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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados. Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.

Cooperativas oferecem a melhor opção de crédito do mercado

12 de Abril de 2017, 11:00, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Cooperativas oferecem a melhor opção de crédito do mercadoO grande diferencial das cooperativas são as taxas cobradas de quem toma crédito no mercado, sempre inferiores às praticadas pelas demais instituições financeiras. Essa vantagem se mantém, mesmo depois do governo federal ter anunciado o fim da isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

As cooperativas ainda são a melhor opção para quem precisa de crédito, por não visarem ao lucro trabalham com juros bem inferiores aos cobrados pelas demais instituições financeiras”, afirma o CEO da UNICRED do Brasil, Fernando Fagundes. (O fim da isenção de IOF – alíquota de 0,38% – entrou em vigor em 03 de abril.)

Na UNICRED, por exemplo, a taxa média de juros do cheque especial é de 10,8% ao mês, contra 12,5% mensais cobrados, também em média, pelos bancos.

A lógica do sistema cooperativo de crédito é distinta da de um banco comercial. “O objetivo final é o benefício ao cooperado por meio da expansão do crédito a custos acessíveis. Isso é possível porque o próprio participante aporta recursos ao sistema. Em um quadro de contração econômica e escassez de recursos, a alternativa do crédito cooperativo é ainda a mais atrativa”, finaliza o CEO da UNICRED.

SOBRE A UNICRED
A Unicred é uma instituição financeira cooperativa com origem na área médica e profissionais da área da saúde, atuando hoje de forma mais abrangente. Oferece os mesmos produtos e serviços dos tradicionais bancos, como: conta corrente, linhas de crédito e financiamentos, cartões, seguros, previdência, entre outros, mas com as vantagens de ser uma cooperativa de crédito. Conheça mais sobre a Unicred pelo site: unicred.com.br

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Planos de viagem? Momento é favorável para comprar dólares

12 de Abril de 2017, 10:55, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Sicredi Travel CardEspecialistas do Sicredi indicam as melhores opções para adquirir a moeda norte-americana.

Para muitas pessoas, viagens ao exterior são os momentos mais prazerosos da vida e uma das maiores e melhores recompensas pelo trabalho realizado ao longo do ano. Mas é necessário planejá-las, já que o custo cambial pode impactar o orçamento disponível para a tão sonhada viagem, ao convertermos o dinheiro brasileiro – o Real – para a moeda do país a ser visitado.

Em 2016, a taxa de câmbio do dólar atingiu as alturas. Porém, desde o início deste ano, a moeda norte-americana passa por uma trajetória de queda e a cotação do câmbio encerrou março de 2017 em R$ 3,17 para cada dólar, com o dólar turismo apresentando cotação média de R$ 3,28 no mesmo mês. A causa deste bom momento – para nós, turistas – são alguns fatores como a manutenção das commodities em patamar valorizado e a percepção de incertezas no cenário político-econômico dos EUA.

Como resultado da queda no valor do dólar, os gastos dos brasileiros no exterior cresceram 61,6% no mês de fevereiro em comparação com o mesmo período no ano passado, segundo dados divulgados pelo Banco Central do Brasil (BC).

A maioria das previsões dos economistas para cotação da moeda norte-americana vão na direção de alta, o que, se confirmado, torna a compra de dólares neste período de baixa um bom negócio para quem planeja viajar. E embora estejamos em um momento teoricamente favorável para a compra da moeda, Pedro Ramos, gerente de Análise Econômica do Banco Cooperativo Sicredi, alerta que a oscilação do dólar é muito alta, o que torna o indicador de difícil previsão. Mesmo assim, o especialista alerta que comprar em um momento de relativa baixa é favorável não só pela questão de taxa do câmbio, mas também por gerar a possibilidade de programar com mais assertividade o custo da viagem. “Esta é uma boa hora para tirar do papel aquela viagem planejada há tempos. Nossa estimativa é de que o dólar comercial, sobre o qual se baliza o dólar turismo, vá fechar a R$ 3,40 em 2017, mas, independentemente disso se confirmar, a compra antecipada garante o planejamento da sua viagem”, declara Ramos.

Muito mais que câmbio – Para aqueles que querem aproveitar o cenário de mercado atualmente favorável, o Sicredi – instituição cooperativa financeira com mais 3,5 milhões de associados e atuação em 20 estados brasileiros – oferece opções atrativas para associados que estão programando sua viagem de lazer, estudo ou a negócios no exterior e precisam adquirir moeda estrangeira de maneira rápida e segura.

Em parceria com a Cotação, empresa líder em câmbio turismo no País, o Sicredi oferece o cartão pré-pago internacional nas bandeiras Mastercard e VISA, que funciona para saque ou compra no exterior. De acordo com Roberta Magalhães, especialista de Câmbio Varejo do Sicredi, este produto tem sido uma opção cada vez mais usada por viajantes por proporcionar proteção e comodidade.

A especialista destaca que as vantagens do cartão pré-pago internacional são inúmeras: não tem cobrança de taxas ou anuidade e dá ao usuário a possibilidade de recarregar quando e onde quiser via internet ou aplicativo no smartphone. “Além da senha e chip para garantir a segurança, o usuário pode acessar on-line o extrato e movimentações de seu cartão ou dos cartões adicionais. Como pode ser portado e utilizado por menores de 18 anos, o produto é uma excelente opção para os pais quando seus filhos estão em intercâmbio ou viagem de turismo no exterior”, explica Roberta.

Outra vantagem adicional, com o cartão pré-pago o usuário não sofre com o risco de variação cambial, podendo criar uma “poupança” em moeda estrangeira comprada no momento de taxa de câmbio mais favorável. “O produto não tem juros de saque no exterior e o associado conta com a assistência do cartão, inclusive com a possibilidade de saques emergenciais em espécie no caso de perda ou roubo”, conclui a especialista de Câmbio Varejo do Sicredi. Os cartões pré-pagos Sicredi Travel Card estão disponíveis nas agências Sicredi em dólar americano, dólar canadense, dólar australiano, euro e libra.

Conheça o Sicredi

NACIONAL – O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, que exercem o papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, possui 1.523 agências, gera 20,4 mil empregos diretos em 1.171 municípios no país. Em 181 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira presente.

*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

CENTRAL SICREDI SUL (Consolidado RS e SC) – Reúne 42 cooperativas e 660 pontos de atendimento: 581 no RS e 79 em SC, atingiu o momento, R$ 33.84, bilhões em ativos, registrando crescimento de 16,50%. Até o momento somos 1.706.580 associados. O patrimônio líquido ficou acima dos R$ 5,01 bilhões, com uma evolução de 20,95% sobre o ano passado. Os depósitos totais cresceram 18,84%, somando mais de R$ 19,22 bilhões. A Carteira de Poupança alcançou mais R$ 3,73 bilhões, avançando 33,61% no período. As operações de crédito totais registraram 11,33% de crescimento, somando mais de R$ 16,13 bilhões.

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Confebras Realiza eleições na AGO

12 de Abril de 2017, 10:55, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Confebras DiretoriaNa AGO, além da prestação de contas e a discussão sobre o plano de trabalho para 2017, foi realizada a eleição para os Conselhos de Administração e Fiscal.

No último dia 10 de abril (segunda-feira), a Confebras realizou no Hotel Cullinan HPlus a AGO – Assembleia Geral Ordinária de 2017, a qual teve como pauta a prestação de contas, a eleição dos novos membros do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal, bem como a apresentação do plano de trabalho para 2017.

A AGO reuniu 21 participantes, contingente representativo de aproximadamente 70% do quadro social. A composição dos órgãos de governança da CONFEBRAS ficou assim constituída:

Conselho de Administração:
Diretoria Executiva
Presidente: Kédson Pereira Macedo – Sicoob Cooperforte
Vice-Presidente: Celso Ramos Régis – Sicredi União MS/TO
Diretor: Moacir Krambeck – CECRED

Demais Conselheiros
Marcelo Martins – Sicoob Central São Paulo
Maria Antônia de O. Bueno – Sicoob Central Cecresp
Rui Schneider da Silva – Sicoob Central SC/RS
Vitor Hugo Gomes – Sicoob Central Crediminas

Conselho Fiscal:
Titulares
Carlos Alberto Pio – Sicoob Planalto Central
Pedro Jaime de Araújo Caldas – Sicredi Planalto Central
Rodrigo Matheus Silva de Moraes – CNAC
Suplentes
Alberto Rikito Tomaoka – Sicredi União MS/TO
Gustavo Andre Lange – Cecrers
João Carlos Gonçalves Bibbo – FNCC (Sicoob)

Vale relatar que a AGO contou também com a presença do Superintendente da OCB, Sr. Renato Nobile, que, após os debates sobre os próximos desafios da Confebras, reafirmou a convicção do OCB e do CECO – Conselho Especializado de Crédito Cooperativo da OCB sobre a relevância da atuação da Entidade, como estrutura supra sistêmica, para o crescimento e sustentabilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo – SNCC.

Após as deliberações sobre as atividades da última gestão, ocorreram diferentes manifestações a respeito da elevação da carga tributária nas operações de crédito realizadas pelas Cooperativas de Crédito, com a cobrança de nova alíquota de IOF, imposta aos contribuintes tomadores de recursos. Opiniões foram expressas com a unânime preocupação que ocorram, num futuro próximo, outros fatos semelhantes que venham gerar dificuldades adicionais à atuação diferenciada das Cooperativas de Crédito em suas localidades. Assim, a décima sexta meta da Confebras para 2017 saiu desse debate: Empreender esforço institucional buscando a redução dos custos operacionais e tributários.

“Vamos colaborar e fortalecer a representação institucional do cooperativismo financeiro do Brasil. Este é o nosso grande desafio: colocar a Confebras no patamar que ela merece, que ela sempre deve estar, se ombreando às outras organizações parceiras do SNCC, de modo a revitalizar a missão e a luta pelo crescimento e a perpetuidade do cooperativismo financeiro no País.”

Com essas palavras, o recém eleito Presidente da Confebras, Sr. Kédson Macedo, encerrou a solenidade e convidou todos para o jantar de confraternização. Representantes retornaram para suas Instituições de origem com novas perspectivas para Confebras e reflexões sobre as ações que podemos realizar para proteger o SNCC.

Fonte: www.confebras.coop.br

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Sicredi em Mato Grosso atinge o resultado de 308 milhões em 2016

9 de Abril de 2017, 13:00, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Sicredi Mato GrossoO Sicredi Centro Norte alcançou crescimento de 7% em seus resultados no ano de 2016 em comparação ao ano anterior, foram R$308 milhões contra R$289 milhões em 2015. Com atuação nos Estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e agora Acre, o Sicredi registrou ainda um aumento nos depósitos totais de 21% em 2016, que chegou a R$3,9 bilhões, ante R$3,2 bi do ano anterior.

Sua atuação com os créditos direcionados, consolidam o bom momento da instituição financeira cooperativa: a oferta de BNDES saltou de R$952 milhões para R$1,2 bilhão em 2016, expansão de 26%; o FCO Rural e Empresarial (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) obteve um aumento de mais de 90%. No ano passado, os valores oferecidos chegaram a R$151 milhões contra R$79 milhões em 2015. Os créditos de Pronaf disponíveis também cresceram 38% e atingiram o montante de R$422 milhões, diante dos R$305 milhões de 2015.

“Estamos fazendo gestão constante junto ao Ministério da Agricultura, Banco do Brasil e governo do Estado para ter acesso a mais recursos do FCO. Este ano há disponíveis R$10 bilhões, em recursos para Centro Oeste, mas apenas 10% deste montante é direcionado as instituições parceiras, valor muito baixo. Temos capacidade para atender e ofertar muito mais. Pra se ter uma idéia, ano passado o Banco do Brasil (agente publico financeiro) deixou de emprestar mais de R$2 bi em FCO, número significativo, que deixou de ser aplicado”, informou presidente do Sicredi Centro Norte, João Spenthof.

CONTRATAÇÕES – Na contramão da economia, em que o desemprego ganhou patamares bem elevados, o sistema contratou na região Centro Norte do país, em torno de 760 pessoas, o que totalizou mais de 2,6 mil colaboradores. O Sicredi, por mais um ano foi considerado uma das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil.

“Priorizamos o atendimento especial no dia a dia, há sempre vários gerentes disponíveis para redução de tempo de espera pelo cooperado. Por isso nosso investimento em pessoas”, afirmou presidente.

TAMANHO – A capilaridade da instituição justifica crescimento: O Sicredi reúne 164 pontos de atendimento em Mato Grosso, Pará e Rondônia. E mais: em de 17 municípios mato-grossenses, o Sicredi é a única instituição financeira presente.

Em Mato Grosso, o Sicredi se aproxima dos 28 anos de atuação, com um quadro social composto por 363 mil associados. Seu patrimônio líquido registrou em 2016 o volume de R$ 1,8 bilhão, um crescimento de 20% em relação ao ano anterior, em que o montante era R$1,5 bi.

SICREDI NO BRASIL

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados e atuação em 20 estados brasileiros – registrou em 2016 crescimento de 36,1% e alcançou o resultado líquido recorde de R$ 1,96 bilhão. Deste total, R$ 452,7 milhões foram pagos via juros ao capital social dos associados. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) foi de 20,4%, aumento de 0.9 p.p. em relação a 2015. Os dados do combinado de 2016 incluem os números da Central Norte Nordeste, filiada ao Sicredi em março de 2016.

Os ativos totais apresentaram crescimento de 25,5%, na comparação com o ano anterior, totalizando R$ 65,9 bilhões. O patrimônio líquido registrou expansão de 33,6%, somando R$ 10,8 bilhões, em dezembro de 2016. O Índice de Basileia Aglutinado (análise gerencial que compara o patrimônio de referência de todas as entidades do Sistema com os riscos de suas atividades) foi de 24,2%, no final de 2016, indicando confortável situação patrimonial.

Em 2016, os depósitos totais fecharam com volume de R$ 42,9 bilhões, refletindo a ampliação da liquidez do Sicredi. Destaque para o crescimento dos depósitos de poupança, que obteve um incremento anual de 33,8%, totalizando R$ 6,9 bilhões. Esse aumento ocorreu em cenário adverso, no qual a caderneta de poupança no sistema financeiro terminou 2016 com captação líquida negativa de R$ 40,1 bilhões. A atuação regional contribuiu para a manutenção do ritmo de crescimento nas captações.

De acordo com o CFO do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares, 2016 apresentou diversos obstáculos para as empresas devido à instabilidade político-econômica. Porém, o Sicredi manteve sua performance e crescimento, expandiu sua atuação nacional com a filiação da Central Sicredi Norte Nordeste e superou os números do ano anterior. “O foco constante no associado mantido pelas nossas Cooperativas de Crédito e a manutenção de indicadores financeiros robustos, baseados em cenários de médio e longo prazo, nos permitiram concluir o ano de 2016 com resultados positivos”, afirma Tavares.

A carteira de crédito somou R$ 36,2 bilhões em dezembro de 2016, ampliação de 18,3% em 12 meses, apresentando desempenho positivo em todos os segmentos. Do valor total do ano passado, R$ 20,2 bilhões foram destinados para o crédito geral, enquanto R$ 16 bilhões foram alocados no crédito rural e direcionados.

O crescimento da carteira de crédito contrasta com o movimento registrado no mercado nacional, que reduziu sua carteira em 3,5%. Mais uma vez, a relação direta com as regiões colaborou para esse desempenho. Contribuiu ainda o uso de novas ferramentas de suporte à decisão: hoje, 40% das operações já contam com limite pré-aprovado e 78% das operações de crédito pessoal são feitas via canais como internet, mobile e caixas eletrônicos. Além de favorecer o crescimento, o uso intensivo de tecnologia reduz custo e melhora riscos.

A manutenção da qualidade da decisão de crédito garantiu a estabilidade do indicador de inadimplência (índice Over 90) do Sicredi, mesmo diante do cenário econômico desfavorável, em 2,4%, contra uma média de 3,7% do mercado. “Melhoramos a gestão do crédito, aumentando a qualificação na concessão, fortalecendo o acompanhamento das condições financeiras do associado, além de aprimorarmos a cobrança e a recuperação de crédito. Reforçamos nossa proximidade com os associados e o entendimento das suas necessidades, visando a concessão do crédito de forma responsável. A robustez da gestão financeira do Sicredi permitiu, mesmo em um ano desafiador, crescer a carteira de crédito e ampliar a liquidez. No final de 2016, 43,5% dos ativos eram ativos líquidos (títulos públicos)”, salienta o CFO.

As receitas de serviços somaram R$ 1,3 bilhão, alta de 15,9% em 12 meses, impulsionada principalmente pelas receitas advindas de serviços bancários (R$ 552,4 milhões), de seguros (R$ 207,8 milhões), de cartões (R$ 160,9 milhões) e de cobrança (R$ 160,3 milhões).

Em seguros, foi registrado mais de R$ 1 bilhão em faturamento, crescimento de 11%, enquanto o mercado cresceu em média 4%. O Sicredi superou a marca de 2,7 milhões de seguros vigentes e de mais R$ 445 milhões indenizados, com destaque para as operações rurais e agrícolas, com a inclusão de novas companhias seguradoras em equipamentos, benfeitorias rurais e grãos. Atualmente, os produtos de vida e ramos elementares são operados com 11 das melhores seguradoras do País.

O Sicredi disponibiliza aos associados 13 variantes de cartões, das principais bandeiras do mercado, além de possuir parcerias com as empresas Rede e GetNet. Em 2016, foram implementadas melhorias na operação por meio da revisão de processos e desenvolvimento de novos produtos e serviços, que resultaram em um crescimento de 43,8% na receita. Em consórcio, o Sicredi avançou no volume da carteira, aumentando o tíquete e conquistando um crescimento de 22% ano, totalizando uma carteira de R$ 9,4 bilhões em créditos administrados e 165 mil cotas ativas (10% de crescimento).

No ano passado, o Sicredi inaugurou 126 agências, incluindo uma na Avenida Paulista. Elas já trazem a nova marca, desenvolvida pela Interbrand Brasil, e lançada para reforçar o posicionamento de instituição financeira cooperativa. Em 2016, incluindo as novas agências e as filiadas à Central Sicredi Norte e Nordeste, houve um incremento de 9% nos pontos de atendimento, em relação ao ano anterior, totalizando mais de 1.500.

O crescimento do Sicredi vem sendo suportado por ações que focam no ganho de eficiência. Nos últimos anos, tais resultados foram maiores que os observados no mercado. Vários processos vêm sendo intensamente automatizados, como é o caso dos avanços nos sistemas de suporte de crédito.

Segundo Tavares, o conjunto de ações que justifica o resultado é fruto de uma clara orientação estratégica em 2016. “As Cooperativas de Crédito filiadas ao Sicredi definiram seu planejamento para o quinquênio 2016/2020, que orienta as ações de todo o Sistema.

Em resumo, os excelentes indicadores financeiros são reflexo de um processo robusto de gestão e claro foco estratégico e da atuação próxima das regiões em que estão inseridas as Cooperativas de Crédito”, finaliza o CFO.

Cenário 2017 Para 2017, o Sicredi espera uma estabilização na atividade econômica. O consumo das famílias e o investimento ainda seguirão lentos ao longo do ano, mas devem ser estimulados gradualmente pela queda da taxa de juros. A economia deverá receber surpresas positivas em decorrência da perspectiva de safra recorde e do saque do FGTS (potencial de adicionar R$ 41,0 bilhões na economia).

Neste contexto, o Sicredi manterá o crescimento estabelecido no seu planejamento estratégico. Estão previstas 84 novas agências, ampliando a atuação para mais 45 municípios, além dos 1.171 onde já está presente. O processo de integração operacional das Cooperativas de Crédito da Central Sicredi Norte Nordeste seguirá durante o ano e será concluído em 2018. A instituição financeira cooperativa também prevê um incremento de 18,9% nos ativos, 11,9% em crédito total e 5,5% no número de associados.

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Mesmo com IOF, cooperativas de crédito têm os juros mais baixos do mercado

5 de Abril de 2017, 17:17, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

cooperadosCooperativas de crédito continuam sendo a melhor alternativa aos bancos tradicionais mesmo após o governo decretar o fim da isenção da alíquota adicional do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para essas instituições. Prova disso são as taxas sempre mais baixas oferecidas por elas. De acordo com dados mensais do Banco Central do Brasil, os juros cobrados pelas cooperativas de crédito são sempre menores do que os do mercado para quase todas as modalidades de crédito. Isso porque essas instituições não visam lucro.

O Consignado em Folha, cujos juros cobrados no mercado partem de 1,85% a.m. (24,60% a.a.) e 2,32% a.m (31,68% a.a.), de acordo com o Banco Central do Brasil, ficam muito mais baratos nas cooperativas, partindo de 1,50% a.m. (19,59% a.a.). O Cheque Especial tem juro médio de 12,46% a.m. (309,24% a.a.), segundo dados da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), contra taxas a partir de 3,20% a.m. (45,93% a.a.) nas cooperativas. A mesma realidade é válida para o cartão de crédito, cujo juro anual gira em torno de 486% ao ano no mercado, contra 151,81% a.a. nas cooperativas.

Ênio Meinen, diretor de operações do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), é categórico: “é impossível dizer que essa cobrança vai ter um impacto representativo a ponto de equiparar as cooperativas aos bancos tradicionais no custo final”. Ele ressalta que além de emprestarem com juros muito abaixo dos praticados no mercado, as cooperativas continuam competitivas também por outros diferenciais, como a devolução das sobras para os associados ao final de cada exercício. “Nas cooperativas não há clientes, mas sócios”. Além disso, frisa, que em 564 cidades do país, elas são a única instituição financeira presente.

A nova regra para o IOF, imposta às cooperativas pelo governo, entrou em vigor nessa segunda-feira (3/4). Com a isenção, incidia apenas 0,38% sobre as operações de crédito, câmbio, seguros e títulos financeiros dessas instituições. Agora, também passarão a incidir sobre elas a alíquota de 3% ao ano em cada operação. Mesmo assim, “não há dúvida de que as cooperativas continuarão sendo o meio de crédito mais viável às famílias que precisam solucionar problemas financeiros ou que desejam antecipar projetos de vida”, observa o planejador financeiro da Consultoria Economia Comportamental Rogério Nakata.

Nakata lembra que bancos e cooperativas de crédito possuem objetivos distintos. “O banco visa não somente conceder o empréstimo, mas a obtenção de lucro em suas operações. Já a cooperativa possui um caráter social, democratizando o acesso àqueles que necessitam de crédito através de seus próprios participantes”, avalia o planejador financeiro.

O presidente do Conselho de Administração do Sicoob Executivo, Luiz Lesse Moura Santos, ressalta que a cooperativa não está aumentando os seus custos, pois o IOF é um tributo e vai direto para o governo, não fica retido na instituição financeira. “O valor do IOF está equiparado com as demais instituições financeiras, mas como nossas taxas de juros são sempre menores, o associado sempre pagará menos juros em relação aos bancos”, ressalta.

Reação do setor

Na semana passada, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) publicou nota lamentando a decisão do governo sobre o IOF nas cooperativas. A OCB pretende se reunir com representantes do Ministério da Fazenda e do Banco Central para tentar reverter a cobrança. “A reação à medida foi de rejeição no meio cooperativista. As cooperativas sempre tiveram tratamento diferenciado por permitir que a população acesse serviços bancários a preços mais justos. E de uma hora para outra, sem aviso ou conversa com o meio houve a mudança. O Sicoob tem um sistema já preparado para a cobrança, mas há cooperativas que não conseguem aplicar imediatamente esse novo cálculo”, pontua Meinen.

Para Meinen, a cobrança desestimula a atividade das cooperativas. “Apesar de não tirar a competitividade das cooperativas, significou a perda de um atrativo. A Constituição Federal diz que o ato cooperativo deve receber tratamento adequado e afirma ainda que a lei apoiará e estimulará o cooperativismo. Essa medida vai contra tudo isso, já que 80% da carteira de crédito está nas mãos de cinco bancos. É importante que fiquemos atentos para que não venham outras mudanças repentinas que não são favoráveis para o meio cooperativista”, conclui o diretor de operações do Bancoob.

Fonte: www.sicoobexecutivo.com.br

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Gestã de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
Tags deste artigo: crédito finanças banco cooperativa