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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados. Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.

Sicredi Vale do Rio Pardo é a 1ª cooperativa a implantar evolução no modelo de voto

25 de Abril de 2017, 13:16, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Voto QualificadoEsta evolução dá mais valor aos associados no processo decisório e de prestação de contas da cooperativa.

A Sicredi Vale do Rio Pardo – uma das 118 cooperativas que compõem o Sistema Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em 20 estados – apresenta pela primeira vez a evolução no processo de votação, chamado de VOTO QUALIFICADO, que aperfeiçoa a forma como o voto do associado é computado para, posteriormente, ser apresentado nas assembleias gerais. A iniciativa é pioneira e será operacionalizada de forma inédita, no dia 20 de abril, durante a Assembleia Geral Ordinário (AGO) da cooperativa Sicredi Vale do Rio Pardo, com sede em Santa Cruz do Sul. “O momento é histórico, pois o objetivo principal para esta mudança é conferir ao associado um valor e legitimidade ainda maiores em todos os níveis de decisões dentro do Ciclo de Assembleias de prestação de contas”, explica Orlando Müller, presidente da Central Sicredi Sul.

A cooperativa Sicredi Vale do Rio Pardo abrange nove municípios gaúchos, são eles: General Câmara, Herveiras, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Santa Cruz do Sul, Sinimbu, Vale Verde, Venâncio Aires, Vera Cruz. “Nosso sentimento de satisfação se funde com o da responsabilidade na adoção e implantação desta inovação dentro do princípio da gestão democrática, a qual sempre defendíamos, portanto, cientes da responsabilidade de conduzir este modelo pioneiro e partilhar esta experiência dentro do Sistema Sicredi e inclusive com o cooperativismo de forma geral”, afirma Heitor Álvaro Petry, presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo.

Há quatro anos, a implantação do Sistema de Núcleos na Sicredi Vale do Rio Pardo, foi um importante avanço que facilitou a participação do associado na tomada de decisão. Agora, com a implementação do Voto Qualificado, segundo Petry, o sistema se torna ainda mais eficiente. “Esta evolução aperfeiçoa ainda mais o processo decisório garantindo – na risca – a regra legal de 1 associado = 1 voto”, argumenta o presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo.

Atualmente, a cooperativa Sicredi Vale do Rio Pardo possui hoje mais de 52 mil associados, um total de 14 agências distribuídos entre os nove municípios de abrangência. Gera 219 empregos diretos e registra, até o momento, mais de R$ 93,61 milhões de patrimônio líquido. Alcançou mais de R$ 763 milhões em ativos totais e captou em poupança mais de R$ 115,76 milhões.

O VOTO QUALIFICADO NA PRÁTICA

No Sistema Sicredi, a estrutura é formada pelo Modelo de Voto por Delegado (que são os coordenadores de núcleo), onde os associados se reúnem em núcleos dentro da sua cooperativa, por exemplo: em cada município de abrangência de uma cooperativa se divide por bairros ou por agências conforme o número dos associados. E é na forma como será registrado o voto do associado, dentro desta estrutura de delegados, que o Sicredi desenvolveu o Voto Qualificado, onde o voto de cada núcleo vai chegar nas assembleias gerais, levando as atas com as deliberações dos associados (contendo aprovados, não-aprovados e abstenções).

Na prática, segundo o presidente da Sicredi Vale do Rio Pardo, o Voto Qualificado, evita possíveis distorções pelo aspecto da proporcionalidade, pois, por exemplo, um núcleo ao reunir 200 associados, com a representação de um voto que se define a partir da maioria deste núcleo, tinha o mesmo peso de outro núcleo que reunia 30 associados e também representava um voto pela decisão de sua maioria. Assim, na Assembleia final de delegados, se considerava apenas 1 voto (da maioria) por núcleo. “Com o voto qualificado, os delegados de núcleo representam de fato todos os votos singulares registrados em cada assembleia de núcleo, e, desta forma, na Assembleia Geral Ordinária final de delegados, ocorre o somatório destes votos singulares, dando maior representatividade e clareza do cenário real da vontade dos associados”, ressalta Petry.

Para o delegado de núcleo, Miguel Kops associado da Sicredi Vale do Rio Pardo, desde 1986, além de histórico, o momento reflete a materialização de uma demanda dos associados para que o processo de votação fosse levado até a assembleia de forma aberta, com a apresentação do mapa completo dos tipos de votos dados. “Temos a certeza que a iniciativa da nossa cooperativa de adotar o novo Voto Qualificado, inédito Brasil, no Sistema Sicredi e homologado pelo BACEN, nosso trabalho cooperativo será mais ágil e – ainda mais – democrático e transparente”, endossa Kops. Para ele, este momento é, sem dúvida, um avanço por garantir que a participação dos associados apareça com mais clareza nas tomadas de decisão nas Assembleias. “Como delegado agora vou me sentir mais tranquilo e transparente levando, não somente o meu voto, mas o somatório de todos os votos dos associados participantes da Assembleia de Núcleo”, afirma.

Hoje, o usual em todo o ramo do cooperativismo de crédito é levar o voto final da maioria de cada núcleo. “Com esta evolução no registro do voto dos associados, fortalecemos o princípio da gestão democrática, que é um dos sete princípios universais do cooperativismo, no qual onde o Sicredi se baseou para dar maior valor ao associado, despersonalizando o voto e ampliando a transparência do processo de votação”, ressalta Gerson Seefeld, diretor executivo da Central Sicredi Sul.

Por vocação, o Sicredi sempre busca melhorar os processos e, neste caso, a Central Sicredi Sul, que abrange 42 cooperativas filiadas no RS e SC, é a precursora do projeto Voto Qualificado, que vinha sendo debatido internamente, desde 2010, entre os presidentes das cooperativas gaúchas e catarinenses. Com o consenso, o texto final do projeto foi finalizado e apresentado para o Banco Central que deu aceite à mudança e autorizou a sua implantação.

Conheça o Sicredi

NACIONAL – O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, que exercem o papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, possui 1.523 agências, gera 20,4 mil empregos diretos em 1.171 municípios no país. Em 181 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira presente.
*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

CENTRAL SICREDI SUL (Consolidado RS e SC) – Reúne 42 cooperativas e 662 pontos de atendimento: 583 no RS e 79 em SC, atingiu os R$ 34,47 bilhões em ativos, registrando crescimento de 17,3%. Até o momento somos 1.720.009 associados. O patrimônio líquido ficou acima dos R$ 5,11 bilhões, com uma evolução de 21,3% sobre o ano passado. Os depósitos totais cresceram 19,6%, somando mais de R$ 19,70 bilhões. A Carteira de Poupança soma mais R$ 3,80 bilhões, avançando 34,8% no período. As operações de crédito totais registraram 11,9% de crescimento, somando mais de R$ 16,30 bilhões.



Sicredi inova e lança Consórcio para Bens Náuticos

19 de Abril de 2017, 18:19, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Sicredi Consórcio Náutico 1Novidade já está à disposição dos associados de todas as regiões do País.

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,5 milhões de associados e atuação em 20 estados brasileiros – traz mais uma solução para atender de maneira completa as necessidades dos associados. Em abril, o Sicredi lançou um novo produto no mercado: o consórcio para bens náuticos.

O Sicredi Consórcio Bens Náuticos amplia a atuação do Sicredi no mercado de consórcios, que já conta com ofertas nos segmentos de automóveis, imóveis, caminhões, tratores, implementos agrícolas, motocicletas, serviços e até o consórcio sustentável. A nova linha conta com taxas competitivas, créditos de R$ 7.795 a R$ 374.401 e planos com duração entre 60 e 120 meses que valem para bens náuticos, embarcações (de esporte e lazer) e jet ski.

“Temos como objetivo oferecer sempre os melhores serviços e disponibilizar opções que tornem viável a aquisição de bens e serviços de forma colaborativa e planejada. O consórcio para bens náuticos é mais um produto que estimula o planeja¬mento e a disciplina para a formação de poupança, unindo pessoas para a conquista de objetivos comuns. E reforça a cultura cooperativista por apresentar uma política inclusiva para o consumo responsável e equi¬librado”, afirma o gerente de Produto e Mercado da Administradora de Consórcios Sicredi, Fernando Di Diego.

O Sicredi vem se consolidando no mercado brasileiro de consórcios e, em pouco mais de dez anos de atividade, já possui uma carteira de 169 mil cotas e mais de R$ 9,8 bilhões em créditos ativos. Com isso, o Sicredi figura, atualmente, na 7ª posição do ranking nacional do Banco Central do Brasil, entre as 155 administradoras do País autorizadas a comercializar cotas de consórcio.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.



As cooperativas são o modelo empresarial do futuro

19 de Abril de 2017, 18:08, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Cooperativas de créditoDECOOP CHILE/TRADUZIDO POR LEONARDO DANTAS

A economia é atualmente regida pelos parâmetros dos mercados globais com um alto grau de competitividade e atuando em diferentes modelos de negócios. Neste contexto, o economista Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia 2001, disse: “As cooperativas são o modelo que pode atender melhor os riscos de uma economia que é cada vez mais volátil.”

Assim, durante o seu discurso na Terceira Cúpula das Cooperativas em Quebec (Canadá), ele disse que na próxima década as cooperativas serão “a única alternativa ao atual modelo econômico baseado em egoísmo e desigualdade social” no campo da globalização e economia de livre mercado.

Joseph referiu-se as políticas econômicas dos Estados Unidos, observando que “as medidas que foram tomadas não só aumentou a desigualdade, mas também causou uma desaceleração do crescimento, com mais instabilidade e deterioração do desempenho econômico”.

Como exemplo de que a economia social baseada na solidariedade e na cooperação é o modelo mais adequado para o futuro, Stiglitz falou das universidades ‘sem fins lucrativos’, considerando-os como “instituições de ensino de nível superior mais competente dos EUA” em oposição àqueles que buscam apenas o ganho econômico.

Outro dos discursos mais importantes da Cúpula foi o economista Jeremy Rifkin, que disse que as cooperativas devem seguir um desenvolvimento horizontal, porque o crescimento da economia mundial vai desacelerar ao longo dos próximos 20 anos.

Rifkin pediu para que as cooperativas explorem o potencial oferecido pela Internet e a chamada ‘sociedade de custo zero’, com a interação de diferentes dispositivos e aplicativos virtuais, alimentado novas energias sustentáveis, como solar.

Ele ressaltou ainda o papel vital das novas gerações na economia mundial, uma vez que “a sua consciência está mudando quanto a liberdade, poder e comunidade colaborativa.

Fonte: www.sicredinne.com.br



4ª Semana Nacional de Educação Financeira, de 08 a 14 de maio/2017

18 de Abril de 2017, 12:12, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

4ª Semana de Educação FinanceiraSaiba mais sobre a Semana ENEF

A Semana é realizada anualmente desde 2014. Os números impressionam: na última edição, 1044 ações (presenciais ou online), organizadas por 153 instituições, alcançaram, aproximadamente, 1,3 milhão de pessoas em 458 municípios localizados em todas as unidades federativas.

A iniciativa tem como objetivo divulgar a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), política pública lançada em 2010 com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária da população, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

Conheça o CONEF – Comitê Nacional de Educação Financeira

O CONEF é formado por representantes das seguintes instituições: Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Ministério da Educação; Ministério da Fazenda; Ministério da Justiça; Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

O Comitê também mantém convênio com a Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF–Brasil) para a concepção, planejamento, estruturação, desenvolvimento e administração de iniciativas de educação financeira de caráter transversal que integram a ENEF.



IOF e instituições financeiras cooperativas: por que rever a decisão?, por Ênio Meinen

13 de Abril de 2017, 11:22, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 1Um comentário

Ênio Meinen - Portal 1“A pior forma de desigualdade é tentar tornar iguais duas coisas diferentes”. (Aristóteles)

Recentemente, o setor cooperativo financeiro foi surpreendido com medida governamental que equiparou as sociedades cooperativas às instituições bancárias convencionais no que se refere à incidência do IOF, submetendo os cooperados – até então sujeitos apenas à alíquota adicional de 0,38% – aos níveis de tributação aplicáveis aos clientes de bancos.

A justificativa, abertamente declarada, foi a de elevar o volume de arrecadação, dado a deterioração da situação fiscal do país e o engessamento da conta de despesas. Pelas estimativas oficiais, o Tesouro espera adicionar R$ 1,2 bilhão ao seu caixa.

Essa ação – sequer reportada aos representantes do segmento –, diante da fragilidade de suas premissas e de seus efeitos adversos, carrega vários equívocos. Os principais são:

1º) o IOF, assim como o imposto de importação e o de exportação, tem natureza prevalentemente regulatória, não se destinando precipuamente a fins arrecadatórios/fiscais. Quer dizer, por exemplo, se o Governo pretende desestimular o ingresso, no Brasil, de um determinado bem de capital, eleva o imposto de importação, dispensada a intervenção (medida legislativa) do Congresso Nacional para tanto. Da mesma forma, quando quer incentivar a exportação de itens nacionais, reduz o imposto de exportação. Nas duas hipóteses, se os objetivos forem inversos, alteram-se as alíquotas para baixo e para cima, respectivamente.

No caso do IOF, eleva-se a alíquota quando se quer desestimular o crédito – em razão, por exemplo, de desequilíbrio entre demanda e oferta, fonte usual de inflação – ou encurtar prazos de investimentos. Se, por outro lado, a intenção for a de incentivar a concessão de crédito – em intervalos de pouca dinâmica econômica, que reclamam retomada ou aumento do consumo –, há que se reduzir o imposto.

Ora, o momento é de baixíssimo ativismo econômico, requerendo, portanto, entre outros indutores, o barateamento do crédito para, via financiamento, reativar-se o consumo, gerando mais empregos, ampliando a renda, incrementando as vendas de produtos e serviços e, por decorrência, aumentando a arrecadação. O aumento do IOF, portanto, vai na direção oposta, porquanto encarece e desincentiva o crédito.

2º) O cooperativismo financeiro, único segmento da indústria bancária que, apesar da crise, vinha mantendo os níveis históricos de liberação de crédito, fomentado o desenvolvimento socioeconômico e assumindo protagonismo na redução dos spreads, acaba sendo duramente penalizado.

3º) Impõe-se, assim, embaraço ao setor que melhor vem respondendo (ou o único a dar efetiva resposta) ao desafio de mudar o tão combatido e danoso quadro de concentração bancária no país, e ao de promover a inclusão financeira de milhões de brasileiros – lembrando que em cerca de 560 remotas localidades do país, número esse em elevação, a população e os pequenos empreendedores têm na cooperativa a sua única instituição financeira. Perde, portanto, toda a sociedade, notadamente a parcela mais humilde e mais dependente.

4º) As sociedades cooperativas, entre elas as do ramo financeiro, com amparo em sólida doutrina e mediante proteção constitucional-regulatória, de longa data estão submetidas a regime tributário diferenciado – adequado – em relação aos atos (internos) praticados com os seus cooperados, pois são entidades que, diferentemente das empresas bancárias convencionais, não praticam transações mercantis e não visam ao lucro. Logo, as suas operações não podem simplesmente ser equiparadas às dos bancos para fins tributários.

5º) Por fim, não bastassem as substantivas objeções ou contrarrazões já mencionadas, a iniciativa fere frontalmente o disposto no art. 174, §2º, da Constituição Federal, cujo texto, fundamentado nas virtudes há pouco exaltadas, determina, peremptoriamente, que “A lei deve apoiar e estimular o cooperativismo…”.

Ou seja, a decisão ora hostilizada, eivada na forma e no mérito, não contribui para o desenvolvimento do país, e no curto prazo, considerando a grandeza da deficiência de caixa, tem efeito financeiro irrelevante para o Tesouro.

Razões, portanto, não faltam – a bem da sociedade – não só para a rápida restituição da prerrogativa indevidamente suprimida, mas também cessação de todo e qualquer novo movimento no sentido da oneração do empreendimento cooperativo.

* Ênio Meinen, autor de “Cooperativismo financeiro: virtudes e oportunidades – Ensaios sobre a perenidade do empreendimento cooperativo” (Ed. Confebras, 2016).



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