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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados.

Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.


 


Cooperativas baianas cresceram acima do PIB em 2016

19 de Outubro de 2017, 14:27, por Iasmin Santana - 0sem comentários ainda

Em 2016, a economia brasileira registrou queda de 3,6%, após já ter encolhido em 3,8% um ano antes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o Produto Interno Bruto (PIB) baiano teve uma queda de 4,9% em 2016 ante 2015, de acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). Apesar desse cenário negativo, as cooperativas baianas cresceram 7,47% em relação à 2015, representando um patrimônio total na casa dos 3,4 bilhões de reais.

Esses dados positivos do cooperativismo baiano apontam que, apesar da recessão econômica do país, as cooperativas, no ano passado, tiveram bom desempenho, garantindo aos seus cooperados a divisão das sobras, já que nas cooperativas os donos são aqueles que a elas se associam de forma livre e voluntária e usufruem de seus resultados.

Vale ressaltar ainda que dos ativos totais de 2016 das cooperativas baianas, a participação do ramo crédito representa 44% do total, demonstrando a importância do setor para o desenvolvimento do cooperativismo baiano. Hoje, dia que é celebrado o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, esses dados se somam a outros [veja aqui], confirmando que o cooperativismo de crédito vem crescendo no Brasil e no mundo inteiro e uma das maiores vantagens desse sistema são os juros adequados para atendimento de seus associados viabilizando os negócios dos mesmos.

Esses números ganham ainda maior importância para o Sistema Cooperativista Baiano quando se percebe que a expansão das cooperativas pode ser creditada ao esforço de todos que trabalham para isso e acreditam no quanto o cooperativismo pode ajudar a transformar, para melhor, a vida das pessoas.

Por Ascom Sistema OCEB

Imagens capturadas da Internet.

Fontes consultadas: Valor Econômico / Correio da Bahia / Base de dados da OCEB / Caderno Especial Cooperativismo do Jornal A Tarde

 

Veja o cartão celebrativo do Sistema OCEB:



Max Gehringer – Cooperativismo é solução em momento de reorganização econômica

16 de Outubro de 2017, 18:06, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

O consultor esteve em um encontro promovido pelo Sicoob Centro-Serrano, em Vila Velha, dia 11/10/17.

“Para quem quer recursos, fazer parte de uma cooperativa é uma benção”. A fala em destaque é do consultor Max Gehringer, que esteve no Espírito Santo, nesta terça-feira (10), a convite do Sicoob Centro-Serrano. Na avaliação de Gehringer, a união promovida pelo cooperativismo propicia a acessibilidade aos produtos e serviços a todos que compõem o quadro social, uma vez que cada um contribui e obtém retorno.

Durante o encontro com os associados, em Vila Velha, o palestrante iniciou uma reflexão sobre a necessidade de se adequar às mudanças que vêm ocorrendo no mundo para conseguir melhores possibilidades de negócios e relacionamento.

Gehringer destacou o papel do cooperativismo neste contexto: “A mudança perfeita é aquela que é realizada de forma gradual, como tem ocorrido nas cooperativas. Uma iniciativa pode gerar várias outras com a mesma visão e gestões que, apesar de individuais, têm um aporte que congrega todas elas, como é o caso do Sicoob no Espírito Santo”.

Base histórica

O palestrante ainda enfatizou que a melhor maneira de enxergar à frente é olhando para trás. “Historicamente, os países mais poderosos eram os que tinham os melhores exércitos. Ou seja, formavam grupos com um interesse em comum e sabiam como se comportar para obter cada vez mais conquistas. Assim é o cooperativismo, que viabiliza a mudança por meio da união de forças”.

Arno Kerckhoff, presidente do Centro-Serrano, afirma que este tipo de debate é essencial para a atualização dos associados e para a análise das possibilidades existentes diante dessa nova perspectiva. “A interação com o ponto de vista do palestrante nos proporciona uma troca de ideias e o vislumbre de opções que muitas vezes não enxergamos em nosso dia a dia”, explica.

Sobre o Sicoob
O Sicoob é o maior sistema cooperativo de crédito do País. Aberto a empresas e a pessoas físicas, trabalha com produtos e serviços tipicamente bancários, com custos menores do que os do mercado. Os associados, que são donos do negócio, participam dos resultados e dispõem de tecnologia que facilita a movimentação. Além disso, têm a mesma segurança que os clientes de bancos comerciais, pois a instituição garante cobertura de R$ 250 mil por cliente.

Com operação no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, o Sicoob ES tem 230 mil associados. São oito as cooperativas filiadas: Norte, Leste Capixaba, Centro-Serrano, Sul-Serrano, Sul, Sul-Litorâneo, Sicoob Credirochas e Sicoob Credestiva. O sistema atua em todo o Brasil, com 2,5 mil unidades, e atende 3,7 milhões de associados.

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Cooperativas de crédito valorizam os objetivos dos associados e transformam realidades

16 de Outubro de 2017, 17:58, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

No Sicredi, mais de 3,6 milhões de associados sonham e prosperam juntos.

No calendário das cooperativas de crédito, outubro tem uma data especial. Na terceira quinta-feira do mês é celebrado o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito. “Os sonhos prosperam aqui” é o tema anunciado pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu, na sigla em inglês) para marcar a comemoração neste ano, que será no dia 19. O objetivo é destacar a contribuição das cooperativas de crédito para tornar realidade os sonhos pessoais e profissionais dos associados e que valorizar propósitos faz parte da essência das cooperativas de crédito.

A abrangência internacional das cooperativas de crédito é evidenciada pelo Woccu. Em 2016, a entidade internacional representativa registrou 235 milhões de associados, 68 mil cooperativas de crédito, localizadas em 109 países de seis continentes. A taxa de penetração do segmento – que é calculada dividindo o número total de membros de cooperativas de crédito pela população em idade economicamente ativa – é de 74,47% na Irlanda, 52,61% nos Estados Unidos, 46,71% no Canadá, 19,65% na Austrália e 3,42% no Brasil.

Embora pequena, quando comparada a outros países, a participação das cooperativas de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) tem registrado crescimento constante. Segundo o Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo 2016, divulgado pelo Banco Central recentemente, o segmento passa por um processo de consolidação. Em dezembro de 2016, registrou 8,9 milhões de associados, 5,3 milhões a mais do que o número de 2007. As 1.017 cooperativas em atividade, no final do ano passado, estavam presentes em cerca de metade das cidades brasileiras, com 4.679 agências.

O documento do Banco Central também aponta que o percentual de participação das cooperativas de crédito aumentou em relação ao Sistema Financeiro Nacional (SFN). Em ativos totais, os R$ 154,1 bilhões corresponderam a 1,87% do SFN, os R$ 83,6 bilhões da carteira de crédito equivalem a 2,41% e nos depósitos o percentual é de 4,26% com R$ 90,9 bilhões.

Inserido nesse contexto, o Sicredi – instituição financeira com mais de 3,6 milhões de associados em 21 estados brasileiros, tem contribuído para o crescimento sólido e sustentável do cooperativismo de crédito. As raízes do Sicredi estão no surgimento do cooperativismo de crédito no Brasil, em 1902, como uma forma de organização coletiva de pequenos agricultores no Sul do país. Pioneiro e referência nacional e internacional pela organização em Sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta, atualmente, com 116 cooperativas de crédito filiadas, presentes em 1.185 cidades. Em 197 municípios é a única instituição financeira.

De acordo com Demonstrações Financeiras Combinadas do primeiro semestre de 2017, o resultado líquido do Sicredi cresceu 36,4%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 1,2 bilhão. Os ativos atingiram R$ 72,8 bilhões, crescimento de 17,2% no comparativo com o primeiro semestre de 2016. Já o patrimônio líquido do Sicredi mostrou expansão de 19,3%, atingindo R$ 11,8 bilhões.

Na captação, o Sicredi obteve um crescimento de 18,0% em depósitos totais. No mesmo período, a poupança, um dos focos da instituição financeira cooperativa, teve um aumento de 32,9%, atingindo R$ 7,8 bilhões. No primeiro semestre de 2017, a carteira de crédito do Sicredi registrou R$ 37,0 bilhões, um incremento de 16,8% em relação ao mesmo período de 2016. Deste montante, 67% está em cidades de pequeno porte (até 50 mil habitantes) e 51% do crédito comercial para pessoa jurídica foi concedido para micro e pequenas empresas (faturamento de até R$ 3,6 milhões anuais), evidenciando o suporte que a instituição financeira cooperativa proporciona a este segmento.

A carteira de crédito rural e direcionados fechou em R$ 15,9 bilhões, com crescimento de 22,8% em comparação ao mesmo período de 2016. No Plano Safra 2016/2017, foram liberados R$ 12,4 bilhões, 41% mais do que na safra anterior que foi R$ 8,8 bilhões, totalizando 175 mil operações e 104 mil associados atendidos e abrangendo mais de 1.500 municípios brasileiros.

Mesmo com o crescimento da carteira de crédito, o índice de inadimplência do Sicredi manteve-se baixo, com 2,08.

Expansão nacional

Na região Sul/Sudeste, além de ampliar a presença em Santa Catarina, a instituição financeira cooperativa chegará a Minas Gerais neste ano.

No Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro a expansão do Sicredi também se destaca. Em 2017 serão abertas aproximadamente 30 novas agências em cidades como Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Volta Redonda e Resende, entre outras.

Na região Centro Norte, que abrange os estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, foram inauguradas duas agências no Acre, em Acrelândia (maio) e Rio Branco (junho), marcando a expansão do Sicredi para 21 estados brasileiros. Também está prevista a abertura de quatro agências no Mato Grosso neste segundo semestre.
Na região Central, o foco é a expansão para o estado de Goiás e chegada a Brasília em 2018.
Na região Norte Nordeste, o Sicredi está presente em 53 cidades, de 10 estados, abrangendo uma área de atuação de 955 municípios.

Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito
Mais informações sobre o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito estão disponíveis no site http://confebras.coop.br/dicc.

Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,6 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Setor celebra Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito com crescimento superior a 18%

16 de Outubro de 2017, 17:45, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Regionalização, proximidade com as comunidades e cuidado no relacionamento, aliados aos princípios cooperativistas, contribuem para o bom desempenho apresentado pelo segmento.

“Sonhos prosperam aqui”. Não foi à toa que o Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU) escolheu este tema para o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, comemorado na terceira quinta-feira do mês de outubro. Com um conjunto de produtos e serviços atraentes e preços e taxas competitivos, o ramo vem conquistando cada dia mais adeptos e se destacando com números mais expressivos, ano após ano, em todo o mundo. A data, que este ano será celebrada em 19 de outubro, foi instituída com o objetivo de firmar a essência do poder transformador de realidades que o modelo cooperativista confere ao sistema financeiro.

Aqui no Brasil, aproximadamente de 9 milhões de pessoas já conhecem as vantagens de fazerem parte do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), composto por mais de mil cooperativas. E, ao ampliar o olhar, veremos que ao redor do mundo, esse número ultrapassa a casa dos 231 milhões de pessoas que sonham, realizam e prosperam. O Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, divulgado no início deste segundo semestre, pelo Banco Central, aponta que a participação das cooperativas de crédito aumentou em todos os principais indicadores do Sistema Financeiro Nacional (SFN), atingindo seu máximo histórico.

De acordo com o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, os preceitos sólidos e éticos das cooperativas de crédito permitem que o sistema cresça à margem do cenário econômico. “Uma das principais vantagens do cooperativismo de crédito é a sua capilaridade, já que as cooperativas de crédito, muitas vezes, são as únicas instituições financeiras presentes em determinadas localidades”, afirma.

Em Minas Gerais, das 768 cooperativas associadas à organização, 190 são do ramo crédito, contabilizando mais de 1,1 milhão de associados e gerando cerca de 9,3 mil empregos.

Crescimento acima da média

Acompanhando essa tendência e, ainda, com crescimento acima da média, a Unicred do Brasil aumentou em 22% os depósitos totais, atingindo saldo médio superior a R$ 7,6 bilhões. O ativo total do Sistema Unicred cresceu 19,9% e alcançou R$ 9,3 bilhões. Já o patrimônio líquido aumentou 9,2% e o saldo médio das operações de crédito teve uma expansão de 9,6%, atingindo R$ 4,8 bilhões em dezembro de 2016. O capital social da instituição subiu 7,8% e alcançou um saldo de R$ 1,1 bilhão.

Os demonstrativos dos oito primeiros meses deste ano apontam para a elevação dessa projeção. Os ativos totais já chegam próximos a 18% e a liquidez geral ultrapassa os 38%, se aproximando dos 5,5 bilhões. Os depósitos à vista chegam a 1,1 bilhão. A entidade cresceu também em volume de cooperados, que evoluiu 6,8% em relação a 2016, já alcançando os 7% de 2016.

Fortalecimento por meio da regionalização

Para o diretor-presidente da Unicred Central Multirregional (UCM), Mauro Toledo Sirimarco, a forte atuação regional fortalece o sistema, pois estimula o desenvolvimento e o apoio às comunidades em que estão inseridas. “Isso permite conhecer profundamente a economia da sua região e consequentemente os setores que apresentam crescimento, estagnação ou retração, ajudando na tomada de decisão pontual para cada setor”, afirma.

Simimarco ressalta que o crescimento da confiança da população por instituições financeiras cooperativistas foi sentido pela Unicred Central Multirregional. A Central Cooperativa que atende mais de 40 mil pessoas nos estados de Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás e São Paulo, conta com 12 cooperativas singulares e 89 unidades e negócio, disponibilizando diversos serviços financeiros.

‘Presença’ é a chave

As cooperativas de crédito subiram em 40% sua participação no mobile banking e devem investir mais de R$ 500 milhões em novas tecnologias neste ano. Dentre os valores de investimentos em tecnologia previstos para esse ano, as três maiores cooperativas do País, incluindo a Unicred, alcançam mais de R$ 500 milhões. Porém, mesmo que a automação seja uma tendência constante, na contramão dos bancos, essas instituições devem abrir mais de 150 novos pontos de atendimento no próximo ano.

No sistema cooperativo, há debates frequentes para tratar da relação com os associados, de forma a manter a atuação também em pontos físicos. Para Ana Carolina Ramos Sousa de Menezes, superintendente da UCM, abrir agências, bem como manter a segurança e a eficiência nas plataformas digitais, são pontos importantes para cultivar o relacionamento com o cooperado, em consonância com a premissa do crescimento mútuo.

“Somos digitais, mas não abrimos mão de um relacionamento próximo e diferenciado. Concentramos toda energia e inteligência para que nossos cooperados se sintam numa posição diferenciada, combinando encantamento, custo-benefício e assessoria técnica. No entanto, estamos alinhados às tendências do mercado financeiro e crescendo de forma expressiva”, acrescenta a executiva.

Vantagens sobre o sistema convencional

Conta corrente, cartões de crédito e de débito, operações diversas, financiamentos, linhas de crédito e muitos outros serviços. As cooperativas guardam muitas semelhanças com os bancos comerciais, mas os diferenciais que contam a favor do sistema cooperativo são significativos. Os cooperados são mais que clientes, são os donos do ‘negócio’ e participam das decisões – isso, aliás, é uma das maiores vantagens que o sistema cooperativo proporciona e um dos principais pontos de atratividade para expansão do setor.

Os usuários das linhas de crédito se beneficiam de taxas diferenciadas e da redução de tarifas, sem falar das aplicações e de sua rentabilidade atrativa. Assim como o SFN, o sistema cooperativo de crédito é assegurado por um fundo garantidor constituído nos moldes do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que atende os bancos convencionais. Por terem diferentes atuações, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) e o FGC são independentes, mas compartilham a mesma cobertura de R$ 250.000,00 por CPF ou CNPJ para recuperar os depósitos ou créditos das operações financeiras em caso de intervenção ou liquidação extrajudicial.

Investimento em capacitação

Para atender a uma demanda do Conselho Especializado do Ramo Crédito da Organização das Cooperativas Brasileiras (Ceco/OCB) e do Banco Central do Brasil, o Sistema Ocemg realiza o Programa Formacred, voltado para conselheiros administrativos e fiscais de cooperativas de crédito. Entre os objetivos do Programa estão o aperfeiçoamento técnico e comportamental, a contribuição para o aprimoramento da governança corporativa nas cooperativas de crédito, bem como para o processo de desenvolvimento, profissionalização e aumento da competitividade desses empreendimentos frente ao Sistema Financeiro Nacional.

No dia 19, data que será celebrado o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, este ano, será iniciado, na sede do Sistema Ocemg, o módulo 4 do programa iniciado em abril e com término previsto para novembro, totalizando 88 horas de formação.

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Cooperativas brasileiras estão imunes à crise econômica

11 de Outubro de 2017, 17:05, por Iasmin Santana - 0sem comentários ainda

Enquanto o Brasil tenta sair da pior crise econômica de sua história, um setor continua a manter o mesmo desempenho sem se deixar atingir pelos efeitos da recessão econômica. São as cooperativas.

Alguns números provam que as cooperativas continuam sólidas e atrativas. Elas mantêm o mesmo nível de emprego para 372 mil trabalhadores e beneficiam direta ou indiretamente 51,6 milhões de pessoas.

Montagem sobre foto de Jim Makos/Flickr/CC
As cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras em 564 municípios brasileiros; as de eletrificação atendem a 807 municípios e 38% dos brasileiros que têm assistência médica são atendidos por cooperativas de saúde.

As cooperativas transportam 428 milhões de toneladas de produtos por ano e 48% de toda produção agrícola brasileira; quase a metade passa, de alguma maneira, por uma cooperativa agropecuária.

O volume de recursos movimentados pelas exportações realizadas por 240 cooperativas brasileiras soma US$ 5,137 bilhões. O destino dessas exportações são 147 países. Os dados foram revelados pela revista Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2017.

O professor Marcelo Botelho da Costa Moraes, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP, afirma que as cooperativas ficam mais imunes às crises econômicas porque possuem estruturas mais maleáveis que as empresas e chegam até a absorver parte da mão de obra desempregada, principalmente na área de serviços e agropecuária.

Por Ferraz Junior

Fonte: http://jornal.usp.br/atualidades/cooperativas-brasileiras-estao-imunes-a-crise-economica/amp/

Imagem: Montagem sobre foto de Jim Makos/Flickr/CC



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Tags deste artigo: crédito finanças banco cooperativa