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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.


 


Conferência realizada em Londres apresenta melhores práticas de bancos líderes mundiais

9 de Janeiro de 2018, 0:14, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Unicred foi a única cooperativa de crédito brasileira presente no evento.

As organizações passam por pressões cada vez maiores para reduzir custos, ao mesmo tempo em que precisam melhorar a experiência do cliente. A adoção em massa de serviços digitais está transformando as relações comerciais, dando origem a um novo e exigente público. O desafio de entender e engajar esse novo cliente foi o tema central do Branch Transformation 2017, realizado no Royal Lancaster, em Londres.

A Unicred foi a única cooperativa de crédito brasileira presente no evento. O diretor-executivo da Unicred União, Marcelo Vieira Martins foi um dos poucos brasileiros que teve a oportunidade de participar da conferência organizada pela Reital Banking Reserarch (RBR), empresa líder no fornecimento de serviços estratégicos de pesquisa e consultoria para organizações das áreas de automação bancária e varejista, cartões e pagamentos.

Durante dois dias, palestrantes de renome internacional apresentaram estudos de caso e as melhores práticas de bancos líderes, mostrando respostas ao desafio de tornar o ramo financeiro adequado para esse novo paradigma. “Foi um amplo debate sobre as transformações que estão ocorrendo no sistema bancário mundial. Novas tecnologias estão gerando clientes com novos perfis e engajá-los é um desafio constante”, admite Marcelo.

“O futuro digital é agora”; “Transformação de filiais para o cliente de banco corporativo”; “Uso da inteligência artificial” foram alguns dos temas abordados durante o evento. “Muitos assuntos focaram o formato da agência do futuro. Discutimos muito esse novo conceito e as formas de ampliar os relacionamentos. Assim, a agência do futuro poderá ter, por exemplo, uma cafeteria, área para animais, com ração, ou mesmo um espaço para bicicletas. Vamos ter que nos moldar, nos transformar se quisermos acompanhar essa mudança de concepção do cliente, no nosso caso, os cooperados”, alerta Marcelo.

Segundo Marcelo, durante o evento que contou com a participação de representantes de bancos europeus e americanos, foi unânime a opinião de que daqui para frente não será importante a infraestrutura das agências, mas o sim o propósito da organização para engajar seus clientes. “Neste sentido, estamos na frente, pois o cooperativismo já tem esse princípio natural e muito forte, ao colocar a pessoas em primeiro lugar”, afirma o diretor-executivo.

Inspirado nos estudos de casos bancários inovadores apresentados pelos líderes de pensamentos e maiores estrategistas do mundo, Marcelo promete grandes novidades para a Unicred União e adianta: “Vamos investir cada vez mais em relacionamento com os cooperados e manter as pessoas no centro de tudo”, garante.

Além de participar do Branch Transformation 2017, Marcelo também visitou um banco que abre sete dias por semana e que desenvolve atividades de atração de jovens. “São muitas novidades, grandes fontes de inspiração que nos motivam a buscar sempre o melhor para nossos cooperados”, frisa Marcelo.

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O maior Congresso do Cooperativismo de Crédito Brasileiro, chega em 2018 a bela ilha de Santa Catarina

8 de Janeiro de 2018, 23:53, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

A Confebras em intercooperação com o Sicoob SC/RS e a Unicred SC/RS, reunirá 1.500 líderes cooperativistas financeiros de todo Brasil para um novo marco do setor.

O 12 º CONCRED Florianópolis, acontecerá de 21 a 23 de novembro, no CentroSul – Centro de Convenções, e proporcionará a você, experiências memoráveis, as quais, certamente conceberão ao seu mindset, conteúdos valiosos para fundamentar as melhores tomadas de decisão. O tema será “Cooperativismo de Crédito: Protagonismo e Sinergia em Cenários de Mudança”.

Para difundir esse tema central, haverá a participação de palestrantes nacionais e internacionais, que compartilharão conteúdos de vanguarda e experiências de aprendizagem, essenciais para o desenvolvimento dos participantes do congresso.

Para o presidente do Sicoob Central SC/RS, Rui Schneider da Silva, “vivemos uma era de crescentes desafios e oportunidades, e as instituições financeiras cooperativas precisam acessar os novos conhecimentos, entender as mudanças que já impactam o setor e a sociedade, oferecendo ao mercado e às pessoas a agilidade, a qualidade e a credibilidade que procuram em produtos e serviços, sem abrir mão de um atendimento diferenciado e humanizado, que é a essência da atividade cooperativista”.

Feira de Negócios Cooperativistas

O 12º Concred também terá uma Feira de Negócios Cooperativistas, uma oportunidade para que várias empresas exponham a sua marca para um público seleto de líderes com a oportunidade ímpar de apresentar os produtos e serviços, e gerar contatos qualificados, aptos a fazer bons negócios.

 

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Agora é oficial, prefeituras e entes públicos podem movimentar suas disponibilidades de caixa em instituições financeiras cooperativas

6 de Janeiro de 2018, 0:28, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Presidente da República sanciona PLP 100/2011
Matéria passa a ser contemplada na Lei Complementar 161/2018

O ano de 2018 começou muito bem para as cooperativas de crédito. É que, a partir de agora, elas estão oficialmente autorizadas a captar depósitos dos entes públicos municipais – prefeituras e suas autarquias, por exemplo. A boa notícia foi publicada hoje (5/1) no Diário Oficial da União, em forma da Lei Complementar nº 161, antigo PLP 100/11, quando era apreciado na Câmara dos Deputados, e PLC 157/17, quando foi analisado pelos senadores. A nova lei já está em vigor.

A captação desses recursos municipais está limitada, segundo a lei, ao valor hoje garantido pelo Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop) por depositante, seja ele pessoa física ou jurídica – R$ 250 mil. Para montantes superiores a esse valor, o dispositivo abre a possibilidade para o Conselho Monetário Nacional (CMN) disciplinar, por meio de regras prudenciais, como as cooperativas de Crédito poderão fazer a captação.

FRENCOOP

A conquista é um marco histórico para o cooperativismo brasileiro, especialmente para o Ramo Crédito. “A OCB, com o apoio fundamental da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), conseguiu mostrar ao Congresso Nacional a relevância das cooperativas de Crédito para economia dos municípios, sendo que em mais de 500 deles, essa conquista representa a sobrevivência econômica da região”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Durante todos os seis anos de tramitação do antigo PLP 100/11, a matéria contou com o importante apoio dos parlamentares da Frencoop, especialmente, dos deputados Domingos Savio (MG), autor do texto, Osmar Serraglio (PR), relator no âmbito da Câmara e Evair de Melo (ES), autor da emenda que possibilita às cooperativas de Crédito gerirem os recursos do Sescoop. No âmbito do Senado, quem atuou com destaque foi o senador Waldemir Moka (MS).

NA PRÁTICA

O presidente do Sistema OCB reforçou que, graças à nova lei, as prefeituras, suas autarquias e empresas públicas locais de centenas de municípios que não contam com atendimento bancário, nem mesmo o tradicional, feito por instituições financeiras privadas ou públicas, poderão gerir seus recursos em um banco cooperativo.

“As cooperativas de crédito já estão nessas localidades, suprindo a lacuna deixada pelo Estado, por meio de suas instituições financeiras oficiais. Para se ter uma ideia, em 564 cidades brasileiras, a única instituição bancária é uma cooperativa e isso faz com que as prefeituras tenham de gerir seus recursos em bancos localizados em outras cidades. A gestão dos recursos públicos desses lugares acaba sendo penalizada, sem falar nos servidores que dependem de um banco oficial para resolver suas questões financeiras e não têm”, explica.

A partir de agora, as prefeituras poderão, por exemplo, realizar o pagamento dos servidores públicos municipais diretamente nas cooperativas. Até então, conforme o parágrafo 3º, do artigo 164, da Constituição Federal, esses recursos só poderiam ser depositados em bancos oficiais.

SESCOOP

A Lei Complementar nº 161/18 também autoriza as cooperativas e os bancos cooperativos a realizarem a gestão das disponibilidades financeiras do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Antes, esse tipo de operação não era possível, o que, para os cooperativistas, representava um contrassenso.

“Como as cooperativas não podiam gerir os recursos que vêm delas mesmas? A partir de agora, os recursos do “S” do cooperativismo, que é o Sescoop, e que, até então, eram geridos por bancos públicos oficiais poderão ser geridos pelas instituições financeiras cooperativas. Isso é mais do que justo, afinal, somos um movimento que acredita em um modelo de negócio realmente humanizado e por meio do qual todos ganham”, conclui Márcio Freitas.

REPRESENTATIVIDADE

Distribuídas por todo País, as cooperativas de crédito, instituições financeiras sem fins lucrativos, reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil, reúnem mais de 9 milhões de associados, com ativos, em 2017, na ordem de R$ 220 bilhões, depósitos de R$ 103 bilhões e empréstimos de R$ 81 bilhões, estando presentes e devidamente estruturadas em aproximadamente 95% dos municípios, com mais de 5,5 mil pontos de atendimento.

Clique aqui para conferir na íntegra a Lei Complementar nº 161, de 4 de janeiro de 2018.

 

fonte: OCERGS e OCB

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A boa prestação de serviço é um dos caminhos para a excelência organizacional, por Fernando Fagundes

1 de Janeiro de 2018, 21:57, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 1Um comentário

Hoje em dia, qualquer que seja o ramo de uma empresa, não basta oferecer um bom produto com um preço acessível. A qualidade na prestação do serviço é um fator estratégico de suma importância para contribuir para a perpetuidade do negócio. Com a pluralidade das redes sociais e das diversas formas de comunicação, o consumidor tem, atualmente, muito mais mecanismos de expor seu contentamento ou sua insatisfação com o atendimento recebido por uma organização.

A transformação digital é uma realidade que permeia o mundo corporativo, principalmente o mercado financeiro. É possível resolver quase tudo na palma da mão, por meio do smartphone. Além de buscarmos formas eficazes de adquirir novos cooperados, precisamos, acima de tudo, fortalecer os laços com nossos atuais cooperados e o universo mobile ajuda muito nesta missão. Não podemos deixar de destacar algumas das tecnologias disponíveis para apoiar o mercado financeiro nesta empreitada: soluções de big data, para análise de dados que tragam valor para o negócio, Internet das Coisas, inteligência artificial e sistemas cognitivos, entre outras.

Acompanhando essa tendência, o aplicativo UNICRED Mobile já passou por atualização e está sempre em evolução. Por meio dele o cooperado pode pagar suas contas de consumo ou boletos com praticidade e segurança, seja por digitação, pela câmera ou via leitor de PDF, além de fazer transferências, consultar saldos e extratos, inclusive de seu saldo no Plano de Previdência Precaver. Além disso, é possível se associar à UNICRED por meio do app UNICRED Associe-se. Ainda é possível gerenciar os seus cartões de crédito de forma simples e fácil, a qualquer momento e em qualquer lugar, com o app UNICRED Cartões, que ajuda a administrar seus gastos, consultar faturas, limites e movimentações; gerar cartões virtuais para compras realizadas pela internet, além de poder executar processos como bloqueios, desbloqueios e a emissão de segunda via do boleto.

A qualidade do serviço está intrinsicamente ligada à produtividade, melhoria de resultados nos bancos tradicionais e, no caso das cooperativas de crédito, aumento nas sobras, que são revertidas ao associado de acordo com a utilização dos produtos e serviços. O adjetivo segurança tem ainda um peso maior quando se trata de serviços financeiros, afinal lidar com o dinheiro alheio é uma tremenda responsabilidade. Na UNICRED, uma das principais instituições financeiras cooperativas do País, alguns fatores são essenciais para garantir a boa qualidade na prestação de serviço: confiança, proatividade, eficácia, conhecimento técnico e empatia. A gestão do atendimento com qualidade busca vencer a concorrência e consolidar a imagem da empresa no mercado, aumentando a satisfação dos seus cooperados.

Para viabilizar o bom atendimento e obter o resultado esperado, alguns processos e procedimentos se fazem necessários. Além disso, é preciso que o time de colaboradores sinta que pode contar e confiar em seu líder. Todos precisam estar entrosados, falar a mesma língua e ter conhecimento profundo daquilo que deve ser dito, oferecendo uma assessoria financeira de qualidade, com produtos e serviços personalizados de acordo com as reais necessidades para cada cooperado alcançar seu objetivo, seja pessoal ou profissional.

A qualidade em serviços envolve diretamente o relacionamento entres pessoas, então, cooperado bem atendido e serviço de qualidade é sinal de satisfação. Essa é melhor maneira de driblar seus concorrentes e fidelizar o seu público. Gestores precisam ter a consciência de que não adianta imaginar que determinado serviço será um sucesso absoluto e, depois de implantá-lo, não procurar descobrir o que os cooperados, no caso da UNICRED, acharam. Só medindo a satisfação e identificando problemas é que vai diagnosticar pontos de melhoria.

Como forma de reduzir a lacuna existente entre o investimento aplicado no relacionamento com seu público e o retorno desse investimento, algumas empresas estão aplicando a chamada “cocriação” (junção entre empresa e consumidor para criar valor para ambos e realizar uma ação conjunta na definição e na solução de problemas), considerando o fato de que muito mais do que um simples consumidor, o cooperado atua como parceiro, indicando suas necessidades, apontando falhas e compartilhando conhecimento com o objetivo conjunto de melhorar processos e criar novos serviços. O cooperado não deve apenas se sentir importante, ele precisa saber que representa o principal pilar da cooperativa, uma vez que no cooperativismo, o cooperado não é simplesmente um número ou apenas ‘mais um’, ele é o dono do negócio e é por ele que a busca pela qualidade dos produtos e serviços são constantes.

Fernando Fagundes – CEO Unicred do Brasil

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Vitória das cooperativas de crédito no Senado

12 de Dezembro de 2017, 19:48, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Brasília (12/12/17) – Depois de seis anos de idas e vindas entre uma comissão e outra, o PLP 100/2011, agora chamado PLC 157/2017, acaba de ser aprovado por unanimidade no Senado. A votação desta terça-feira permite que as cooperativas de crédito captem depósitos de prefeituras e de outros entes públicos municipais. A conquista é um marco histórico para o cooperativismo brasileiro, especialmente para o Ramo Crédito. Agora, o projeto segue para análise da Presidência da República, que tem 15 dias úteis para se manifestar por sua sanção, veto parcial ou total.

“Esta terça-feira vai entrar para a história do movimento cooperativista do nosso país. A OCB, com o apoio fundamental da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), conseguiu mostrar ao Congresso Nacional a relevância das cooperativas de crédito para economia dos municípios, sendo que em mais de 500 deles, essa conquista representa a sobrevivência econômica da região”, comenta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

O líder cooperativista reforçou que, graças à aprovação da matéria, as prefeituras, suas autarquias e empresas públicas locais de centenas de municípios que não contam com atendimento bancário, nem mesmo o tradicional, feito por instituições financeiras privadas ou públicas, poderão gerir seus recursos em um banco cooperativo.

“As cooperativas de crédito já estão nessas localidades, suprindo a lacuna deixada pelo Estado, por meio de suas instituições financeiras oficiais. Para se ter uma ideia, em 564 cidades brasileiras, a única instituição bancária é uma cooperativa e isso faz com que as prefeituras tenham de gerir seus recursos em bancos localizados em outras cidades. A gestão dos recursos públicos desses lugares acaba sendo penaliza, sem falar nos servidores que dependem de um banco oficial para resolver suas questões financeiras e não têm”, explica.

A partir de agora, as prefeituras poderão, por exemplo, realizar o pagamento dos servidores públicos municipais diretamente nas cooperativas. Até então, conforme o parágrafo 3º, do artigo 164, da Constituição Federal, esses recursos só poderiam ser depositados em bancos oficiais.

VITÓRIA

Na avaliação do presidente do Sistema OCB, com essa importante vitória das cooperativas de crédito, o movimento galga um alto degrau na escala de reconhecimento e significado social. “Essa aprovação significa a quebra de um grande paradigma que é a não atuação das cooperativas junto às pessoas jurídicas de direito público”, ressalta.

Para o presidente da Frencoop, Osmar Serraglio, a lei também representa o início de uma relação cheia de ganhos, para todos os envolvidos. “Isso traz às cooperativas de crédito, sem sombra de dúvidas, uma importante alavancagem, por meio da captação de um volume grande de depósitos desses municípios. Além disso, elas terão, ainda, a possibilidade de ter uma ampla divulgação junto aos servidores públicos municipais e aqueles que atuam nas empresas controladas pelos governos municipais.

Além disso, o autor da matéria, Domingos Sávio (MG), afirma que a conquista vai refletir na inclusão financeira de milhões de brasileiros. “O grande efeito positivo gerado com a aprovação do projeto é uma espécie de ‘reciclagem’ da economia local. Com a alocação dos recursos públicos da prefeitura na cooperativa de crédito, esses valores serão reinvestidos no próprio município. Até então, os recursos locais captados por instituições financeiras oficiais poderiam ser aplicados em diversas outras praças, inclusive em outras regiões e estados. Agora, o Congresso Nacional corrigiu isso”, conclui Sávio.

Para o relator da matéria no Senado, Waldemir Moka (MS), a maior prova de que as cooperativas têm preparo para operar com as prefeituras é o fato de a votação ter sido unânime. “As discussões sobre as matérias a serem votadas são sempre muito acaloradas, mas o PLC 157/2017 representa uma convergência política e econômica, considerando seu impacto social na vida do brasileiro”, avalia Moka.

SESCOOP

Outra grande conquista para o cooperativismo brasileiro é que, agora, as cooperativas de crédito passam a poder realizar a gestão dos recursos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

“Isso era um contrassenso. Como as cooperativas não podiam gerir os recursos que vêm delas mesmas? A partir de agora, os recursos do “S” do cooperativismo que, até então, eram geridos por bancos públicos oficiais poderão ser geridos, a pelas instituições financeiras cooperativas, o que é mais do que justo, afinal, somos um movimento que acredita em um modelo de negócio realmente humanizado e diferenciado, por meio do qual todos ganham”, conclui Márcio Freitas.

RECORDE

A aprovação do PLC 157/2017 também representa um recorde para o cooperativismo brasileiro. Nunca na história do Congresso Nacional, uma entidade havia conseguido aprovar um projeto nas duas Casas em menos de 15 dias. No dia 28/11, a Câmara aprovou o texto em uma votação amplamente favorável. Ao todo, o PLP 100/2011 recebeu 363 votos e apoio de praticamente todas as bancadas partidárias.

Hoje, 11/12, 14 dias depois, os 60 senadores decidiram que as cooperativas podem, sim, captar e gerir os recursos de prefeituras, suas autarquias e empresas controladas pelo poder público municipal.

REPRESENTATIVIDADE

Distribuídas por todo país, as cooperativas de crédito, instituições financeiras sem fins lucrativos, reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil, reúnem mais de 9 milhões de cooperados, com ativos, em 2017, na ordem de R$ 220 bilhões, depósitos de R$ 103 bilhões e empréstimos de R$ 81 bilhões, estando presentes e devidamente estruturadas em aproximadamente 95% dos municípios, com mais de 5,5 mil pontos de atendimento.

PRÓXIMOS PASSOS

O projeto segue agora para a análise da Presidência da República, que terá 15 dias úteis, a partir do recebimento da matéria pela Casa Civil, para analisar a proposta, para fins de sanção, veto total ou sanção com vetos parciais.

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