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11 de Outubro de 2014, 10:05 , por Cátia Andreia Dörr - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Acompanhe aqui, o dia a dia da Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia - Cooperfarms, com sede em Luís Eduardo Magalhães, oeste do Estado. À todos uma ótima leitura!

Informativo Cooperfarms - 11 Edição

25 de Março de 2015, 12:54, por Cátia Andreia Dörr - 22 comentários

Confira os destaques da 11ª Edição!

Acesse: http://goo.gl/BCfqPm



Cooperfarms participa da Beltwide Cotton Conferences 2015

28 de Janeiro de 2015, 11:25, por Cátia Andreia Dörr - 0sem comentários ainda

Entre os dias 05 a 07 de janeiro, uma comitiva baiana formada por produtores, pesquisadores e executivos ligada ao setor algodoeiro, entre eles, os diretores técnico e comercial da Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia (Cooperfarms), Celito Breda e Odair de Aguiar, respectivamente, estiveram na cidade de San Antonio, no estado do Texas/EUA, participando da Beltwide Cotton Conferences 2015, considerada o maior evento técnico do setor no mundo.

O formato do encontro proporciona um fórum para o intercâmbio intra e interdisciplinares em uma ampla gama de tópicos relacionadas à produção, através de apresentação de relatórios individuais de grandes pesquisadores, painéis de discussão, workshops e seminários.

Nesta edição, as discussões giraram em torno dos novos eventos lançados pela indústria, além de abordagens sobre o uso de novas tecnologias, controle de insetos, pragas, nematóides, variedades resistentes, controle de insetos, o impacto dos neonicotinoides sobre polinizadores, impacto das novas tecnologias no controle de pragas, manejo de irrigação, qualidade da fibra, nutrição das plantas, fisiologia, estresse hídrico, entre outros temas. 

Para Breda, também diretor da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e coordenador do Programa Fitossanitário da Bahia, ficou claro o forte investimento dos americanos em pesquisas. “Os americanos investem muito em pesquisas básicas. De maneira geral, mesmo com o número reduzido de participantes, por conta do desânimo em função do mercado de algodão, o evento foi válido. Em momentos de crise não podemos desanimar. Fomos atrás de informações e exemplos, e encontramos exemplos valiosos, que estaremos discutindo e vendo o que podemos implementar para melhorar a competitividade do algodão no Brasil e na região”, afirmou Breda.

 

Com informações ASCOM ABAPA e ABRAPA



Cooperfarms participa de Fórum de Dirigentes Cooperativistas em Sorriso/MT

6 de Dezembro de 2014, 21:14, por Cátia Andreia Dörr - 0sem comentários ainda

Há dois anos, a Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia (Cooperfarms) participa como ouvinte do Fórum de Dirigentes Cooperativistas do Agronegócio de Mato Grosso. O Fórum promovido pela Aprosoja, Sindicato e Organização de Cooperativas Brasileiras no Estado de Mato Grosso (OCB/MT) e a Associação Mato-grossense de Produtores de Algodão (Ampa), trabalha para a abertura de um grupo homogêneo de cooperativas focadas em resultados, ou seja, a estruturação de uma rede de cooperativas focada na geração de renda, criação de valor e ganho em escala.

Nesta quarta edição, realizada nos dias 20 e 21 de novembro, na cidade de Sorriso, região Norte de Mato Grosso, além do secretário executivo da Cooperfarms, Carlos Meurer, o convite foi estendido ao cooperado Marcelo kappes e o diretor administrativo, André de Oliveira.

Para Kappes, o fórum de Mato Grosso, aponta para um norte estratégico que o produtor baiano também deverá seguir se quiser permanecer no mercado, assim como o sistema cooperativista. “Hoje, nos trabalhamos de uma forma muito diferente do Mato Grosso, e que se observa de modo geral, é que precisamos a evoluir em muitos itens dentro do negócio cooperativa, principalmente na gestão e governança”, comenta.

A próxima edição do Fórum está agendada para os dias 15 e 16 de maio, em Cuiabá.

Foto: Arquivo Pessoal



Cooperados participam de treinamento de aplicação de defensivos

5 de Dezembro de 2014, 21:14, por Cátia Andreia Dörr - 0sem comentários ainda

Centenas de profissionais envolvidos com a prática de aplicação de defensivos agrícolas, entre eles, cooperados da Cooperfarms e de outros grupos acionistas do Consórcio Cooperativo Agropecuário Brasileiro (CCAB) que farão o uso de benzoato de emamectina - produto liberado em caráter emergencial no combate à lagarta helicoverpa armigera - participaram nesta última quarta-feira, 03, de um treinamento em segurança de aplicação de defensivos, no auditório da Fundação Bahia, em Luís Eduardo Magalhães. 

Conforme procedimento estabelecido pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), todos os profissionais (aplicadores, técnicos, agrônomos, agricultores e outros) deverão ser habilitados à prática, sendo de obrigatoriedade da empresa fornecedora, a promoção de treinamentos. 

O plano de segurança do produto – com a mesma importância de outros químicos - esteve na pauta do painelista convidado, especialista em segurança do trabalho agrícola, Luiz Castanheira.

Segundo ele, um dos grandes desafios da área, ainda é a conscientização do uso de equipamentos proteção. “O trabalhador consciente é aquele que exige do seu empregador as condições adequadas de trabalho e que aceita trabalhar protegido, sem reclamar que a roupa é quente ou desconfortável”, comenta.

Além disso, Castanheira ressalva outro detalhe: o conhecimento maior da legislação de aplicação de produtos agrícolas pelos profissionais que emitam as receitas agronômicas. “O engenheiro agrônomo é obrigado a prescrever aquilo que ele não aprendeu na universidade, e o que se vê é muita recomendação de uso equivocada e inespecífica em relação avaliação de risco”, alerta o especialista.



Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães ganha liminar da Monsanto

20 de Novembro de 2014, 19:53, por Cátia Andreia Dörr - 0sem comentários ainda

Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães ganha liminar da Monsanto

Às vésperas do plantio da soja no oeste da Bahia, uma liminar favorável emitida pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) tem motivado os sojicultores da região, que buscavam na justiça a suspensão da assinatura de “acordos” de contratos de compra e venda de sementes de soja com a tecnologia Intacta RR2 PRO, resistente a lagartas e tolerante ao herbicida glifosato.

A decisão concedida no último dia 03 de novembro derruba duas cláusulas: a que estabelece “o pagamento de royalties em favor da Monsanto, para hipóteses de sementes reservadas e/ ou destinadas ao pós-plantio e a renúncia, por parte dos produtores, de eventuais direitos à restituições e/ou indenizações de valores que detém junto à Monsanto, relacionados a algum problema havida com a tecnologia RR1”.

Entretanto, a ação beneficia somente produtores de soja associados ao Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, autor da ação, e com extensão de base nos municípios de São Desiderio, Riachão das Neves, Correntina, Jaborandi, Cristópolis, Baianópolis e Angical.

Em tese, a liminar autoriza até o julgamento final da demanda, “a liberação dos grãos, em favor de cada produtor individualmente, vinculada à informação que cada um deles fornecer ao Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, indicando a quantidade de hectares plantados com a soja INTACTA RR2 – PRO, devendo o referido Sindicato manter esse controle em relação aos produtores beneficiados”.

Segundo o Advogado Marcio Rogerio de Souza, integrante do Escritório MRS Slongo & Kappes Advogados, a decisão contribuirá para regular o mercado de sementes geneticamente modificadas, permitindo ao produtor a reserva de material (semente), principalmente, nos casos em que os preços praticados pelos licenciados da Monsanto estiverem acima do razoavelmente aceito.

“Nenhum produtor deixará de adquirir sementes da Monsanto se o valor for justo. Com esta decisão, o produtor que se cadastrar junto ao Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, não estará obrigado a recolher os royalties sobre a produção originada de semente reservada, seja no boleto ou na moega, economizando R$ 127,00 no boleto e 7,5% na moega por hectare plantado”, explica Souza.

Ainda de acordo com Souza, enquanto a decisão vigorar, outros benefícios de ordem econômica serão ser constatados, a exemplo, do aumento na rentabilidade do produtor com a diminuição dos custos de produção, mas alerta: “o produtor terá que ficar atento ao prazo de inscrição dos campos de sementes, junto ao Ministério da Agricultura”, ressalva.

DECLARAÇÃO DE INSCRIÇÃO

Com isso, o produtor rural associado, tem até o dia 19 de dezembro para emitir a declaração de inscrição de área para produção de sementes e de uso própria junto ao Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, mediante a apresentação de notas fiscais.

 

 

Fonte: Cátia Dörr Assessoria & Consultoria de Imprensa