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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados. Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.

Cresol Empreender será implantado em novas cooperativas

29 de Junho de 2017, 3:20, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Para atender os pequenos negócios, Cresol intensifica capacitação às cooperativas que vão operar carteira de crédito para empreendedores.

Prestes a completar um ano do lançamento oficial, o programa Cresol Empreender – carteira de crédito para pessoas jurídicas de micro e pequenas empresas – está capacitando analistas de negócios de cooperativas que iniciam, ainda neste ano, o atendimento aos empreendedores.

No ano passado, o projeto foi implantado como piloto em cinco unidades do sistema Cresol, sendo quatro do Paraná – Francisco Beltrão, Pato Branco, Pranchita e Guarapuava – e a última em Ji-Paraná, Estado de Rondônia. De acordo com o coordenador do programa, Cleiton Staats, a meta para este ano é que outras 15 unidades comecem a operar a carteira de crédito para pessoas jurídicas. “Como a demanda está maior do que o previsto, a expectativa é de que vamos superar a meta em ao menos 50% do inicialmente planejado, e para que essas cooperativas operem com perfeito atendimento estamos realizando capacitações focadas, inicialmente, ao Microempreendedor Individual”, explicou o coordenador.

A capacitação de analistas de negócios que está sendo ministrada com o apoio do Sebrae iniciou no mês de maio em Chapecó para colaboradores de 16 unidades que participam do projeto. “Foram os primeiros cinco dias do treinamento que tem pela frente mais alguns módulos. O programa será implantado nessas cooperativas somente após os analistas cumprirem todas as etapas da capacitação”, concluiu Cleiton.

Cresol Empreender

O Cresol Empreender, novo modelo de negócio que está sendo implantado nas cooperativas Cresol, foi lançado pela Central Cresol Baser em julho de 2016. O programa que tem o Sebrae e as Sociedades Garantidoras de Crédito (SGCs) como parceiras possibilita a geração de novos negócios para as cooperativas, através da implantação de uma carteira de crédito segmentada para atender ao micro e pequeno empresário que necessita de crédito para investir no seu negócio.



Sicredi direciona R$ 7,10 bilhões ao novo ciclo Plano Safra para Rio Grande do Sul e Santa Catarina

29 de Junho de 2017, 2:14, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Para o novo Ciclo Plano Safra 2017/2018, o Sicredi está direcionando R$ 7,10 bilhões em crédito rural para Rio Grande do Sul e Santa Catarina, representando 20% a mais sobre o ciclo anterior (2016/2017) e com estimativa de realizar cerca de 118 mil operações. Desse total, R$ 5,8 bilhões vão para custeio, comercialização e investimento em linhas do Pronaf, do Pronamp, e demais Produtos. E mais, R$ 1,30 bilhão será direcionado para operações com fontes do BNDES.

No encerramento do ciclo anterior (2016/2017), no RS e SC, o Sicredi liberou mais de R$ 5,9 bilhões em crédito provenientes de 107 mil operações realizadas. “Como nosso olhar está direcionado para o crescimento sustentável do associado, buscamos entender suas necessidades para apoiá-lo no financiamento da produção. Assim, conseguimos gerar um efeito positivo que se estende a toda a comunidade”, pondera o diretor executivo da Central Sicredi Sul Sudeste, Gerson Seefeld.

Ao todo no Brasil, o Sistema Sicredi está disponibilizando mais de R$ 14,8 bilhões em crédito rural para o Plano Safra 2017/2018, projetando atingir cerca de 195 mil operações, entre custeio e investimento. No fechamento consolidado nacional do ciclo Safra 2016/2017, o Sistema Sicredi liberou mais de R$ 11,3 bilhões em custeio e investimento, sendo 39% superior que na safra anterior (2015/2016), com a realização mais de 150 mil operações. E desse total, R$ 1,7 bilhão foram liberados via recursos do BNDES.

Agricultura e Agroindústria Familiar

No Brasil, cerca de 72% dos alimentos que chegam às mesas é produzido pela Agricultura Familiar, segundo dados da ONU. O segmento é um diferencial estratégico para o crescimento da competitividade do Brasil.

O pequeno e médio produtor rural e a agroindústria familiar seguem como o segmento mais atendido pelo Sicredi no Brasil. E no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, este segmento representou 83,8% das operações realizadas no ciclo 2016/2017, que se encerrou.

Segundo o BNDES, o Sicredi é a 3ª instituição financeira na liberação de crédito rural e a 1ª no segmento da agricultura e agroindústria familiar no Brasil. “Este posicionamento foi construído, justamente, pela nossa identidade e origem com os valores e o entendimento das necessidades da agricultura familiar e a proximidade com os associados”, ressalta Seefeld.

Mercados do RS e SC

A poupança é a principal fonte de financiamento do Agro no Sicredi, representando em torno de 49,5% do total. E a inadimplência registrado pelo Sicredi nestes dos mercados (over 90) do Crédito Rural permanece com perfil baixo, tendo registrado de 0,26% (data base abril 2017).

 

Conheça o Sicredi

NACIONAL – O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, que exercem o papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, possui mais de 1,5 mil agências, gera 20,4 mil empregos diretos em 1.171 municípios no país. Em 181 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira presente.
*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

CENTRAL SICREDI SUL SUDESTE (Consolidado RS e SC) – Reúne 42 cooperativas e 662 pontos de atendimento: 582 no RS e 80 em SC, atingiu os R$ 36,06 bilhões em ativos, registrando crescimento de 16,8%. Até o momento somos 1.729.892 associados, tendo aumentado 4,2%. O patrimônio líquido ficou acima dos R$ 5,21 bilhões, com uma evolução de 20,1% sobre o ano passado. Os depósitos totais cresceram 17,5%, somando mais de R$ 20,84 bilhões. A Carteira de Poupança soma mais R$ 4,02 bilhões, avançando 33% no período. As operações de crédito totais registraram 14,3% de crescimento, somando mais de R$ 16,64 bilhões.



Crédito Unicred, tema debatido em um evento focado em validar as melhores soluções ao cooperado

26 de Junho de 2017, 17:30, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

O grupo de trabalho do Crédito Unicred esteve reunido nos dias 21 e 22 de junho, em Porto Alegre, para discutir a nova estrutura de política de crédito do Sistema Unicred, abordando temas como direcionadores estratégicos, expectativas, impactos, trocas de experiências e abrangência sistêmica, sem deixar de considerar cenários e singularidades de Centrais e Cooperativas, além de um atento olhar para as melhores práticas a serem oferecidas ao Cooperado.

Com a presença de representantes da Confederação, das Centrais Rio Grande do Sul, Santa Catarina/Paraná, Rio de Janeiro/Mato Grosso e Multirregional/Minas Gerais, Bahia e São Paulo, além de representantes das cooperativas, cerca de 70 stakeholders do Sistema Unicred, divididos em grupos de trabalho, debateram uma pauta que permitiu refletir e trocar experiências a respeito de temas como representatividade do CRÉDITO, principais modalidades, estratégias da carteira de crédito, inovação em processos e produtos e a própria Cultura de Crédito do Sistema Unicred.

O evento, rico em discussões de alto nível, contou com os facilitadores Carlos Nogueira e Maurício Rodrigues, da IntelliSearcth, que apoiaram, com suas experiências, na construção de uma rede de cenários focados em soluções que agreguem valor ao portfólio de produtos de crédito.

Para Gustavo Saltiel, Diretor de Negócios e Administrativo da Unicred Central RS, este evento é um marco para o Sistema Unicred. As iniciativas e proposições discutidas tem reflexo e impacto direto no modelo de negócio, refletindo em um posicionamento cada vez mais estratégico, com foco no atendimento as necessidades dos nossos cooperados, preservando a perenidade e o desenvolvimento sustentável do nosso Sistema.

Já Edson Solka, Diretor de Tecnologia e Operações da Unicred do Brasil, destaca a inovação como um importante legado desse encontro. “Foi uma oportunidade ímpar para participarmos, com representantes de todo o Sistema, de discussões não apenas pautadas na revisão de documentação, mas também voltadas para trazer o novo, a inovação para a proposição de linhas de crédito,” avalia Solka.

SOBRE A UNICRED

A Unicred é uma instituição financeira cooperativa, fundada em 1989, com origem na área médica e profissionais da área da saúde, atuando hoje de forma mais abrangente. Oferece os mesmos produtos e serviços dos tradicionais bancos, como: conta corrente, linhas de crédito e financiamentos, cartões, seguros e previdência entre outros, mas com as vantagens de ser uma cooperativa de crédito. Atualmente reúne mais de 183 mil associados, em 4 centrais, 34 cooperativas e 236 unidades de negócios. Conheça mais sobre a Unicred no site: unicred.com.br



Governança nas Instituições Financeiras Cooperativas: o Delegado como Extensão da Administração, por Ênio Meinen

26 de Junho de 2017, 12:30, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

“Nas minhas equipes, o goleiro é o primeiro atacante, e o artilheiro, o primeiro defensor”. (Johan Cruyff)

A instituição do regime de delegados tem como primeiro objetivo substituir o mecanismo de participação direta dos associados no processo assemblear da cooperativa (pré-assembleias e assembleias gerais/finais).

As cooperativas que adotam tal modelo de representação, invariavelmente têm ampliado, em escala considerável, a presença de associados nas pré-assembleias. A maior mobilização deve-se à percepção mais efetiva de pertencimento dos cooperados, que se veem valorizados – e motivados – diante da representação por lideranças próximas das respectivas comunidades ou grupos homogêneos.

Esse mecanismo também qualifica o processo assemblear, visto que os temas objeto de pauta passam a ser melhor debatidos e mais bem compreendidos. Adicionalmente, racionaliza custos e economiza tempo na medida em que dispensa o conjunto dos cooperados de se dirigirem para os locais de realização da assembleia geral/final, não raro distantes de suas comunidades de origem.

Para que a interlocução entre a administração e os delegados possa ser efetiva, abrangente, fluida e tempestiva, é necessário que se instituam canais de comunicação apropriados e de fácil acesso. A utilização de meios eletrônicos (e-mails, mensagens instantâneas por telefone, sites e outros) torna-se indispensável para cumprir esse propósito.

No que se refere à escolha dos delegados é aconselhável que se apliquem critérios idênticos aos defendidos em relação aos conselheiros, sobretudo com relação à representatividade geográfica e demográfica (profissão, idade, gênero etc.).

Por fim, diante da liderança que exerce e da sua maior proximidade com a administração, o delegado – além de se fazer presente nos encontros assembleares – pode cumprir outros papéis relevantes na cooperativa, notadamente enquanto não houver sido instituída forma de organização do quadro social (por núcleos ou equivalentes). São eles, por exemplo:

a) representar a cooperativa perante os associados, em apoio ou extensão aos conselheiros de administração;

b) estimular e conduzir o debate de assuntos relacionados com o desenvolvimento da cooperativa, promovendo encontros com os associados representados;

c) incentivar os cooperados a participarem ativamente da vida da cooperativa, por meio da presença em reuniões, palestras, pré-assembleias e outros encontros a eles destinados;

d) participar de eventos da comunidade, inclusive em representação à administração da cooperativa ou na companhia do (s) correspondente (s) conselheiro (s) de administração;

e) difundir entre os associados e nas respectivas comunidades as virtudes do modelo cooperativo;

f) incentivar os cooperados a utilizarem produtos e serviços da própria cooperativa, sempre dando o exemplo;

g) identificar associados potenciais e recomendar-lhes a cooperativa;

h) informar a administração sobre oportunidades de negócios na sua área de representação ou que sejam de caráter geral;

i) defender a cooperativa em todas as situações, notadamente em casos de manifestação pública depreciativa;

j) patrocinar perante a administração as reivindicações e proposições dos associados representados, e dar a eles o devido e tempestivo retorno, inclusive em relação aos temas discutidos e deliberados em assembleia geral;

k) noticiar ao conselho de administração e ao conselho fiscal, por qualquer dos seus membros, eventuais ou possíveis irregularidades e outras ocorrências relevantes;

l) ter e demonstrar ATITUDE DE DONO da cooperativa, preparando-se ainda, para, no futuro, ocupar funções na administração (conselheiro de administração ou fiscal, por exemplo).

Enfim, quanto maior o engajamento dos diferentes componentes da governança para o alcance dos objetivos da cooperativa – todos jogando juntos, na busca do gol -, mais representativos serão os resultados do empreendimento.

* Texto baseado no livro “Cooperativismo financeiro: virtudes e oportunidades” (Confebras, 2016)



O relacionamento entre as pessoas é um dos grandes diferenciais de uma cooperativa, por Márcio Port

26 de Junho de 2017, 11:45, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

O cooperativismo é um estilo de vida, organizado através da união das pessoas em torno de objetivos comuns. As cooperativas seguem princípios e valores únicos, percebidos pelas mais de 1 bilhão de pessoas associadas a elas. Recentemente, em 2012, a ONU reconheceu que “cooperativas constroem um mundo melhor”, estando comprovado que, entre outros aspectos, o cooperativismo gera: desenvolvimento local, equidade, empreendedorismo, manutenção de empregos, riqueza, inclusão social, desenvolvimento de lideranças, integração e organização social. O cooperativismo demonstra na prática que as pessoas podem viver conjuntamente, baseados na ajuda mútua, sem renunciar a sua individualidade, a propriedade privada e às características pessoais e naturais de cada um.

Uma cooperativa é uma empresa local, com sede na própria região, cujas decisões são tomadas em assembleia, com a presença de grande número de associados (em que outro lugar isto ocorre nos dias de hoje?), que elegem dentre si pessoas para fazer a administração/gestão estratégica da cooperativa, fortalecendo assim os vínculos de relacionamento, confiança e transparência entre si, tudo isto com o objetivo de obter melhores produtos ou serviços para si próprios. A lógica de uma cooperativa é “fazer nós mesmos, com melhor qualidade, proximidade e, se possível, com preços justos/adequados, aquilo que outro faria para nós com o objetivo de lucrar às nossas custas”.

Vários são os benefícios gerados por uma cooperativa, mas os mais percebidos pelas pessoas que com ela operam são os vínculos de relacionamento e a proximidade existente entre as pessoas, aspectos estes que tanto fazem falta no mundo em que vivemos.

Como seria nosso planeta se todos adotassem o cooperativismo como estilo de vida? Com certeza seria um mundo melhor.

——

Por Márcio Port, Presidente da Sicredi Pioneira RS, co-autor dos livros “Cooperativismo de Crédito, ontem, hoje e amanhã” e “Cooperativismo Financeiro, percurso histórico, perspectivas e desafios”.



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Gestã de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
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