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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados. Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.

Unicred Central Multirregional cresce 120,8% e amplia área de atuação

16 de Maio de 2017, 17:35, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

logo_Unicred_patrocinioCooperativa de crédito com atuação em cinco estados cresceu em sobras, número de cooperados, liquidez e em patrimônio, segundo Relatório Financeiro 2016.

Na esteira de um setor que desponta em meio ao cenário global de dificuldades econômicas e divergências em relação à política financeira no Brasil, a Unicred Central Multirregional vem apresentando resultados cada vez mais expressivos.

O último relatório da Central de Cooperativas de Crédito, relativo à 2016, aponta crescimento de 28,5% em liquidez e 120,8% de sobras, subindo de R$ 14,4, em 2015, para R$31,8 milhões. Seu capital teve salto de 92,5%, enquanto seu patrimônio líquido subiu 98,7%. As operações de crédito, aquelas relativas aos empréstimos realizados, somaram R$ 978,4 milhões, representando crescimento de 87,1% sobre os R$ 552,9 milhões de 2015.

Outro número exponencial é relativo ao patrimônio de referência da Central, que atingiu 98,7%, quase o dobro do ano anterior, atingindo R$ 237,8 milhões, em 2016. Já o capital atingiu o montante de 174,6 milhões, 92,5% a mais sobre o valor do ano anterior. A Central também cresceu 28,5% em número de cooperados, fechando o ano em 36.979.

Segundo o diretor-presidente da Unicred Central Multirregional, Mauro Toledo Sirimarco, os números são resultado do reposicionamento institucional e da gestão estratégica focada no bom relacionamento, no fortalecimento e no aperfeiçoamento sistêmico de suas cooperativas. “O novo cenário que alinhamos para a Unicred só foi possível graças ao trabalho de todas as cooperativas que, juntas, proporcionaram a efetivação das ações e diretrizes traçadas pelo Conselho de Administração no Planejamento Estratégico”, afirma Sirimarco.

Em 2017, a meta é crescer 30%, conforme Sirimarco. “A tendência é confirmarmos essa estimativa, a julgar pelos resultados acumulados até abril, quando as sobras alcançaram R$ 9 milhões, 125% a mais que os R$ 4 milhões do mesmo período do exercício passado.”

Ampliação – Com 23 anos de história, a Unicred Central Multirregional é uma das maiores centrais de cooperativas do Brasil, com 12 cooperativas singulares e 87 pontos de atendimento espalhados em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Goiás. Recentemente, a Central ampliou sua área de atuação por todo o território de São Paulo, por meio da Unicred Campinas. Segundo o diretor-presidente, em termos de operações de crédito, São Paulo já responde por metade do volume de negócios e os demais estados por 50%. Minas Gerais representa uma fatia de 80% a 90% destes 50%, estando a frente também em pontos de atendimento entre os cinco estados representados, com 59 ao todo.

Para Sirimarco, este é mais um passo na direção da consolidação de sua imagem e da integração sistema no atendimento ao cooperado. “Nosso objetivo é buscarmos ir além de oferecer apenas as vantagens de um sistema de crédito cooperativista, mas proporcionar aos nossos cooperados um atendimento diferenciado”, finaliza Sirimarco.

Cooperativismo de crédito em alta

Assim como os bancos, as cooperativas de crédito são instituições financeiras reguladas pelo Banco Central. Desta forma, os produtos e serviços oferecidos são praticamente os mesmos, porém, por ser um modelo de negócio diferenciado, os ganhos não são apenas individuais, mas coletivos. “Se observarmos as taxas, em média, o custo fica em torno da metade do que é cobrado pelos bancos tradicionais. Além disso, nesse cenário desafiador, valores como racionalidade econômica e solidariedade social, que são os pilares do cooperativismo, contam muito nesses resultados”, declara o diretor-presidente, Mauro Toledo Sirimarco.

As cooperativas de crédito juntas ocupam a 6ª posição no ranking do volume de ativos, depósitos e empréstimos, e por isso estão entre os maiores sistemas financeiros no Brasil. Em nível mundial, o setor fica na 16ª posição. “O cooperativismo demonstra que as pessoas, unidas, conseguem passar pela crise mais tranquilamente. É nítido que as dificuldades existem, mas creio que elas possuem mais facilidade de transpor esse período em uma cooperativa de crédito. E na recessão, nada melhor que administrar melhor e de perto suas finanças e ser mais envolvido nos processos, como o conhecimento por completo das políticas da entidade e poder opinar, democraticamente, sobre os assuntos levados aos cooperados”, enfatiza Sirimarco.



Sicredi divulga normas para crédito rotativo

16 de Maio de 2017, 17:22, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Sicredi cartõesAssociados que utilizarem o crédito rotativo a partir de abril receberão no mês seguinte uma oferta para parcelar a fatura com condições mais vantajosas do que a do rotativo.

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,5 milhões de associados e presente em 20 estados brasileiros – anuncia as novas normas em relação ao crédito rotativo. As medidas adotadas atendem a Resolução 4.549, do Banco Central do Brasil, que estabelece novas regras para o pagamento do saldo devedor da fatura de cartões de crédito.

Desde o dia 3 de abril, todos os associados que usarem o rotativo em um mês receberão uma oferta no mês seguinte para parcelar a fatura, com condições mais vantajosas do que a do rotativo. “Após 30 dias no rotativo, caso o associado não consiga realizar o pagamento total da fatura, automaticamente irá aderir ao parcelamento desde que realize o pagamento de qualquer valor entre o mínimo e o total”, afirma Ana Paula Cossermelli, gerente de Emissão da Sicredi Cartões.

O Sicredi oferecerá dez opções de parcelamento para associados pessoa física, de duas a 12 parcelas. Para pessoa jurídica, há a alternativa de 12 parcelas. O valor total da parcela paga pelo associado será composto por: saldo do rotativo, mais as compras do mês, além de encargos/juros. O parcelamento ofertado é o do valor total da fatura.

“O Sicredi sempre busca conceder crédito consciente e disponibilizar taxas de juros mais baixas que a média de mercado. Nesse contexto, a resolução do Banco Central é mais uma oportunidade de destacar a importância da educação financeira. Acreditamos que a mudança reforçará ainda mais esse conceito entre nossos associados, que sempre podem contar com a instituição financeira cooperativa para auxiliar no direcionamento de suas finanças”, afirma Ana Paula.

Mais informações estão disponíveis no espaço do Sicredi no site da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) www.abecs.org.br/novorotativo/.

Conheça o Sicredi

NACIONAL – O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, que exercem o papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, possui mais de 1,5 mil agências, gera 20,4 mil empregos diretos em 1.171 municípios no país. Em 181 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira presente.

*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

CENTRAL SICREDI SUL (Consolidado RS e SC) – Reúne 42 cooperativas e 662 pontos de atendimento: 583 no RS e 79 em SC, atingiu os R$ 34,47 bilhões em ativos, registrando crescimento de 17,3%. Até o momento somos 1.720.009 associados. O patrimônio líquido ficou acima dos R$ 5,11 bilhões, com uma evolução de 21,3% sobre o ano passado. Os depósitos totais cresceram 19,6%, somando mais de R$ 19,70 bilhões. A Carteira de Poupança soma mais R$ 3,80 bilhões, avançando 34,8% no período. As operações de crédito totais registraram 11,9% de crescimento, somando mais de R$ 16,30 bilhões.



A transformação digital do setor financeiro

14 de Maio de 2017, 14:22, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

apps sicoobA transformação digital chegou ao setor financeiro com o mesmo potencial disruptivo ocorrido recentemente no setor de serviços com a chegada de Netflix, Uber, Airbnb, entre outros. Hoje, os serviços financeiros estão na palma da mão do usuário. Nas cooperativas do Sicoob, os canais digitais têm recebido investimentos constantes. Nos últimos 3 anos, mais de R$ 700 MI foram dedicados à tecnologia, proporcionando modernização, praticidade, ganhos em disponibilidade e desempenho das soluções acessadas pelos cooperados.

Em 2016, o Sicoob aumentou em 36% o volume de transações realizadas em seus canais de atendimento, registando um total de R$ 1,98 bilhão de transações. Segundo Antônio Vilaça Junior, Diretor de Tecnologia do Sicoob, nos últimos 5 anos, a taxa média de crescimento anual tem sido de 32%, acompanhando a evolução dos negócios do Sistema.

O Mobile Banking respondeu por 31% das transações em 2016 contra 20% em 2015. Trata-se de um crescimento bastante significativo, de 108% em relação ao ano anterior, saindo de 295 milhões para 615 milhões de transações realizadas por meio desse canal.

Outro importante canal é o Internet Banking, com 681 milhões de transações realizadas em 2016, um volume 21% maior do que os 563 milhões registrados no ano anterior. Este crescimento se deve essencialmente às pessoas jurídicas que realizaram mais da metade das transações deste canal. Entretanto, a cada ano este canal vem diminuindo a representatividade nas operações financeiras, em parte pela migração para as facilidades proporcionadas pelo Mobile Banking. O Internet Banking foi responsável por 34% das transações em 2016.

As transações feitas nos canais digitais, Mobile e Internet, somadas, alcançaram 66% do total de transações realizadas no Sicoob em 2016. No ano anterior, essa fatia correspondia a 59% das transações. Esse aumento retrata a mudança no comportamento dos cooperados que passaram usufruir mais dos benefícios  oferecidos pelos canais digitais e os esforços das cooperativas no sentido de orientar os cooperados a buscarem mais comodidade no acesso aos produtos e serviços oferecidos.

O resultado apresentado pelo desempenho do Mobile Banking foi premiado no ano passado no Prêmio efinance durante o CIAB, maior congresso de automação bancária do país. O Sicoob já havia sido reconhecido em outras duas importantes premiações relacionadas a solução Mobile, em 2013 e 2015.

Para 2017, as projeções indicam que o Mobile Banking continuará ocupando espaço dos outros canais. Em outubro de 2016, este canal tornou-se o canal de maior relevância no Sicoob. Atualmente, 38% das transações são realizadas por meio desmartphones.

Além do atendimento humanizado e personalizado nas cooperativas, a aposta nos canais digitais continuará entre as estratégias das cooperativas do Sicoob, inclusive com o incremento de novas funcionalidades, visando aprimorar a experiência dos usuários e acelerar o processo de transformação digital, informou Vilaça.

Sobre o Sicoob – O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 3,6 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 485 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas de: cartões, consórcios, DTVM, seguradora, previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,5 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.

Mais informações acesse: www.sicoob.com.br



Cresol Confederação consolida serviços de Tecnologia da Informação

14 de Maio de 2017, 12:22, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda
logo_Cresol_patrocinioNa última semana, os responsáveis pelos processos de Tecnologia da Informação (TI) das Centrais vinculadas à Cresol Confederação estiveram reunidos, em Chapecó, para alinhar o planejamento desta área. Desta forma, o encontro abordou o gerenciamento e a unificação dos processos, como ferramenta para a melhoria das práticas, a consolidação dos sistemas, a padronização de fornecedores e infraestrutura, a redução de custos operacionais e, especialmente, para adequação exigida pelo órgão regulatório e auditoria independente nos fatores de segurança da informação e compliance.

Durante a reunião, a Cresol Confederação apresentou as motivações do projeto, as cobranças do órgão regulador e o planejamento para realização e adequação dos processos. Conforme o Coordenador de Projetos de Sistema, Leonardo Sant Anna, além de alinhar as ações, o momento foi fundamental, para esclarecimentos e para integrar as equipes.

De acordo com o Coordenador Administrativo da Confederação, Jonas Klein, o projeto será de grande aproveitamento, pois unificará os processos operacionais e de tecnologia que as centrais têm, até então, de forma independente. “Com isso vamos ganhar em escala, com a redução dos custos e, principalmente, com a padronização”. Para as ações seguintes, as centrais estão preenchendo um material de coleta com informações pertinentes aos processos.



Cooperativismo de crédito apresenta resultados e propostas para o próximo exercício

14 de Maio de 2017, 11:48, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Planejamento Estratégico UnicredO Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (Ceco) esteve reunido na manhã de quarta-feira (10/5), em Brasília, em sua plenária anual ordinária. Na oportunidade, membros do Conselho e dirigentes do Banco Central do Brasil acompanharam a apresentação dos resultados obtidos em 2016, a agenda de ações propostas para 2017 e o início do trabalho de construção das diretrizes estratégicas do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).

Coordenando a mesa de abertura, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou que o trabalho do Ceco é fundamental para balizar as decisões estratégicas do ramo. Freitas abordou ainda a questão dos desafios constantemente superados pelo setor e os novos rumos que precisam ser tomados: “O futuro que queremos precisa ser construído, precisamos enxergar à frente. Os desafios são muito grandes, as mudanças previstas são positivas, mas os vetores de pressão continuam exercendo força intensa. Transparência e jogo limpo, aliados a ousadia, representam o cooperativismo de crédito brasileiro. E é dessa forma que pretendemos continuar atuando, pensando o Sistema de forma alinhada”.

O tom do discurso de Freitas permeou as falas dos demais componentes da mesa. Foi o caso do Diretor de Administração do Banco Central do Brasil, Luiz Edson Feltrim, que enfatizou: “O BC vê no cooperativismo uma importância muito grande, não só pela inclusão financeira, como também pelo estímulo à concorrência. E nesse sentido, a inovação tecnológica é um desafio para o setor. O caminho está na intercooperação.

Na sequência, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Deputado Domingos Sávio, acrescentou que o cooperativismo é, antes de tudo, uma filosofia de vida. E concluiu: “A acomodação é o caminho certo para o retrocesso. Essa provocação do Diretor Feltrim é muito saudável e salutar, e vem num momento fundamental para que nós, cooperativistas, pensemos e amadureçamos a qualidade e a competitividade do setor.”

Em seguida, o coordenador do Ceco, Leo Trombka, apresentou os resultados e conquistas do Conselho em 2016 e a agenda proposta para o próximo ano. E pontuou: “Alinhar os mais variados temas que envolvem o setor requer cautela e paciência, o processo precisa ser democrático. As condições econômicas e políticas do nosso país têm feito todos os setores passarem por momentos delicados, a exemplo do aumento da alíquota do IOF para as cooperativas. Mas, apesar desses revezes, o setor vem mantendo a força de crescimento, o que reflete a credibilidade das cooperativas junto a cooperados e suas comunidades.”

Dentro ainda da programação, o palestrante Gil Giardelli, professor de pós-graduação e MBA do Centro de Inovação e Criatividade na Escola Superior de Propaganda e Marketing e na Universidade de São Paulo, abordou com os conselheiros o tema “Inovação e tecnologia”. Giardelli instigou os pensamentos dos participantes a respeito das necessidades de se adaptar ao novo mundo, dando destaque para a importância da inovação como ferramenta essencial para essa adaptação. Ao final, parlamentares da Frencoop se juntaram ao grupo e seguiram para um almoço onde tiveram a oportunidade de debater os tópicos abordados.

Com base na agenda apresentada e aprovada pelo Conselho, a coordenação trabalhará na sequencia pela definição da estratégia que implementará as ações previstas. Dentre as prioridades, o setor destaca a necessidade de avançar na questão regulatória e no tema sucessão.

Fonte: Assessoria de Imprensa OCB



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Gestã de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
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