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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.


 


Diretores da Cresol e Coasul discutem parceria durante reunião

30 de Setembro de 2017, 13:05, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Cerca de R$ 36 milhões em crédito rural de custeio foi repassado aos cooperados Cresol/Coasul na última safra.

Na sexta-feira, 22, diretores da Coasul – Cooperativa Agroindustrial de São João/PR– estiveram reunidos com Conselheiros e diretores da Central Cresol Baser para uma avaliação da parceria entre as cooperativas e também para uma visita às obras da nova sede da Cresol.

O Conselheiro Presidente da Cresol Baser, Luiz Levi Tomacheski, recebeu a comitiva da Coasul acompanhado do Presidente da Cresoltec, Alzimiro Thomé, do Diretor Executivo de Operações, Luiz Ademar Panzer, do Assessor Executivo Pablo Guancino, do Presidente da Cresol Base Sudoeste, Valmor Sangaletti, e dos gerentes regionais, Cleiton De Toni e Vandir Alves da Conceição.

Da Coasul, estiveram presentes os diretores Jacir Scalvi, Fiorivaldo Antonio Nunes da Silva e Jacir Colet, além dos gerentes do departamento administrativo José Paulo Follmann e Nilson Scopel.

Durante a reunião o assessor executivo da Cresol, Pablo Guancino, fez uma apresentação sobre os projetos com parceria entre as cooperativas, e demonstrou o montante de repasses que beneficiaram os cooperados das duas instituições. De acordo com o assessor, foram repassados, na última safra, R$ 36 milhões de crédito rural de Custeio aos cooperados Cresol/Coasul.

Para o Conselheiro Presidente da Central Cresol Baser, Luiz Levi Tomacheski, o valor representa um volume significativo de repasses em cada município onde há cooperativas Cresol e Coasul. “Por meio dessa parceria vimos o quanto o cooperativismo é importante para os agricultores e para o desenvolvimento de suas propriedades e comunidades. Estamos muito contentes com os resultados e continuaremos trabalhando, de cooperativa para cooperativa, para o crescimento de cada sócio”, destacou Tomacheski.

Durante a reunião também foi destacado o projeto Cresol Integra, que iniciou como piloto no sudoeste do Paraná com quatro aviários financiados para cooperados Cresol/Coasul. O projeto atende demandas de financiamentos para empreendimentos ligados à integração, principalmente na atividade avícola.

No final da reunião o Conselheiro Presidente da Cresol Baser entregou um cheque simbólico aos diretores da Coasul, com o valor da participação da cooperativa nas sobras da Cresol nos últimos três anos.

Após as discussões, os diretores fizeram uma visita as obras da futura sede da Central Cresol Baser.

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Sicredi registra R$ 1,2 bilhão de resultado e cresce 36,4% no 1º semestre de 2017 no país

28 de Setembro de 2017, 19:16, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,6 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – manteve o desempenho positivo no primeiro semestre deste ano. O resultado líquido da instituição cresceu 36,4%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 1,2 bilhão.

Em junho de 2017, os ativos atingiram R$ 72,8 bilhões, crescimento de 17,2% no comparativo com o primeiro semestre de 2016. Já o patrimônio líquido do Sicredi mostrou expansão de 19,3%, atingindo R$ 11,8 bilhões. O Índice de Basileia Aglutinado (análise gerencial que compara o patrimônio de referência de todas as entidades do Sistema Sicredi com os riscos de suas atividades) foi de 25,0% nesse semestre, indicando confortável situação patrimonial.

Gaúchos e catarinenses representam mais de 55% da operação

A Central Sicredi Sul/Sudeste, que abrange os estados do RS, SC, MG e ES, reúne 42 cooperativas e 682 pontos de atendimento, sendo 579 no RS e 103 em SC, atingiu os R$ 37,34 bilhões em Ativos Adm, registrando crescimento de 18%. Até o momento soma 1.746.298 associados, tendo aumentado 4%. O Patrimônio Líquido ficou acima dos R$ 5,50 bilhões, com uma evolução de 20,1% sobre o ano passado. Os Depósitos totais cresceram 17,8%, somando mais de R$ 21,77 bilhões. A Carteira de Poupança soma mais R$ 4,62 bilhões, avançando 34,1% no período. As Operações de Crédito Totais registraram 17,8% de crescimento, somando mais de R$ 16,89 bilhões. Estes números significam que, gaúchos e catarinenses, representam mais de 55% da operação e resultados do Sistema Sicredi no Brasil.

Poupança fomenta o crédito rural no País

Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 18,0% em depósitos totais. Nos depósitos a prazo, o crescimento foi de 14,0% no comparativo com o primeiro semestre de 2016, totalizando R$ 29,2 bilhões. No mesmo período, a poupança, um dos focos da instituição financeira cooperativa, teve um aumento de 32,9%, atingindo R$ 7,8 bilhões.

Uma das razões para o relevante desempenho em poupança é o próprio modelo de atuação do Sicredi. “No cooperativismo de crédito, os associados são os donos do negócio. Com isso, há um comprometimento não somente para manter os resultados equilibrados da cooperativa de crédito a qual se associaram, como também para fomentar o desenvolvimento local. E é justamente aí que entra a importância do incremento constante no volume de depósito em poupança, pois os recursos dessa captação são usados pelo Sicredi para fomentar o crédito rural”, destaca João Tavares, presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, que assumiu a nova função em junho deste ano.

Crescimento do crédito e baixa inadimplência: o segredo do Sicredi

No primeiro semestre de 2017, a carteira de crédito do Sicredi registrou R$ 37,0 bilhões, um incremento de 16,8% em relação ao mesmo período de 2016. Deste montante, 67% está em cidades de pequeno porte (até 50 mil habitantes) e 51% do crédito comercial para pessoa jurídica foi concedido para micro e pequenas empresas (faturamento até R$ 3,6 milhões anuais), evidenciando o suporte que a instituição financeira cooperativa proporciona a este segmento.

A carteira de crédito rural e direcionados fechou em R$ 15,9 bilhões, com crescimento de 22,8% em comparação ao mesmo período de 2016. No Plano Safra 2016/2017, foram liberados R$ 12,4 bilhões, 41% mais do que na safra anterior que foi R$ 8,8 bilhões, totalizando 175 mil operações e 104 mil associados atendidos, abrangendo mais de 1.500 municípios brasileiros. Mesmo com o crescimento da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se baixo, com 2,08.

Ampliação da presença nacional e número de associados

Ainda, em 2017, as assembleias reuniram 420.914 associados e convidados do Sicredi. “A assembleia é o momento em que o associado participa, sugere e decide, constituindo-se no principal canal de escuta aos associados. Nelas, as oportunidades de melhoria são registradas, com retorno pontual e local ao associado pela sua cooperativa de crédito, por meio de canais informais. O engajamento dos associados, no entanto, é frequente, realizado também no dia a dia das cooperativas de crédito integrantes do Sicredi, em 21 estados brasileiros”, explica Tavares.

Essa presença nacional ganhou ainda mais força com a consolidação da filiação da Central Norte Nordeste ao Sicredi e, também, a chegada da instituição financeira cooperativa ao Acre, com duas agências, pertencentes à Cooperativa Noroeste, filiada à Central Sicredi Centro Norte.

Conheça o Sicredi
NACIONAL – O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,6 milhões de associados, que exercem o papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi possui 116 cooperativas em 21 estados*, possui mais de 1,5 mil agências, gera 22,2 mil empregos diretos em 1.185 municípios no país. Em 197 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira presente.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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A possibilidade de recolhimento de FGTS para diretores não empregados das sociedades cooperativas, por Amílcar Barca Teixeira Júnior

28 de Setembro de 2017, 19:01, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

O artigo 47 da Lei nº 5.764 , de 16 de dezembro de 1971 dispõe que a sociedade será administrada por uma Diretoria ou Conselho de Administração, composto exclusivamente de associados eleitos pela Assembleia Geral, com mandato nunca superior a 4 (quatro) anos, sendo obrigatória a renovação de, no mínimo, 1/3 (um terço) do Conselho de Administração.

Pelo exercício da atividade administrativa eletiva, normalmente, os ocupantes dos órgãos de administração das sociedades cooperativas, bem como os membros do conselho fiscal, recebem honorários, gratificações e cédulas de presença. O recebimento de tais remunerações é uma medida justa, porquanto decorrente de efetivo trabalho em prol da cooperativa e de seus associados.

Neste caso, é oportuno lembrar que as pessoas eleitas para os cargos na cooperativa, ao fim e ao cabo, têm uma duplicidade de trabalho, considerando que, em regra, continuam exercendo suas atividades profissionais urbanas ou rurais ou empregos públicos ou privados, concomitante à atividade na cooperativa.

Ademais, observadas as regras de reeleição contidas na lei e nos estatutos desse tipo societário é possível que um dirigente exerça seu mister por vários mandatos. Acontece, porém, que durante o período de exercício de um ou mais mandatos, a legislação cooperativista prevê somente a possibilidade de remuneração conforme a previsão do artigo 44, IV, da Lei nº 5.764, de 1971 (Lei que define a Política Nacional de Cooperativismo e que institui o regime jurídico das sociedades cooperativas), não estabelecendo, contudo, qualquer outra garantia financeira que possa tornar atrativa tais funções.

Nesse sentido, é importante ressaltar que dada a responsabilidade assumida pelos ocupantes de postos diretivos ou de fiscalização nas cooperativas, situações que em muitos casos poderá ensejar, inclusive, o comprometimento do patrimônio pessoal desse público, há que se indagar até que ponto vale a pena, mesmo que em benefício da coletividade cooperativista, correr determinados riscos.

Em razão dos riscos decorrentes do exercício de funções administrativas eletivas, bem como fiscalizatórias, há que se considerar se não é chegada a hora de as cooperativas, visando manter a tranquilidade e perenidade dos seus membros, sugerirem às suas Assembleias Gerais, a possibilidade de implementação de recolhimento de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para os diretores não empregados, ou seja, aqueles eleitos na forma do inciso III do artigo 44 da lei nº 5.764, de 1971 (Art. 44. A Assembleia Geral Ordinária, que se realizarão anualmente nos 3 (três) primeiros meses após o término do exercício social, deliberará sobre os seguintes assuntos que deverão constar da ordem do dia:(…) III – eleição dos componentes dos órgãos de administração, do Conselho Fiscal e de outros, quando for o caso. Obs: De acordo com o art. 17 da Lei Complementar nº 130, de 2009, a AGO de cooperativa de crédito realizar-se-á anualmente, nos 4 (quatro) primeiros meses do exercício social).

Para tanto, a Lei nº 6.919, de 2 de junho de 1981, faculta a extensão do regime do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço a diretores não empregados, abaixo colacionado:

Art. 1º. As empresas sujeitas ao regime da legislação trabalhista poderão estender a seus diretores não empregados o regime do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (F.G.T.S.).
§ 1º. As empresas que exercerem a faculdade prevista neste artigo ficarão obrigadas a depositar, até o último dia de expediente bancário do primeiro decêndio de cada mês, em nome de cada um dos Diretores abrangidos pela decisão, importância correspondente a 8% (oito por cento) da remuneração paga ou devida no mês anterior, aplicando-se, no que não contrariar esta Lei, o disposto na Lei nº 5.107, de 13 de setembro de 1966.
§ 2º. O disposto neste artigo se aplica às sociedades comerciais e civis, às empresas públicas e sociedades de economia mista, às associações e fundações, inclusive as instituídas ou mantidas pelo Poder Público, bem como as autarquias em regime especial relativamente a seus diretores não empregados.
§ 3º. A aplicação desta Lei às empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público e autarquias em regime especial que possuem diretores não empregados fica sujeita a normas e diretrizes expedidas pelo Poder Executivo.

Art. 2º. Para os efeitos desta Lei, considera-se diretor aquele que exerça cargo de administração previsto em lei, estatuto ou contrato social, independentemente da denominação do cargo.

Art. 3º. Ao deixar o cargo por término do mandato sem que haja reeleição ou por deliberação de órgão ou da autoridade competente, o diretor poderá movimentar livremente a sua conta vinculada.

Art. 4º. Se o diretor deixar o cargo por sua iniciativa, a conta vinculada poderá ser utilizada, parcial ou totalmente, nas seguintes situações:
I – aposentadoria concedida pela previdência social;
II – necessidade grave e premente, pessoal ou familiar, por motivo de doença;
III – aquisição de moradia própria, observado o disposto no.
IV – aplicação de capital em atividade comercial, industrial ou agropecuária, em que se haja estabelecido;
V – aquisição de equipamento destinado ao exercício de atividade autônoma.
Parágrafo único. Mesmo sem deixar o cargo, o diretor poderá utilizar a sua conta vinculada na ocorrência das hipóteses previstas nos itens II e III deste artigo.

Art. 5º. Na ocorrência de falecimento do diretor, aplicar-se-á ao valor da sua conta o disposto na Lei nº 6.858, de 24 de novembro de 1980.

Art. 6º. No caso de o diretor ser destituído do cargo por motivo justo, a parcela da sua conta vinculada correspondente à correção monetária e aos juros capitalizados reverterá a favor do F.G.T.S.
Parágrafo único. Ocorrendo a hipótese de que trata este artigo, o valor dos depósitos somente poderá ser utilizado nos casos previstos nos artigos 4º e 5º desta Lei.

Art. 7º. O disposto nesta Lei não implica em criação ou alteração de quaisquer direitos ou deveres decorrentes da relação existente entre a entidade e o diretor, salvo quanto ao nela expressamente previsto.
Art. 8º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 9º. Revogam-se as disposições em contrário.

Como se pode observar, a possibilidade de recolhimento de FGTS para diretores não empregados das sociedades cooperativas está amparada em lei e sua implementação se dará mediante expressa autorização da Assembleia Geral dos associados, nos termos do artigo 38 da Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971.

Amílcar Barca Teixeira Júnior. Advogado em Brasília. Pós- Graduado em Gestão de Cooperativas pela Universidade de Brasília – UnB. Pós-Graduado em Direito Tributário pelo ICAT / UDF – Brasília – DF. Consultor Jurídico da Central das Cooperativas de Crédito do DF – SICOOB CENTRAL DF. Advogados de várias cooperativas singulares no DF/Brasil. Ramos: Trabalho, Crédito, Saúde, Educacional, Agropecuário, Transporte. COAUTOR dos seguintes livros: Participação de Cooperativas em Procedimentos Licitatórios, Cooperativas de Trabalho na Administração Pública, Cooperativas de Trabalho e o Termo de Conciliação Judicial AGU / MPT, Comentário ao Regulamento de Licitações e Contratos do Sistema “S”; Contribuições Previdenciárias à Luz da Jurisprudência do CARF, Tributação das Cooperativas à Luz da Jurisprudência do CARF, Direito Tributário e Educação. AUTOR do livro: Cooperativas Financeiras Aspectos Jurídicos e Operacionais Coletânea de Pareceres e Artigos. Membro e Professor do Instituto Brasileiro de Estudos em Cooperativismo – IBECOOP. Coordenador das Coletâneas Cooperativismo e IBECOOP da Editora Vincere – Brasília – DF. Foi conselheiro da 2ª Seção do CARF- Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda (Custeio Previdenciário), antigo Conselho de Contribuintes. Foi conselheiro da 2ª Câmara de Julgamento (CAJ) do Conselho de Recursos da Previdência Social – CRPS (Custeio Previdenciário). Foi Consultor Jurídico e Superintendente da OCB e do SESCOOP NACIONAL. Foi Superintendente da OCDF – Organização das Cooperativas do Distrito Federal e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Distrito Federal – SESCOOP – DF.

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Fórum do FGCoop debate gestão integrada de riscos

28 de Setembro de 2017, 18:38, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Brasília (27/9/17) – O fortalecimento da imagem institucional das cooperativas de crédito, bem como sua solidez e crescimento acima da média estão entre as principais linhas de ação que envolve a tríade Organização das Cooperativas Brasileiras, Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop) e Banco Central do Brasil.

Por isso, hoje, as três instituições iniciaram a segunda edição do Fórum de Monitoramento e Segmentação Prudencial para o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. O evento reúne em Brasília representantes do movimento cooperativista brasileiro, além de integrantes das equipes técnicas do Banco Central.

Durante a abertura do evento, o chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não-bancárias do Banco Central, Harold Espínola, reafirmou o forte compromisso da autarquia com o movimento cooperativista de crédito.

Renato Nobile, superintendente do Sistema OCB, também fez questão de ressaltar a importância do relacionamento entre SNCC e seu ente regulador. “Essa relação é sempre uma referência para nós, por isso, contar com a presença dos representantes do Banco é motivo de muita satisfação”, comenta Nobile.

O diretor executivo do Fgcoop, Lúcio Faria, explicou que, além da assistência financeira às cooperativas filiadas, cabe registrar que o Fundo está dedicado ainda a duas importantes ações: o aprimoramento de seu monitoramento e o seu planejamento estratégico, do qual resultarão projetos para o alcance dos objetivos definidos para cumprimento das finalidades do Fundo.

Confira a programação desta quinta-feira (28/9):

9 – Abertura
9h30 – Painel do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial.
11h – Debates e abertura para as perguntas previamente enviadas.
14h – Painel do Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro.
15h – Painel do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias
16h – Encerramento

Fonte: www.somoscooperativismo.coop.br

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Performance Competitiva e Horizonte Estratégico nas Cooperativas de Crédito foi tema de encontro das cooperativas de crédito na Bahia

26 de Setembro de 2017, 16:15, por Ana Paula Mamede - 0sem comentários ainda

Discutir o futuro do ramo crédito para o enfrentamento das constantes mudanças do mercado financeiro no país foi um dos objetivos do curso Performance Competitiva e Horizonte Estratégico nas Cooperativas de Crédito, realizado nos dias 18 e 19 de setembro, no auditório do Banco Central do Brasil, em Salvador.  A capacitação é fruto do Projeto OCB/DGRV em parceria com o Sistema OCEB, a Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB e a Confederação de Cooperativas Alemã – DGRV, e reuniu cerca de 90 representantes das cooperativas de crédito da Bahia, além de contar com a destacada participação de representantes do Banco Central do Brasil.

O presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio, recepcionou o público juntamente com o consultor da OCB/DGRV, Silvio Giusti, e do Gerente Técnico do Banco Central do Brasil na Bahia, Godofredo Massarra dos Santos, que destacou o papel do Banco Central para o Sistema Cooperativo de Crédito do país, além de apresentar o panorama das instituições bancárias no Brasil. “O objetivo desse curso é contextualizar o amplo conhecimento para que as cooperativas de crédito além de focarem em seus negócios, entendam o que está acontecendo no ambiente econômico atual”, afirma Massara. 

Durante os dois dias foram feitas reflexões sobre mercado, estímulos e estratégias, dando destaque para a participação das cooperativas e a situação geral das operações de crédito no país, além da discussão de temas, como: identidade cooperativa, perenidade e governança cooperativa e o panorama da situação econômica na Bahia. A Gerente Técnica do Banco Central do Brasil, Ormina de Almeida, disse que o curso consolidou a formação dos gestores e futuros sucessores nas cooperativas, pois a intenção é de que a cooperativa seja contínua no tempo.

A aproximação do Banco Central do Brasil com as cooperativas de crédito da Bahia foi um dos pontos positivos destacados por Josemir Pereira Soares, Diretor Operacional do Sicoob Central Bahia. Segundo ele, as cooperativas devem estar alinhadas para realizarem o efeito multiplicador de tudo o que foi tratado durante os dias do evento: “o curso foi extremamente importante para o processo de perpetuidade e continuidade das nossas cooperativas, pois nos permitiu um direcionamento para ampliar, cada vez mais, a nossa participação no mercado”, disse.

Para o Conselheiro Fiscal da cooperativa Sicoob Leste Bahia, José Carlos Santana, a iniciativa agregou conhecimentos extremamente importantes, principalmente no que tange às incorporações face aos problemas do atual sistema financeiro brasileiro. “Temos que nos unir cada vez mais para obtermos uma força maior no mercado. Saber que o Banco Central está mudando, gradativamente, a sua visão sobre cooperativismo e tendo o cuidado de fazer essa interlocução conosco é muito positivo”, destacou José Carlos.

De acordo com o consultor do projeto OCB/DGRV, Sílvio Giusti, as cooperativas de crédito da Bahia precisam estar atentas para as mudanças do mercado e ao futuro do segmento: “É preciso estar atento às mudanças e ao futuro do ramo do cooperativismo de crédito a nível nacional. O que foi discutido aqui, nesses dois dias, é um horizonte bom, um norte para que as cooperativas de crédito da Bahia se posicionem e resgatem a sua identidade cooperativa, além de atentarem para a política de sucessão, vislumbrando a oxigenação dos seus conselhos de administração, fiscal e diretoria executiva para a eternidade do ramo crédito no país”, afirmou Giusti.

Desde 2009, o projeto OCB/DGRV vem sendo realizado com sucesso no estado da Bahia, com atividades de capacitação voltadas para a gestão e o desenvolvimento das cooperativas de crédito visando o seu fortalecimento e crescimento no mercado. 

Por Ascom/OCEB.

Confira mais fotos do curso no site: http://www.bahiacooperativo.coop.br/ 



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Gestã de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
Tags deste artigo: crédito finanças banco cooperativa