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31 de Janeiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
A cooperativa de crédito é uma instituição financeira formada por uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente, com forma e natureza jurídica próprias, de natureza civil, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços a seus associados. Assim, essa comunidade online é um ambiente digital voltado para promoção e diálogos sobre esse ramo do Cooperativismo.

Taxa de juros em queda traz oportunidades de investimentos, por Felipe de Oliveira Azevedo*

23 de Maio de 2017, 23:20, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

taxa de juros em queda traz oportunidades de investimentosNo atual cenário de queda de juros, quem tem investimentos deve estar se perguntando se vale a pena manter suas aplicações em renda fixa mesmo com a tendência de uma taxa de juros ainda menor daqui em diante. A resposta é sim, a renda fixa continua vantajosa mesmo com esse novo cenário.

Apesar da expectativa de uma queda maior na SELIC, a taxa de juros real (juros menos inflação) deve ficar em um patamar bastante elevado. Mesmo em meio ao ciclo de redução de juros, que em tese favorece o deslocamento do aplicador para opções de investimentos de maior risco, as aplicações em renda fixa devem representar por um bom tempo a maior parcela das aplicações financeiras dos investidores.

Contudo, aquele investidor que ficou acostumado a uma rentabilidade acima de dois dígitos ao ano vai ter de se mexer um pouco mais a partir de agora para conseguir este mesmo retorno. É necessário informar-se sobre as ofertas disponíveis no mercado para, conforme sua disponibilidade de capital, montar sua carteira. O primeiro passo é entender qual é o perfil de risco do investidor para saber como ele está disposto a fazer mudanças que possibilitem uma maior rentabilidade.

Para aplicações mais conservadoras, a poupança volta a ganhar força, principalmente para o pequeno investidor que deseja liquidez imediata. Em razão da isenção de Imposto de Renda para Pessoa Física e simplicidade, o produto torna-se ainda mais atrativo.

Outras opções são os títulos tradicionais de Renda Fixa (CDB dos bancos, RDC para as cooperativas de crédito). Este tipo de investimento é como um “empréstimo” realizado pelo investidor ao banco, que oferece ótimos rendimentos. Nestes produtos, a rentabilidade pode ser atrelada ao Depósito Interfinanceiro (chamado de DI ou CDI) ou pré-definida no momento da aplicação.

Em relação às opções de aplicações para diversificação de portfólio, pode-se optar pelos Fundos de Investimentos. Há fundos expostos a todo tipo de mercado, da renda fixa mais conservadora a fundos que investem em várias classes de ativos. Por meio dos fundos, o investidor terá acesso a uma gestão profissional e a uma carteira já diversificada, ainda que em uma única classe de ativos. E tudo isso com bem menos recursos do que seriam necessários para montar uma carteira por conta própria.

Para os investidores de perfil moderado e arrojado, que buscam retorno mais significativos no médio e longo prazo, uma das apostas para o cenário de juros a um digito são os fundos de investimentos classificados como Multimercados, ou seja, aqueles compostos por um mix de ativos (cambio, derivativos, ações e renda fixa).
Diante deste cenário de queda de juros, a diversificação de aplicações bem feita é a melhor amiga dos investidores que querem mitigar riscos e garantir uma boa rentabilidade no médio e longo prazo. Ela é muito importante na construção de patrimônio e deve ser elaborada de acordo com os objetivos de quem investe.

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com 3,5 milhões de associados e atuação em 20 estados brasileiros, oferece essas e outras alternativas, com um portfólio completo para atender os associados, desde o pequeno poupador até o grande investidor.

* Felipe de Oliveira Azevedo, Gerente de Produtos de Investimento do Banco Cooperativo Sicredi



Workshop sobre cooperativismo de crédito reuniu lideranças em Maringá

23 de Maio de 2017, 11:00, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Workshop Cooperativismo de CréditoEvento realizado pela CACB e Sicoob Central Unicoob em parceria com o Sebrae contou com a participação de representantes de associações comerciais e empresariais de 19 estados e do DF.

Lideranças e dirigentes de associações comerciais do Distrito Federal e de 19 estados estiveram em Maringá nos dias 18 e 19 de maio para participar do workshop “Cooperativismo de Crédito”. O evento foi promovido pela 23(CACB) e pelo Sicoob Central Unicoob, com patrocínio do Sebrae e apoio da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM).

Durante o workshop, os participantes puderam conhecer experiências de êxito realizadas no Paraná, que mostraram as vantagens e a importância das cooperativas de crédito no desenvolvimento sustentável das comunidades e dos pequenos negócios, além dos principais desafios do setor.

Abrindo a programação do primeiro dia, o presidente da ACIM, José Carlos Valêncio, apresentou os projetos da entidade e falou sobre o funcionamento do Observatório Social de Maringá e do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem). Em seguida, representando o Sebrae Nacional, Weniston Ricardo, falou sobre a estratégia nacional de desenvolvimento do cooperativismo financeiro para pequenos negócios. Neste ano, a instituição fará o terceiro chamamento para projetos, com financiamento de 50% pelo Sebrae e contrapartida de 50% das cooperativas.

O presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, palestrou sobre o sucesso da parceria com a ACIM e sobre o papel do cooperativismo no desenvolvimento de Maringá. A programação teve ainda a apresentação do diretor-presidente do Bancoob, Marco Aurélio Almada, que explicou como o segmento pode colaborar no equilíbrio do sistema financeiro brasileiro.

No segundo dia de apresentações, o presidente do Sicoob Confederação, Henrique Villares, chamou a atenção para o crescimento das cooperativas de crédito no Brasil e como elas podem atuar para impulsionar o desenvolvimento econômico e social, promover a inclusão, a educação e oferecer produtos e serviços financeiros a preços justos. “Nos últimos cinco anos, as operações de crédito aumentaram 76% e hoje, as cooperativas brasileiras representam 19,7% dos pontos de atendimento do sistema financeiro com suas 5,8 mil agências”.

A importância do comprometimento das lideranças e da comunidade na implantação e na consolidação de uma cooperativa de crédito foi o tema da palestra do presidente do Sicoob Central Unicoob, Jefferson Nogaroli. “É possível e viável, só não é fácil. Mas depois que a cooperativa se instala em uma cidade, ela passa a ser agente de transformação. No Paraná, o Sicoob é o braço financeiro das associações comerciais”.

Na sequência, o diretor geral da Sancor Seguros, Leandro Poretti, falou sobre o histórico da seguradora, que é a maior da Argentina e opera no Brasil há quatro anos, tendo sede em Maringá e o Sicoob como sócio. Poretti destacou que a Sancor tem produtos que estão sendo desenvolvidos em parceria com a ACIM e serão ofertados para outras associações.

O coordenador estadual do Sebrae PR, Flávio Localtelli Junior, mostrou os resultados do trabalho desenvolvido pela entidade para melhorar o crédito para os pequenos negócios em parceria com as cooperativas e citou que os principais desafios são proporcionar crédito às empresas, mas também promover a inclusão financeira delas. Locatelli destacou também a importância da atuação das Sociedades Garantidoras de Crédito, que no último ano tiveram um crescimento de 27% no Paraná. “Hoje já são seis SGCs em funcionamento no Estado, atendendo a 191 dos 399 municípios e com mais de 3 mil empresários associados. De abril a setembro, empresas paranaenses deixaram de pagar R$ 4 milhões em juros ao contar com o aval das Sociedades Garantidoras de Crédito em suas operações”.

O workshop contou ainda com as apresentações de Nilton Molina, membro da diretoria da Associação Comercial de São Paulo, e dos membros do conselho administrativo do Sicoob Meridional, Solange Pinzon De Carvalho e Rainer Zielasko, que também integra a diretoria da CACB.

Encerrando o evento, o presidente da CACB, George Pinheiro, ressaltou a importância do trabalho que tem sido feito pelas associações comerciais em parceria com as cooperativas de crédito no Paraná para ampliar a capacidade competitiva das micros, pequenas e médias empresas. Segundo Pinheiro, a expansão do sistema de crédito cooperativo é a saída para reduzir o controle dos grandes bancos sobre o mercado financeiro brasileiro.

“No Brasil, 93% do crédito está concentrado em sete bancos, sendo três deles estatais. Na maioria dos países, os juros são menores por causa das cooperativas de crédito, que representam cerca de 40% do mercado financeiro. O exemplo do Paraná é muito importante para o crescimento das cooperativas de crédito no Brasil. Precisamos investir no crescimento das cooperativas para que elas sejam uma opção com juros menores, principalmente neste momento que estamos vivendo”, complementou.



O Sistema Cooperativista de Crédito no Brasil frente à inovação disruptiva gerada pelas Fintechs! Parte 1, por Marcos Vernei Schuster

18 de Maio de 2017, 17:09, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

O Sistema Cooperativista de Crédito no Brasil frente à inovação disruptiva gerada pelas FintechsUm dos principais desafios estratégicos das cooperativas financeiras (crédito) atualmente reside na capacidade de reposicionar-se, a fim de acompanhar a rápida mudança no comportamento das novas (e atuais) gerações diante da entrada de novas tecnologias, notadamente através das Fintechs (fusão das palavras em inglês Financial e Technology).

O ingresso repentino e acelerado destas empresas no mercado financeiro, através de uma proposta de serviços financeiros onde a tecnologia é utilizada para trazer conveniência por meio da inovação, vem gerando uma verdadeira ruptura no modelo de negócios (inovação disruptiva) da indústria bancária e financeira tradicional.

Os bancos há algum tempo, vem reagindo a esse novo cenário, direcionando maior investimento em plataformas e agencias digitais ao invés de agências de “tijolos”, criação de centros de empreendedorismo e inovação incluindo startups, incluindo laboratórios no Vale do Silício (região dos EUA conhecida pela concentração de gigantes da tecnologia, como Apple e Google). Outra iniciativa de destaque foi a criação pelo Banco do Brasil e Bradesco, do Digio, plataforma digital para venda e gestão de cartões de crédito, com o objetivo de concorrer com startups financeiras, principalmente o Nubank.

Alguns Sistemas Cooperativos no Brasil estão iniciando estudos ou reposicionando os investimentos atuais e futuros, prevendo maior destinação em tecnologia ao invés de ampliar a estrutura física ou o número de agências/postos de atendimento. De forma ainda tímida, há ações pontuais de aproximação com Universidades ou Startups.

Mas, será que essa reviravolta que os serviços financeiros estão passando (e irão passar) não é demasiadamente complexa e desafiadora para cada Sistema buscar individualmente a “sua” solução? A “união” de esforços e investimentos dos bancos – citada anteriormente – não seria mais um sinal do gigantesco desafio para enfrentar os novos entrantes no mercado?

Não seria o momento dos Sistemas ampliarem a intercooperação, através de uma agenda estratégica integrada que promova um debate acerca do posicionamento sistêmico, estabelecendo diretrizes e ações impulsionadoras de empreendedorismo e inovação a fim de manter o nível de competitividade e atratividade dos empreendimentos cooperativos e seus produtos e serviços, principalmente às novas gerações no futuro?

Então, vamos lá?

*Marcos Vernei Schuster – Atua há mais de 23 anos no cooperativismo financeiro e atualmente é Diretor Administrativo na TRANSPOCRED (cooperativa que atua em SC e RS integrante do Sistema CECRED). Conselheiro de Administração certificado pelo IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, graduado em Ciências Contábeis com pós-graduações em Finanças, Marketing e Gestão e Inteligência Competitiva.



Cooperativa de Crédito: Aprovada Urgência do PLP 100/2011

18 de Maio de 2017, 10:16, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

Câmara aprova PLP100_2011Brasília (17/5/17) O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem, por 345 votos a 8, o requerimento de urgência para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 100/11, que possibilita que as disponibilidades de caixa dos entes públicos municipais sejam depositadas em cooperativas de crédito.

Segundo o Deputado Domingos 45Sávio (MG), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e autor do projeto, o PLP 100/2011 vai fortalecer a economia local por meio das cooperativas de crédito, hoje presentes como única instituição financeira em mais de 10% dos municípios brasileiros.

Em pronunciamento durante a votação do requerimento de urgência, Domingos Sávio destacou que o projeto visa fortalecer o municipalismo brasileiro, trazendo às prefeituras mais alternativas de agentes financeiros. “Hoje, o cooperativismo de crédito está presente em todo o território nacional, organizado com toda a regulamentação do Banco Central. Porém, muitas vezes, sofremos uma situação em que os entes públicos acabam tendo que depositar suas disponibilidades de caixa em cidades vizinhas, muitas vezes em bancos privados, não incentivando a economia local”.

Por meio de emenda do Deputado Evair de Melo (ES), que faz parte da Diretoria da Frencoop, o Sescoop também poderá organizar, administrar e executar suas disponibilidades de caixa em cooperativas de crédito. Em pronunciamento no plenário, Evair de Melo destacou que o “cooperativismo de crédito precisa, merece e vai ter essa oportunidade de poder contribuir, com o setor público brasileiro, além dos setores privado e rural.”

O PLP 100/2011 está na pauta mínima de prioridades da Agenda Institucional do Cooperativismo 2017. Para o Sistema OCB, com maior alavancagem, as cooperativas poderão potencializar e pulverizar o financiamento de produtores, cooperativas e micro e pequenos empreendedores do interior do país. Hoje, 76% das operações de crédito das cooperativas estão abaixo de R$ 5 mil.

PRÓXIMOS PASSOS

Com a urgência aprovada, o PLP 100/2011 está pronto para ser incluído na pauta do plenário da Câmara. Caso aprovada, a matéria segue para análise do Senado Federal.

Fonte: somoscooperativismo.coop.br



Sicoob apresenta resultado de R$671 milhões no primeiro trimestre

16 de Maio de 2017, 17:36, por Portal do Cooperativismo Financeiro - 0sem comentários ainda

logo_Sicoob_patrocínioO resultado é 15,4% maior do que o alcançado no mesmo período ano passado.

O maior sistema de cooperativas financeiras do País, Sicoob, registrou resultado de R$671 milhões no primeiro trimestre de 2017. O avanço foi de 15,4% em relação ao mesmo período em 2016, quando o saldo foi de R$581 milhões.

Os ativos totais registraram salto de 27,4%, ultrapassando a casa dos R$80 bilhões. Já as operações de crédito somaram R$38,7 bilhões, alta de 10,6%, mantendo o compromisso da instituição de, mesmo em período de recessão, atender a demanda por crédito de seus cooperados. O patrimônio líquido obteve alta de 15,5%, um crescimento de R$16,6 bilhões ante os $14,4 bilhões alcançados no ano passado.

No primeiro trimestre, o Sicoob registrou aumento de 29,2% em depósitos totais, atingindo R$51,5 bilhões. Em relação aos depósitos à vista, o sistema cresceu 26,3%, com R$8,5 bilhões registrados. Os depósitos a prazo somaram R$35 bilhões, alta de 28, 9%. Os depósitos na poupança também tiveram avanços se comparado ao ano de 2016, registrando R$3,2 bilhões, alta de 15,8%.

O Sicoob disponibilizou aos seus 3,7 milhões de cooperados, 129 novas agências até março de 2017, totalizando 2.587 pontos de atendimento em todo o País. Também estão disponíveis cerca de 880 Correspondentes Cooperativos, mais de 3.200 Postos de Atendimento Eletrônico (PAE) e 20 mil máquinas da Rede Banco24Horas.

Sobre o Sicoob

O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 3,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 485 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação).

Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas de: cartões, consórcios, DTVM, seguradora, previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,5 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.

Mais informações acesse: www.sicoob.com.br



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Gestã de Pessoas em Cooperativas, Desenvolvimento territorial, Finanças Solidárias, Crédito, Crédito e finanças
Tags deste artigo: crédito finanças banco cooperativa