 11:55, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

A cooperação nunca fez tanto sentido quanto nos dias que estamos vivendo. A palavra “cooperar”, no seu sentido mais puro, é operar em conjunto. É a ação coletiva em prol de um sonho ou objetivo comum. É diferente de colaborar. Esses dois verbos são comumente confundidos, mas a colaboração não pressupõe o “almejar” junto.

Em tempos de pandemia, um cenário jamais vivido ou sequer imaginado pela maioria de nós, a cooperação é uma condição essencial. Devemos sonhar, acreditar e agir juntos para que tudo isso passe rápido e deixando o menor dano possível.

No sul de Santa Catarina, uma empresa doou mais de 20 mil máscaras para um hospital. Nacionalmente, uma empresa não produzia, mas se dispôs a fabricar álcool em gel neste momento. A imprensa também mostra médicos que, voluntariamente colocam-se à disposição para trabalhar na linha de frente dos atendimentos. Já nas redes sociais, “viralizaram” as fotos de cartazes em portas de apartamentos, com jovens colocando-se à disposição de idosos para irem ao supermercado por eles. Até mesmo as nações que já decidiram fechar fronteiras! Tudo isso, neste momento, é cooperar. É atuar em conjunto por um objetivo em comum: frear o vírus, preservar vidas, resguardar o nosso sistema de saúde e, consequentemente, a economia.

A propósito, embora seja importante não perder de vista esses bons exemplos, não dá pra fechar os olhos para o impacto financeiro provocado pelo novo coronavírus. Então, é válido o recado: não deixe de comprar dos pequenos estabelecimentos que oferecem os serviços essenciais. Se possível, com o apoio da tecnologia bancária, não deixe de pagar a diarista, a academia… tente da sua maneira e, dentro das suas possibilidades, manter a roda da economia girando.

Olhar para o outro com preocupação verdadeira e não abandonar o associado em momentos de maior dificuldade, é algo que as cooperativas financeiras historicamente fazem bem. E isso tem uma explicação histórica. A maioria dessas instituições nasceu, justamente, em momentos de adversidade e escassez de recursos.

Sistemas cooperativos anunciam medidas emergenciais para os sócios

O Sicoob, por exemplo, anunciou nesta semana que está abrindo uma linha de crédito para atender os cooperados afetados e que vai reestruturar, e não simplesmente adiar, o prazo das operações em curso.

O Sicredi adotou a postura de prorrogar operações de crédito e manter suas linhas ativas, avaliando com cuidado caso a caso, para dar suporte aos associados e manter a atividade econômica. Uma das cooperativas vinculadas a esse sistema, a Sicredi Pioneira do Rio Grande do Sul, anunciou ações de crédito emergenciais para o setor turístico, uma cadeia produtiva das mais afetadas pelo vírus.

A Unicred Sul Catarinense, umas das cooperativas vinculadas à Unicred, oferecerá aos seus cooperados com obrigações em dia, uma carência de até 90 dias para voltar a pagar os empréstimos. Eles terão duas opções que serão expostas pelos gerentes de relacionamento, caso a caso, aos próprios sócios.

Valorizar o posicionamento destes sistemas e dos demais que ainda irão se pronunciar, é reafirmar, em tempos de adversidade, a relevância do cooperativismo para o Sistema Financeiro Nacional.

Giovana Pedroso é jornalista e especialista em gestão de cooperativas de crédito pela USP/ESALQ.

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Covid-19: Cooperativas do Sistema Ailos tomam medidas para prevenção com suspensão do atendimento presencial

20 de Março de 2020, 15:04, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Com mais de 850 mil cooperados, o Sistema Ailos entende que este é um momento ímpar de precaução da necessidade do pensamento coletivo. Por isso, as 13 cooperativas que integram o Ailos estão com os postos de atendimento fechados para ações presenciais pelos próximos dias. A rede de caixas eletrônicos segue operando, com cuidados reforçados na higienização dos ambientes. O aplicativo, internet banking, SAC e suporte através do chat no site seguem atuando. A orientação do Ailos é que os cooperados se informem e utilizem preferencialmente os canais online, a fim de evitar contato físico.

Uma equipe interdisciplinar dedicada ao tema realiza reuniões de forma remota para acompanhar as definições nacionais e estaduais sobre o coronavírus e tomar as medidas cabíveis.

O foco agora é na prevenção e na manutenção da saúde e na integridade física dos colaboradores, cooperados e seus familiares.

O www.ailos.coop.br e os sites individuais de cada cooperativa são as fontes oficiais para qualquer dúvida.

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Cooperativismo de crédito aumenta PIB per capita de municípios em 5,6%

20 de Março de 2020, 13:36, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Estudo desenvolvido pela FIPE revela o impacto sócio-econômico do cooperativismo de crédito no Brasil.


​Nos municípios brasileiros em que está presente, o cooperativismo de crédito incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita em 5,6%; o emprego formal, em 6,2%; e o salário médio, em 1%, além de mobilizar R$ 2,45 em renda a cada R$ 1 concedido e de gerar um posto de trabalho a cada R$ 35,8 mil concedidos pelas cooperativas.

Os dados estão no estudo Benefícios econômicos do cooperativismo de crédito na economia brasileira, feito recentemente em parceria pelo Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Solidez
De acordo com o trabalho, as cooperativas de crédito estão presentes em 47% dos municípios do país. Ainda segundo a pesquisa, “ao longo dos últimos 30 anos, elas têm ampliado de forma consistente sua presença, por meio da constituição de novas cooperativas, da expansão dos postos de atendimento ou do aumento do emprego formal atrelado diretamente ao setor”.

Quando se leva em consideração a região, elas têm se consolidado em locais onde tradicionalmente estão presentes, como nos três estados do Sul – que juntos contam com 30% das cooperativas do país – e no Sudeste (preponderantemente em São Paulo e Minas Gerais, com 21,4% e 19,8%, respectivamente). E têm se expandido para o Centro-Oeste e o Norte.

Segundo a pesquisa, “as cooperativas de crédito têm se solidificado no mercado doméstico como uma alternativa de acesso ao crédito e demais serviços bancários e financeiros em condições mais vantajosas e menos onerosas para famílias e empresas”. O trabalho revela que, no segundo trimestre de 2019, os juros cobrados pelas cooperativas às microempresas, com recursos livres, estavam em 35,1%, contra 57,5% cobrado ao setor pelos bancos.

O estudo estimou em quase R$ 21 bilhões o impacto médio anual do crédito ofertado pelas cooperativas sobre a economia brasileira entre 2012 e 2018.

A capilaridade do segmento também tem registrado um aumento constante. Em 2014, eram 3.889 postos de atendimento. Em 2018, já contava com 9.167 postos em sua rede.

Para Harold Espínola, chefe do Desuc, “o estudo revela em bases científicas os impactos positivos que o cooperativismo leva diretamente às comunidades e às regiões onde está inserido e, por consequência, à sociedade em geral. O Brasil é da diversidade e o cooperativismo também – por isso tem potencial para ir bem adiante”, avalia.

Em todo o mundo, o cooperativismo – em todos os seus ramos, incluindo o de crédito, congrega 2,94 milhões de cooperativas e 1,218 bilhão de associados, informa a pesquisa.

BC
No Banco Central, o cooperativismo é observado de perto pelo Desuc, a quem compete a supervisão do setor. Para 2020, o Banco pretende fomentar e implementar uma série de melhorias relacionadas ao assunto. Veja quais no vídeo com o diretor de Fiscalização do BC, Paulo Souza. O cooperativismo também é um dos eixos da Agenda BC#, na dimensão inclusão.

Fonte: Bacen

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Gestão de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
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